domingo, 26 de julho, 2026
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O Governo do Mato Grosso do Sul tem ampliado a adoção de energia solar na Rede Estadual de Ensino, com a instalação de placas fotovoltaicas em 40 escolas de 19 cidades, incluindo Campo Grande. A iniciativa faz parte do programa de modernização e sustentabilidade das unidades escolares, que também contempla reformas estruturais e outras melhorias.
Desde 2023, foram investidos quase R$ 5 milhões na instalação de placas solares em escolas estaduais. Entre as cidades contempladas estão Dourados, Maracaju, Corumbá, Anastácio, Três Lagoas, Água Clara, Amambai, Antônio João, entre outras. A Escola Estadual Amando de Oliveira, localizada em Campo Grande, é uma das unidades beneficiadas pela iniciativa.
Resultados em economia e sustentabilidade
Segundo a Secretaria de Estado de Educação (SED), as reformas buscam oferecer infraestrutura moderna e de qualidade, além de promover sustentabilidade e redução de custos. O secretário estadual de Educação, Hélio Daher, destacou que a instalação de placas solares, antes restrita a escolas rurais, agora também abrange escolas urbanas.
Parcerias público-privadas ampliam geração de energia limpa
Além das instalações diretas nas escolas, o Estado adotou uma Parceria Público-Privada (PPP) de energia solar fotovoltaica, sob gerenciamento da Secretaria de Administração (SAD). Desde outubro de 2024, a PPP é administrada pela SAD e operada pela empresa HCC Energia Solar, com previsão de duração de 23 anos.
Impacto nas contas públicas e metas para 2025
Desde janeiro de 2025, 183 escolas estaduais registraram redução média de 40% na conta de luz, com compensação energética iniciada em dezembro de 2024. A energia é gerada por usinas fotovoltaicas localizadas em Iguatemi, Mundo Novo e, futuramente, em Nova Andradina, Rochedo e Corguinho. O objetivo é conectar 100% dos prédios públicos estaduais elegíveis até 2025, atingindo capacidade de geração de mais de 25 mil MWh anuais, o suficiente para abastecer 1.400 prédios públicos.
Compromisso com sustentabilidade e eficiência
O secretário estadual de Administração, Frederico Felini, afirmou que o projeto já atende mais de 183 prédios públicos, sobretudo escolas, e prevê a conexão de até 826 unidades até o final do ano. A meta é consolidar o Mato Grosso do Sul como referência em gestão energética e sustentabilidade, com foco na neutralização das emissões de carbono até 2030. (Idest)
Saúde
A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a...
24 de julho de 2026
A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a circulação dos principais tipos do vírus entre jovens caiu quase pela metade após a introdução da vacina no calendário de imunização, reforçando o papel da prevenção no combate a doenças graves, como o câncer do colo do útero.
A pesquisa, conduzida pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde, avaliou milhares de brasileiros entre 16 e 25 anos e constatou que a prevalência dos tipos de HPV contemplados pela vacina diminuiu de 14,98% para 7,95% ao longo dos anos.
Os pesquisadores compararam dados coletados em duas etapas distintas. Na primeira, participaram mais de 6 mil jovens que ainda não haviam sido vacinados. Já na segunda fase, o levantamento analisou mais de 10 mil participantes, incluindo pessoas imunizadas e não imunizadas.
Os resultados mostraram uma redução significativa da infecção pelos tipos de HPV prevenidos pela vacina, especialmente entre aqueles que receberam o imunizante.
Entre as mulheres vacinadas, a presença do vírus caiu para pouco mais de 3%, um percentual muito inferior ao registrado antes da vacinação. Nos homens imunizados, também foi observada uma queda importante na circulação do HPV.
Outro dado considerado relevante pelos pesquisadores foi a redução da circulação do vírus até mesmo entre mulheres que não haviam sido vacinadas. Esse fenômeno é conhecido como imunidade coletiva ou imunidade de rebanho e acontece quando uma parcela significativa da população está protegida, dificultando a transmissão do vírus.
Na prática, quanto maior a cobertura vacinal, menor a chance de o HPV circular entre as pessoas, protegendo inclusive quem ainda não foi imunizado.
O levantamento também reforçou a decisão do Sistema Único de Saúde (SUS) de adotar o esquema de dose única para a vacina contra o HPV.
Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças relevantes na proteção entre pessoas que receberam uma, duas ou três doses, indicando que uma única aplicação já oferece elevada eficácia contra os principais tipos do vírus.
A vacinação contra o HPV foi incorporada ao SUS em 2014 para meninas e, três anos depois, passou a incluir também os meninos. Em 2024, o esquema vacinal foi oficialmente simplificado para apenas uma dose.
Apesar dos resultados positivos, os especialistas alertam que a adesão à vacinação ainda está abaixo da meta considerada ideal.
Atualmente, pouco mais de seis em cada dez meninas receberam a vacina, enquanto entre os meninos a cobertura permanece ainda menor. O objetivo das autoridades de saúde é alcançar cerca de 90% do público-alvo, percentual considerado essencial para ampliar a proteção coletiva.
O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo. Em muitos casos, o organismo elimina o vírus naturalmente, mas algumas infecções persistentes podem evoluir para doenças graves.
Além de ser o principal responsável pelo câncer do colo do útero, o HPV também está associado a tumores que atingem a região anal, pênis, vulva, vagina e orofaringe.
A vacina disponibilizada gratuitamente pelo SUS protege contra os tipos mais perigosos do vírus, reduzindo significativamente o risco de desenvolvimento dessas doenças e representando uma das principais estratégias de prevenção em saúde pública.
Economia
Concurso 3.035 foi sorteado em São Paulo; em Mato Grosso do Sul, 54 apostas acertaram a quadra em 26 municípios.
24 de julho de 2026
Uma aposta registrada em Bonito acertou cinco das seis dezenas da Mega-Sena e ganhou R$ 41.401,04 no concurso 3.035, sorteado em São Paulo na noite de quinta-feira (23). Como nenhuma aposta acertou as seis dezenas, o prêmio principal acumulou e pode chegar a R$ 70 milhões no próximo sorteio, previsto para domingo.
Os números sorteados foram 5, 7, 17, 51, 56 e 59. Em todo o país, 49 apostas acertaram a quina, com prêmio de R$ 41.401,04 para cada bilhete.
A Caixa Econômica Federal (CEF) também registrou 4.056 apostas com quatro acertos, com prêmios a partir de R$ 824,44.
Em Mato Grosso do Sul, 54 apostas acertaram a quadra em 26 municípios, somando R$ 54.412,46 em prêmios. Campo Grande e Dourados tiveram nove bilhetes premiados cada.
Coxim, Ponta Porã e Três Lagoas registraram três apostas vencedoras por cidade. Amambai, Corumbá, Dois Irmãos do Buriti, Mundo Novo, Sidrolândia e Sonora tiveram duas quadras por município.
Também houve registros com uma quadra em Anastácio, Bonito, Caarapó, Camapuã, Cassilândia, Chapadão do Sul, Fátima do Sul, Iguatemi e Jardim. A relação inclui ainda Ladário, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Rio Verde de Mato Grosso e São Gabriel do Oeste.
A maioria das apostas com quatro acertos recebeu R$ 824,44. Seis registros feitos com sete números ou por meio de bolões renderam entre R$ 2.473,12 e R$ 2.473,32.
Segundo os dados do concurso, o valor acumulado chegou a R$ 61.587.911,42. Parte dos bilhetes foi registrada por canais eletrônicos e pelo internet banking da CEF, além de apostas feitas em casas lotéricas.