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Energia mais barata: após 2 meses no vermelho, bandeira amarela retorna

Aneel anunciou redução na tarifa que estava no patamar mais caro das cobranças

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29 de outubro de 2024

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(diariox)

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que, em novembro, a bandeira tarifária voltará para amarela, já que “as condições de geração de energia no país melhoraram”.
Este mês, está em vigor a bandeira vermelha, patamar 2, a qual estipula que são adicionados R$ 7,877 a mais a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos por residências e empresas.
Com a bandeira amarela o acréscimo na conta de energia será de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
“Em outubro, a bandeira foi vermelha, patamar 2, mas com o aumento do volume de chuvas e a consequente redução do preço para gerar energia, foi possível acionar a bandeira amarela para novembro”, explica a Aneel, em nota.
A agência reguladora pondera que “apesar da melhora das condições de geração da energia no país, as previsões de chuvas e vazões dos reservatórios para os próximos meses ainda permanecem abaixo da média, indicando a necessidade de geração termelétrica complementar para atender os consumidores”.
A bandeira tarifária verde - que não tem acréscimo na conta - vigorou de abril de 2022 até julho de 2024, quando foi interrompida com o anúncio da bandeira amarela. Em setembro, a agência implantou a bandeira vermelha, patamar 1.
Entenda como funcionam as bandeiras:
Bandeira verde: não há nenhum acréscimo.
Bandeira amarela: a conta sofre acréscimos de R$ 1,885 a cada 100 kWh;
Bandeira vermelha – Patamar 1: a conta sofre acréscimo de R$ 4,463 a cada 100 kWh;
Bandeira vermelha – Patamar 2: a conta sofre acréscimo de R$ 7,877 a cada 100 kWh. 
Reviravolta em 2024
Em abril de 2022, foi iniciada uma série de bandeiras verdes, que só foi interrompida em julho deste ano, quando foi instaurada a bandeira amarela. Na sequência, agosto voltou ao patamar verde, quando, em setembro, devido às fortes ondas de calor e seca, foi necessário acionar a bandeira vermelha, patamar 2. 
O papel das bandeiras é permitir ao consumidor um papel mais ativo na definição de sua conta de energia. “Ao saber, por exemplo, que a bandeira está vermelha, o consumidor pode adaptar seu consumo para reduzir o valor da conta”, avaliou a Aneel.

Economia

Bolão de Campo Grande acerta quatro dezenas da Quina e prêmio principal acumula

Bolão de Campo Grande acerta quatro dezenas da Quina e prêmio principal acumula

Bolão de Campo Grande acerta quatro dezenas da Quina e prêmio principal acumula

4 de junho de 2026

Bolão de Campo Grande acerta quatro dezenas da Quina e prêmio principal acumula

 

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Um bolão registrado em Campo Grande acertou quatro dezenas no concurso 7.042 da Quina, sorteado na noite de quarta-feira (3), e faturou R$ 31.770,30. Outros dois jogos de Mato Grosso do Sul também acertaram quatro números e receberam R$ 6.354,06 cada. Ninguém levou o prêmio principal, que acumulou.

Premiações em Mato Grosso do Sul

A aposta premiada em Campo Grande foi feita na Lotérica Kohatsu, no formato físico, com 25 cotas. As outras apostas vencedoras no Estado foram registradas em uma lotérica de Campo Grande, na Sorte Grande, e em Corumbá, na Lotérica Dom Pedro II.

Segundo a Caixa Econômica Federal (Caixa), 101 apostas acertaram quatro dezenas em todo o país no concurso. Outras 7.334 registraram três acertos e 157.696 fizeram dois acertos.

Dezenas sorteadas e acúmulo

Os números sorteados foram 10, 13, 25, 36 e 60. Com o resultado, o prêmio principal acumulou e a estimativa para o próximo concurso, marcado para sexta-feira, chegou a R$ 20 milhões.

Economia

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS final 3 nesta quarta-feira

Programa alcançará 19,08 milhões de famílias em maio, com pagamentos de R$ 600 e adicionais; valor médio vai a R$ 678,01.

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS final 3 nesta quarta-feira

20 de maio de 2026

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS final 3 nesta quarta-feira

 

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A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (20) a parcela de maio do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3. O valor mínimo é de R$ 600, e o benefício médio sobe para R$ 678,01 com os adicionais previstos no programa.

Programa alcança 19,08 milhões de famílias

Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), o Bolsa Família vai atender 19,08 milhões de famílias neste mês, com gasto de R$ 12,9 bilhões.

Além do valor mínimo, o programa prevê três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses para garantir a alimentação da criança.

Adicionais ampliam o valor do benefício

O Bolsonaro Família também paga acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes, R$ 50 por filho de 7 a 18 anos e R$ 150 por criança de até 6 anos.

No modelo tradicional, os pagamentos ocorrem nos últimos dez dias úteis de cada mês. As informações sobre data de pagamento, valor e composição das parcelas podem ser consultadas no aplicativo Caixa Tem.

Pagamento unificado em 217 cidades

Beneficiários de 217 cidades de nove estados receberam o pagamento na segunda-feira, independentemente do NIS. A medida incluiu 124 municípios do Rio Grande do Norte, afetados pela seca.

Também foram contempladas cidades do Amazonas, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe. Segundo o MDS, essas localidades foram atingidas por chuvas, estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade.

A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do ministério.

Regra de proteção atende 2,26 milhões de famílias

Cerca de 2,26 milhões de famílias estão em maio na regra de proteção, que permite a continuidade do recebimento de 50% do benefício por até dois anos quando há melhora da renda familiar, desde que cada integrante receba até R$ 706.

Em maio, 159.248 novas famílias passaram a integrar a regra após aumento da renda. Desde 2025, o tempo de permanência foi reduzido de dois para um ano, mas a mudança vale apenas para famílias que entraram na transição a partir de junho de 2025.

Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará recebendo metade do benefício por dois anos.