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Coxim deve movimentar R$ 3,9 milhões no fim de ano e segue entre as cidades que mais lucram

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27 de novembro de 2025

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Maikon Leal

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Mesmo com uma projeção menor do que no ano anterior, Coxim permanece entre as cidades sul-mato-grossenses que devem lucrar com as festas de fim de ano, impulsionando o comércio, o setor de serviços e as confraternizações familiares. A estimativa faz parte da Pesquisa de Intenção de Consumo para o Natal e Ano Novo 2025, divulgada pela Fecomércio-MS (IPF-MS) em parceria com o Sebrae/MS.

O estudo aponta que as comemorações de 2025 devem movimentar R$ 824 milhões em Mato Grosso do Sul. Embora o consumidor esteja mais cauteloso, tradicionalmente as festas elevam o fluxo no comércio, movimentam supermercados e reforçam o turismo interno — e Coxim está inserida nesse cenário.

Coxim deve gerar R$ 3,9 milhões em movimentação – valor menor, mas ainda significativo

Segundo o levantamento, Coxim deve movimentar R$ 3.917.205 somente com gastos relacionados ao Natal e ao Ano Novo.

Em 2024, a projeção havia sido de R$ 6.598.087, uma diferença que reflete:

  • orçamento mais apertado das famílias;

  • inflação acumulada ao longo do ano;

  • priorização de despesas do início de 2026;

  • mudança no comportamento de consumo em MS.

Ainda assim, o montante coloca Coxim entre os municípios de médio porte com maior impacto econômico no período festivo — ao lado de cidades como Bonito e Ponta Porã.

Comparativo da movimentação financeira – 2024 x 2025

Município 2025 2024
Bonito R$ 3.136.447 R$ 3.215.287
Campo Grande R$ 112.947.001 R$ 111.109.532
Corumbá/Ladário R$ 14.316.182 R$ 19.288.448
Coxim R$ 3.917.205 R$ 6.598.087
Dourados R$ 33.329.951 R$ 31.416.876
Ponta Porã R$ 11.624.970 R$ 12.443.423
Três Lagoas R$ 18.457.574 R$ 25.383.530
Municípios pesquisados R$ 199.926.105 R$ 235.445.468
MS R$ 354.655.408

R$ 434.017.343

 

 

A queda aparece em quase todos os municípios pesquisados, reforçando que o cenário de contenção é estadual e não isolado.

Natal: mais pessoas vão presentear, mas gastando menos

A pesquisa revela que:

  • 69% dos sul-mato-grossenses pretendem comprar presentes,

  • mas o ticket médio deve cair para R$ 217,36.

Os itens mais procurados incluem:

  • brinquedos,

  • roupas,

  • eletrônicos,

  • perfumes e cosméticos.

Para quem não vai presentear, os principais motivos são falta de dinheiro, medo de endividamento e incertezas econômicas.

Nas comemorações de Natal, 78% vão celebrar, com gasto médio previsto de R$ 206,35, reforçando o perfil familiar das festas na região Norte, com reuniões em casa e refeições preparadas para parentes e amigos próximos.

Ano Novo terá maior intenção de comemoração e tíquete mais alto

Para o Ano Novo:

  • 80% dos entrevistados afirmam que irão comemorar;

  • gasto médio: R$ 294,19, principalmente com alimentação, bebidas e confraternizações;

  • 32% pretendem viajar, sendo que

    • 20% viajam apenas no Ano Novo,

    • 7% apenas no Natal,

    • 5% nas duas datas;

  • 64% das viagens serão dentro do próprio Estado, beneficiando cidades turísticas e com atrativos naturais, como Coxim.

Na região Norte, ranchos, chácaras, beiras de rio e passeios de pesca devem movimentar hospedagens, mercados e serviços.

13º salário será usado para contas e reservas

Entre os entrevistados que receberão o 13º salário:

  • 22% pretendem guardar ou poupar;

  • 17% usarão para pagar contas de início de ano;

  • somente 11% devem usar o valor diretamente em festas.

Esse comportamento explica parte da retração na projeção geral, mas não impede que o comércio aproveite oportunidades.

