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Economia

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Em Coxim, comércio se prepara para o Dia das Crianças mesmo com queda nas vendas em MS

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16 de setembro de 2025

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Glenda Melo / Diário do Estado

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Mesmo com uma leve retração nas projeções de vendas para o Dia das Crianças em 2025, o comércio de Coxim e de outras cidades sul-mato-grossenses segue otimista com a movimentação econômica que a data promete trazer. A expectativa é de que data movimente mais de R$ 350 milhões no estado, apesar de retração; gasto médio estimado é de R$ 328 por pessoa.

Segundo levantamento divulgado pela Fecomércio-MS em parceria com o Sebrae/MS, o Dia das Crianças deve injetar R$ 352,37 milhões na economia do estado. O valor representa uma queda de 6% em relação ao mesmo período de 2024, mas ainda assim é visto como significativo por comerciantes locais, especialmente em regiões como Coxim, que se destaca pelo dinamismo do comércio regional.

O estudo foi realizado entre os dias 23 de agosto e 2 de setembro, em oito cidades do estado, incluindo Coxim, e ouviu 1.982 consumidores. O gasto médio estimado por pessoa é de R$ 328,26, considerando presentes, passeios e outras formas de celebração.

Em Coxim, lojistas já começaram a adaptar suas vitrines e promoções, apostando em condições facilitadas de pagamento e produtos populares entre o público infantil.

“Mesmo com o cenário econômico desafiador, o Dia das Crianças continua sendo uma das datas mais importantes para o varejo. O segredo está em entender o perfil do consumidor local e oferecer opções atrativas”, comenta um empresário do setor de brinquedos na cidade.

A pesquisa também indica que a maioria dos consumidores deve priorizar presentes como brinquedos, roupas e eletrônicos. Muitos pretendem antecipar as compras para aproveitar descontos e evitar aglomerações nas lojas físicas.

Além de Coxim, a pesquisa contemplou as cidades de Campo Grande, Dourados, Ponta Porã, Bonito, Corumbá, Ladário e Três Lagoas. A análise serve como termômetro para o varejo e ajuda comerciantes a planejarem melhor seus estoques e campanhas de marketing.

Mesmo com a projeção de queda, a Fecomércio-MS destaca que a movimentação financeira ainda é robusta e deve impulsionar pequenos e médios empreendedores, principalmente no interior do estado.

Saúde

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a...

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

24 de julho de 2026

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

 

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A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a circulação dos principais tipos do vírus entre jovens caiu quase pela metade após a introdução da vacina no calendário de imunização, reforçando o papel da prevenção no combate a doenças graves, como o câncer do colo do útero.

A pesquisa, conduzida pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde, avaliou milhares de brasileiros entre 16 e 25 anos e constatou que a prevalência dos tipos de HPV contemplados pela vacina diminuiu de 14,98% para 7,95% ao longo dos anos.

Os pesquisadores compararam dados coletados em duas etapas distintas. Na primeira, participaram mais de 6 mil jovens que ainda não haviam sido vacinados. Já na segunda fase, o levantamento analisou mais de 10 mil participantes, incluindo pessoas imunizadas e não imunizadas.

Os resultados mostraram uma redução significativa da infecção pelos tipos de HPV prevenidos pela vacina, especialmente entre aqueles que receberam o imunizante.

Entre as mulheres vacinadas, a presença do vírus caiu para pouco mais de 3%, um percentual muito inferior ao registrado antes da vacinação. Nos homens imunizados, também foi observada uma queda importante na circulação do HPV.

Outro dado considerado relevante pelos pesquisadores foi a redução da circulação do vírus até mesmo entre mulheres que não haviam sido vacinadas. Esse fenômeno é conhecido como imunidade coletiva ou imunidade de rebanho e acontece quando uma parcela significativa da população está protegida, dificultando a transmissão do vírus.

Na prática, quanto maior a cobertura vacinal, menor a chance de o HPV circular entre as pessoas, protegendo inclusive quem ainda não foi imunizado.

