quinta, 04 de junho, 2026
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Economia
Alimento foi destinado a 13 estados e não está mais à venda, segundo empresa. Mais 299,6 toneladas que seriam exportadas também podem ter contaminação.
13 de fevereiro de 2019
G1
A BRF vai recolher aproximadamente 164,7 toneladas de carne de frango in natura da marca Perdigão destinadas ao mercado doméstico devido ao risco de contaminação pela bactéria salmonela.
No total, 464 toneladas do alimento podem estar contaminadas. Isso porque também serão recolhidas outras 299,6 toneladas de carne de frango in natura destinadas ao mercado internacional como medida de precaução. O Brasil é o maior exportador de frango do mundo.
Vendas para 13 estados
Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (13), a empresa informou que os produtos saíram do frigorífico de Dourados (MS) em outubro e novembro últimos. Trata-se de cortes congelados de coxa, sobrecoxa, meio peito, filezinho (sassami), filé de peito e coração.
Os produtos foram comercializados nos estados do Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
A empresa afirma que eles não estão mais à venda: "A BRF entrou em contato com todos os clientes (pontos de venda) que receberam os produtos com as datas de produção mencionadas. Realizamos o inventário dos estoques e asseguramos que as quantidades ainda não comercializadas sejam bloqueadas e recolhidas."
Risco à saúde
A empresa alerta que, caso os alimentos contaminados sejam consumidos sem terem sido completamente fritos, cozidos, assados ou manuseados conforme descrito nas embalagens, eles podem causar dores abdominais, diarreia, febre e vômito.
Segundo a BRF, o consumidor que tiver produto dos lotes envolvidos no recall (veja abaixo) deve entrar em contato gratuitamente pelo telefone 0800-031-1315 ou pelo e-mail [email protected], para esclarecimento de dúvidas, troca ou devolução.
Investigação
A BRF, que também é dona da Sadia, diz ter destacado "um grupo de especialistas para investigar as origens deste único caso, para garantir a adoção das medidas apropriadas para evitar recorrência".
Ainda no comunicado, a produtora afirmou que a fábrica em Dourados segue funcionando "sob um processo rigoroso de manutenção e liberação dos produtos para assegurar que a ocorrência foi pontual e não se repetirá".
Segundo a BRF, o recall foi informado ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Ainda de acordo com a empresa, o montante envolvido no recall nacional representa uma quantia inferior a 0,1% de toda a produção mensal de frango da BRF no país.
Operação Trapaça
No ano passado, a BRF foi alvo da Operação Trapaça, um desdobramento da Carne Fraca, por suspeita de fraudar laudos relacionados à presença de salmonela em alimentos para exportação a 12 países. Neles, a porcentagem de salmonella spp tolerada é menor do que no Brasil.
Em março último, o ex-presidente global da empresa, Pedro de Andrade Faria, chegou a ser preso pela Polícia Federal junto com outras 9 pessoas ligadas à companhia.
A Operação Trapaça teve como alvos 4 unidades da BRF em Goiás, Paraná e Santa Catarina.
Logo depois, a União Europeia barrou 20 frigoríficos do Brasil, sendo 12 da BRF, entre eles um dos citados na investigação da PF.
Ainda no início de 2018, a empresa reportou prejuízo de R$ 1,1 bilhãoem consequência da primeira fase da Operação Carne Fraca, em 2017, o que impactou nas ações.
A Petros (fundo de pensão dos funcionários da Petrobras) e outros acionistas, como a Previ, fundo dos funcionários do Banco do Brasil, pediram a destituição de todos os membros do conselho da empresa, que desde 2013 era presidido pelo empresário Abilio Diniz.
O então presidente-executivo da BRF, José Aurélio Drummond Jr., renunciou ao cargo. Indicado por Diniz, o ex-presidente da Petrobras, Pedro Parente, assumiu a presidência do conselho em abril.
Em outubro, Diniz foi indiciado por estelionato e organização criminosa junto com Pedro Faria e mais 42 investigados na Operação Trapaça. Eles negam terem cometido irregularidades.
A BRF vai recolher aproximadamente 164,7 toneladas de carne de frango in natura da marca Perdigão destinadas ao mercado doméstico devido ao risco de contaminação pela bactéria salmonela.
No total, 464 toneladas do alimento podem estar contaminadas. Isso porque também serão recolhidas outras 299,6 toneladas de carne de frango in natura destinadas ao mercado internacional como medida de precaução. O Brasil é o maior exportador de frango do mundo.
Vendas para 13 estados
Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (13), a empresa informou que os produtos saíram do frigorífico de Dourados (MS) em outubro e novembro últimos. Trata-se de cortes congelados de coxa, sobrecoxa, meio peito, filezinho (sassami), filé de peito e coração.