Comércio de Coxim ainda deve colher bons resultados

Mesmo com projeções menores, os fatores que favorecem o lucro no comércio local incluem:

  • grande circulação de moradores da região Norte fazendo compras de última hora;

  • busca por roupas, brinquedos e presentes em lojas físicas no centro;

  • aumento no giro dos supermercados;

  • maior procura por serviços de alimentação, lanchonetes e conveniências;

  • turismo interno e visitas de familiares vindos de outras cidades.

Segundo o Sebrae/MS, qualidade dos produtos e condições de pagamento à vista serão decisivas.
Além disso, 45% dos consumidores pretendem presentear filhos, o que favorece especialmente lojas de roupas infantis e de brinquedos.

Embora a projeção financeira para 2025 seja menor que a do ano anterior, Coxim segue entre as cidades que devem lucrar com as festas de fim de ano, mantida pelo comportamento tradicional de confraternização, pelas compras essenciais, pelo turismo regional e pelo fortalecimento da economia local.

O cenário é de cautela, mas também de oportunidades para quem se prepara, oferece qualidade e cria boas experiências de compra.

Maikon Leal

Economia

Bolão de Campo Grande acerta quatro dezenas da Quina e prêmio principal acumula

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4 de junho de 2026

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Um bolão registrado em Campo Grande acertou quatro dezenas no concurso 7.042 da Quina, sorteado na noite de quarta-feira (3), e faturou R$ 31.770,30. Outros dois jogos de Mato Grosso do Sul também acertaram quatro números e receberam R$ 6.354,06 cada. Ninguém levou o prêmio principal, que acumulou.

Premiações em Mato Grosso do Sul

A aposta premiada em Campo Grande foi feita na Lotérica Kohatsu, no formato físico, com 25 cotas. As outras apostas vencedoras no Estado foram registradas em uma lotérica de Campo Grande, na Sorte Grande, e em Corumbá, na Lotérica Dom Pedro II.

Segundo a Caixa Econômica Federal (Caixa), 101 apostas acertaram quatro dezenas em todo o país no concurso. Outras 7.334 registraram três acertos e 157.696 fizeram dois acertos.

Dezenas sorteadas e acúmulo

Os números sorteados foram 10, 13, 25, 36 e 60. Com o resultado, o prêmio principal acumulou e a estimativa para o próximo concurso, marcado para sexta-feira, chegou a R$ 20 milhões.

Economia

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS final 3 nesta quarta-feira

Programa alcançará 19,08 milhões de famílias em maio, com pagamentos de R$ 600 e adicionais; valor médio vai a R$ 678,01.

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS final 3 nesta quarta-feira

20 de maio de 2026

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A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (20) a parcela de maio do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3. O valor mínimo é de R$ 600, e o benefício médio sobe para R$ 678,01 com os adicionais previstos no programa.

Programa alcança 19,08 milhões de famílias

Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), o Bolsa Família vai atender 19,08 milhões de famílias neste mês, com gasto de R$ 12,9 bilhões.

Além do valor mínimo, o programa prevê três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses para garantir a alimentação da criança.

Adicionais ampliam o valor do benefício

O Bolsonaro Família também paga acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes, R$ 50 por filho de 7 a 18 anos e R$ 150 por criança de até 6 anos.

No modelo tradicional, os pagamentos ocorrem nos últimos dez dias úteis de cada mês. As informações sobre data de pagamento, valor e composição das parcelas podem ser consultadas no aplicativo Caixa Tem.

Pagamento unificado em 217 cidades

Beneficiários de 217 cidades de nove estados receberam o pagamento na segunda-feira, independentemente do NIS. A medida incluiu 124 municípios do Rio Grande do Norte, afetados pela seca.

Também foram contempladas cidades do Amazonas, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe. Segundo o MDS, essas localidades foram atingidas por chuvas, estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade.

A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do ministério.

Regra de proteção atende 2,26 milhões de famílias

Cerca de 2,26 milhões de famílias estão em maio na regra de proteção, que permite a continuidade do recebimento de 50% do benefício por até dois anos quando há melhora da renda familiar, desde que cada integrante receba até R$ 706.

Em maio, 159.248 novas famílias passaram a integrar a regra após aumento da renda. Desde 2025, o tempo de permanência foi reduzido de dois para um ano, mas a mudança vale apenas para famílias que entraram na transição a partir de junho de 2025.

Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará recebendo metade do benefício por dois anos.