O levantamento também reforçou a decisão do Sistema Único de Saúde (SUS) de adotar o esquema de dose única para a vacina contra o HPV.

Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças relevantes na proteção entre pessoas que receberam uma, duas ou três doses, indicando que uma única aplicação já oferece elevada eficácia contra os principais tipos do vírus.

A vacinação contra o HPV foi incorporada ao SUS em 2014 para meninas e, três anos depois, passou a incluir também os meninos. Em 2024, o esquema vacinal foi oficialmente simplificado para apenas uma dose.

Apesar dos resultados positivos, os especialistas alertam que a adesão à vacinação ainda está abaixo da meta considerada ideal.

Atualmente, pouco mais de seis em cada dez meninas receberam a vacina, enquanto entre os meninos a cobertura permanece ainda menor. O objetivo das autoridades de saúde é alcançar cerca de 90% do público-alvo, percentual considerado essencial para ampliar a proteção coletiva.

O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo. Em muitos casos, o organismo elimina o vírus naturalmente, mas algumas infecções persistentes podem evoluir para doenças graves.

Além de ser o principal responsável pelo câncer do colo do útero, o HPV também está associado a tumores que atingem a região anal, pênis, vulva, vagina e orofaringe.

A vacina disponibilizada gratuitamente pelo SUS protege contra os tipos mais perigosos do vírus, reduzindo significativamente o risco de desenvolvimento dessas doenças e representando uma das principais estratégias de prevenção em saúde pública.

 

Economia

Aposta de MS acerta quina da Mega-Sena e leva R$ 41,4 mil; prêmio principal acumula

Concurso 3.035 foi sorteado em São Paulo; em Mato Grosso do Sul, 54 apostas acertaram a quadra em 26 municípios.

Aposta de MS acerta quina da Mega-Sena e leva R$ 41,4 mil; prêmio principal acumula

24 de julho de 2026

Aposta de MS acerta quina da Mega-Sena e leva R$ 41,4 mil; prêmio principal acumula

 

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Uma aposta registrada em Bonito acertou cinco das seis dezenas da Mega-Sena e ganhou R$ 41.401,04 no concurso 3.035, sorteado em São Paulo na noite de quinta-feira (23). Como nenhuma aposta acertou as seis dezenas, o prêmio principal acumulou e pode chegar a R$ 70 milhões no próximo sorteio, previsto para domingo.

Dezenas sorteadas e premiação nacional

Os números sorteados foram 5, 7, 17, 51, 56 e 59. Em todo o país, 49 apostas acertaram a quina, com prêmio de R$ 41.401,04 para cada bilhete.

A Caixa Econômica Federal (CEF) também registrou 4.056 apostas com quatro acertos, com prêmios a partir de R$ 824,44.

Quadras no Estado: 54 apostas em 26 municípios

Em Mato Grosso do Sul, 54 apostas acertaram a quadra em 26 municípios, somando R$ 54.412,46 em prêmios. Campo Grande e Dourados tiveram nove bilhetes premiados cada.

Coxim, Ponta Porã e Três Lagoas registraram três apostas vencedoras por cidade. Amambai, Corumbá, Dois Irmãos do Buriti, Mundo Novo, Sidrolândia e Sonora tiveram duas quadras por município.

Também houve registros com uma quadra em Anastácio, Bonito, Caarapó, Camapuã, Cassilândia, Chapadão do Sul, Fátima do Sul, Iguatemi e Jardim. A relação inclui ainda Ladário, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Rio Verde de Mato Grosso e São Gabriel do Oeste.

A maioria das apostas com quatro acertos recebeu R$ 824,44. Seis registros feitos com sete números ou por meio de bolões renderam entre R$ 2.473,12 e R$ 2.473,32.

Acumulado e canais de aposta

Segundo os dados do concurso, o valor acumulado chegou a R$ 61.587.911,42. Parte dos bilhetes foi registrada por canais eletrônicos e pelo internet banking da CEF, além de apostas feitas em casas lotéricas.