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Dólar cai e fecha abaixo de R$ 5,40 com indicadores dos EUA

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12 de setembro de 2025

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Agência Estado

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O dólar encerrou a sessão desta quinta-feira, 11, em leve queda e abaixo da linha de R$ 5,40, em movimento alinhado à desvalorização da moeda norte-americana no exterior. Dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos reforçaram apostas em cortes de juros mais pronunciado pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) até o fim do ano.

Pela manhã, a divisa ensaiou um recuo mais forte e registrou mínima a R$ 5,3741, o menor valor intradia desde junho do ano passado. A redução das perdas à tarde é atribuída a ajustes para apuração de lucros e à recomposição de posições defensivas, em ambiente de cautela com o quadro político doméstico.

Com o voto da ministra Cármen Lúcia nesta quinta-feira, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para condenar o  da República Jair Bolsonaro por tentativa de  de Estado – o que pode servir de justificativa para sanções dos EUA ao Brasil e a autoridades locais.

Operadores mencionam que pesquisa Datafolha divulgada à tarde com melhora na aprovação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, também pode ter limitado o fôlego da moeda brasileira. Parte relevante dos investidores opera de olho na tese de que uma vitória da oposição no pleito de 2026 representaria uma guinada na política econômica em direção a maioria austeridade fiscal, o que poderia se traduzir em redução dos prêmios de risco e apreciação do real.

Após rodar entre R$ 5,38 e R$ 5,39 nas últimas horas de sessão, o dólar à vista terminou em queda de 0,27%, a R$ 5,3922 – menor valor de fechamento desde 12 de agosto. O real, que tem o melhor desempenho entre divisas latino-americanas no ano, hoje se apreciou bem menos que pares como o pesos mexicano, chileno e colombiano.

O superintendente da Mesa de Derivativos do BS2, Ricardo Chiumento, afirma que o mercado parece com receio de romper definitivamente o suporte de R$ 5,40, o que leva automaticamente a ajustes quando o dólar esboça uma queda mais acentuada.

“Tem certa influência da decisão do Supremo no dólar por conta do medo de retaliação dos EUA. Se não houvesse essa tensão, o dólar estaria facilmente abaixo de R$ 5,35”, diz Chiumento. “O real está claramente surfando hoje a onda do mercado externo, com essa expectativa de corte de juros nos EUA”.

Lá fora, o índice DXY – que mede o desempenho da moeda americana em relação a uma cesta de seis divisas fortes – rondava os 97,500 pontos no fim do dia, com queda de pouco mais de 0,25%, após mínima aos 97,473 pontos.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,4% em agosto ante julho, ligeiramente acima da mediana de Projeções Broadcast, de 0,3%. Na comparação anual, houve alta de 2,9%, em linha com as estimativas.

Apesar de o CPI não ter ratificado o alívio inflacionário revelado pela deflação ao produtor em agosto, divulgada na quarta-feira, investidores aumentaram as apostas em corte mais agressivo pelo Fed após números acima do esperado de pedidos semanais de auxílio- nos EUA.

Ferramenta de monitoramento do CME Group mostra que as chances de uma redução acumulada de 75 pontos-base dos juros pelo Fed até o fim do ano saltou da casa de 60% para pouco mais de 80%. As apostas majoritárias são de corte de 25 pontos-base no próximo dia 17%.

O economista-chefe da Nova Futura Investimentos, Nicolas Borsoi, observa que, apesar do CPI ruim, a inflação ao produtor sugere que os efeitos do tarifaço serão temporários. Ele acrescenta que o foco do Fed no momento parece o mercado de trabalho, o que leva os investidores a dar mais peso para os números do seguro-desemprego.

“Parece que estão botando para debaixo do tapete o número ruim de inflação, com a tese de que é um fenômeno temporário, enquanto os dados do mercado reforçam a perspectiva de fraqueza da economia”, afirma Borsoi. “Não está claro se o Fed deveria começar com 0,50 ponto. Minha opinião é que os dados de hoje são mais consistentes com três cortes de 0,25 ponto.”

Saúde

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a...

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

24 de julho de 2026

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

 

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A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a circulação dos principais tipos do vírus entre jovens caiu quase pela metade após a introdução da vacina no calendário de imunização, reforçando o papel da prevenção no combate a doenças graves, como o câncer do colo do útero.

A pesquisa, conduzida pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde, avaliou milhares de brasileiros entre 16 e 25 anos e constatou que a prevalência dos tipos de HPV contemplados pela vacina diminuiu de 14,98% para 7,95% ao longo dos anos.

Os pesquisadores compararam dados coletados em duas etapas distintas. Na primeira, participaram mais de 6 mil jovens que ainda não haviam sido vacinados. Já na segunda fase, o levantamento analisou mais de 10 mil participantes, incluindo pessoas imunizadas e não imunizadas.

Os resultados mostraram uma redução significativa da infecção pelos tipos de HPV prevenidos pela vacina, especialmente entre aqueles que receberam o imunizante.

Entre as mulheres vacinadas, a presença do vírus caiu para pouco mais de 3%, um percentual muito inferior ao registrado antes da vacinação. Nos homens imunizados, também foi observada uma queda importante na circulação do HPV.

Outro dado considerado relevante pelos pesquisadores foi a redução da circulação do vírus até mesmo entre mulheres que não haviam sido vacinadas. Esse fenômeno é conhecido como imunidade coletiva ou imunidade de rebanho e acontece quando uma parcela significativa da população está protegida, dificultando a transmissão do vírus.

Na prática, quanto maior a cobertura vacinal, menor a chance de o HPV circular entre as pessoas, protegendo inclusive quem ainda não foi imunizado.

O levantamento também reforçou a decisão do Sistema Único de Saúde (SUS) de adotar o esquema de dose única para a vacina contra o HPV.

Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças relevantes na proteção entre pessoas que receberam uma, duas ou três doses, indicando que uma única aplicação já oferece elevada eficácia contra os principais tipos do vírus.

A vacinação contra o HPV foi incorporada ao SUS em 2014 para meninas e, três anos depois, passou a incluir também os meninos. Em 2024, o esquema vacinal foi oficialmente simplificado para apenas uma dose.

Apesar dos resultados positivos, os especialistas alertam que a adesão à vacinação ainda está abaixo da meta considerada ideal.

Atualmente, pouco mais de seis em cada dez meninas receberam a vacina, enquanto entre os meninos a cobertura permanece ainda menor. O objetivo das autoridades de saúde é alcançar cerca de 90% do público-alvo, percentual considerado essencial para ampliar a proteção coletiva.

O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo. Em muitos casos, o organismo elimina o vírus naturalmente, mas algumas infecções persistentes podem evoluir para doenças graves.

Além de ser o principal responsável pelo câncer do colo do útero, o HPV também está associado a tumores que atingem a região anal, pênis, vulva, vagina e orofaringe.

A vacina disponibilizada gratuitamente pelo SUS protege contra os tipos mais perigosos do vírus, reduzindo significativamente o risco de desenvolvimento dessas doenças e representando uma das principais estratégias de prevenção em saúde pública.

 

Economia

Aposta de MS acerta quina da Mega-Sena e leva R$ 41,4 mil; prêmio principal acumula

Concurso 3.035 foi sorteado em São Paulo; em Mato Grosso do Sul, 54 apostas acertaram a quadra em 26 municípios.

Aposta de MS acerta quina da Mega-Sena e leva R$ 41,4 mil; prêmio principal acumula

24 de julho de 2026

Aposta de MS acerta quina da Mega-Sena e leva R$ 41,4 mil; prêmio principal acumula

 

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Uma aposta registrada em Bonito acertou cinco das seis dezenas da Mega-Sena e ganhou R$ 41.401,04 no concurso 3.035, sorteado em São Paulo na noite de quinta-feira (23). Como nenhuma aposta acertou as seis dezenas, o prêmio principal acumulou e pode chegar a R$ 70 milhões no próximo sorteio, previsto para domingo.

Dezenas sorteadas e premiação nacional

Os números sorteados foram 5, 7, 17, 51, 56 e 59. Em todo o país, 49 apostas acertaram a quina, com prêmio de R$ 41.401,04 para cada bilhete.

A Caixa Econômica Federal (CEF) também registrou 4.056 apostas com quatro acertos, com prêmios a partir de R$ 824,44.

Quadras no Estado: 54 apostas em 26 municípios

Em Mato Grosso do Sul, 54 apostas acertaram a quadra em 26 municípios, somando R$ 54.412,46 em prêmios. Campo Grande e Dourados tiveram nove bilhetes premiados cada.

Coxim, Ponta Porã e Três Lagoas registraram três apostas vencedoras por cidade. Amambai, Corumbá, Dois Irmãos do Buriti, Mundo Novo, Sidrolândia e Sonora tiveram duas quadras por município.

Também houve registros com uma quadra em Anastácio, Bonito, Caarapó, Camapuã, Cassilândia, Chapadão do Sul, Fátima do Sul, Iguatemi e Jardim. A relação inclui ainda Ladário, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Rio Verde de Mato Grosso e São Gabriel do Oeste.

A maioria das apostas com quatro acertos recebeu R$ 824,44. Seis registros feitos com sete números ou por meio de bolões renderam entre R$ 2.473,12 e R$ 2.473,32.

Acumulado e canais de aposta

Segundo os dados do concurso, o valor acumulado chegou a R$ 61.587.911,42. Parte dos bilhetes foi registrada por canais eletrônicos e pelo internet banking da CEF, além de apostas feitas em casas lotéricas.