Os produtos foram comercializados nos estados do Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
A empresa afirma que eles não estão mais à venda: "A BRF entrou em contato com todos os clientes (pontos de venda) que receberam os produtos com as datas de produção mencionadas. Realizamos o inventário dos estoques e asseguramos que as quantidades ainda não comercializadas sejam bloqueadas e recolhidas."
Risco à saúde
A empresa alerta que, caso os alimentos contaminados sejam consumidos sem terem sido completamente fritos, cozidos, assados ou manuseados conforme descrito nas embalagens, eles podem causar dores abdominais, diarreia, febre e vômito.
Segundo a BRF, o consumidor que tiver produto dos lotes envolvidos no recall (veja abaixo) deve entrar em contato gratuitamente pelo telefone 0800-031-1315 ou pelo e-mail [email protected], para esclarecimento de dúvidas, troca ou devolução.
Investigação
A BRF, que também é dona da Sadia, diz ter destacado "um grupo de especialistas para investigar as origens deste único caso, para garantir a adoção das medidas apropriadas para evitar recorrência".
Ainda no comunicado, a produtora afirmou que a fábrica em Dourados segue funcionando "sob um processo rigoroso de manutenção e liberação dos produtos para assegurar que a ocorrência foi pontual e não se repetirá".
Segundo a BRF, o recall foi informado ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Ainda de acordo com a empresa, o montante envolvido no recall nacional representa uma quantia inferior a 0,1% de toda a produção mensal de frango da BRF no país.
Operação Trapaça
No ano passado, a BRF foi alvo da Operação Trapaça, um desdobramento da Carne Fraca, por suspeita de fraudar laudos relacionados à presença de salmonela em alimentos para exportação a 12 países. Neles, a porcentagem de salmonella spp tolerada é menor do que no Brasil.
Em março último, o ex-presidente global da empresa, Pedro de Andrade Faria, chegou a ser preso pela Polícia Federal junto com outras 9 pessoas ligadas à companhia.
A Operação Trapaça teve como alvos 4 unidades da BRF em Goiás, Paraná e Santa Catarina.
Logo depois, a União Europeia barrou 20 frigoríficos do Brasil, sendo 12 da BRF, entre eles um dos citados na investigação da PF.
Ainda no início de 2018, a empresa reportou prejuízo de R$ 1,1 bilhãoem consequência da primeira fase da Operação Carne Fraca, em 2017, o que impactou nas ações.
A Petros (fundo de pensão dos funcionários da Petrobras) e outros acionistas, como a Previ, fundo dos funcionários do Banco do Brasil, pediram a destituição de todos os membros do conselho da empresa, que desde 2013 era presidido pelo empresário Abilio Diniz.
O então presidente-executivo da BRF, José Aurélio Drummond Jr., renunciou ao cargo. Indicado por Diniz, o ex-presidente da Petrobras, Pedro Parente, assumiu a presidência do conselho em abril.
Em outubro, Diniz foi indiciado por estelionato e organização criminosa junto com Pedro Faria e mais 42 investigados na Operação Trapaça. Eles negam terem cometido irregularidades.
Economia
Bolão de Campo Grande acerta quatro dezenas da Quina e prêmio principal acumula
4 de junho de 2026
Um bolão registrado em Campo Grande acertou quatro dezenas no concurso 7.042 da Quina, sorteado na noite de quarta-feira (3), e faturou R$ 31.770,30. Outros dois jogos de Mato Grosso do Sul também acertaram quatro números e receberam R$ 6.354,06 cada. Ninguém levou o prêmio principal, que acumulou.
A aposta premiada em Campo Grande foi feita na Lotérica Kohatsu, no formato físico, com 25 cotas. As outras apostas vencedoras no Estado foram registradas em uma lotérica de Campo Grande, na Sorte Grande, e em Corumbá, na Lotérica Dom Pedro II.
Segundo a Caixa Econômica Federal (Caixa), 101 apostas acertaram quatro dezenas em todo o país no concurso. Outras 7.334 registraram três acertos e 157.696 fizeram dois acertos.
Os números sorteados foram 10, 13, 25, 36 e 60. Com o resultado, o prêmio principal acumulou e a estimativa para o próximo concurso, marcado para sexta-feira, chegou a R$ 20 milhões.
Economia
Programa alcançará 19,08 milhões de famílias em maio, com pagamentos de R$ 600 e adicionais; valor médio vai a R$ 678,01.
20 de maio de 2026
A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (20) a parcela de maio do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3. O valor mínimo é de R$ 600, e o benefício médio sobe para R$ 678,01 com os adicionais previstos no programa.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), o Bolsa Família vai atender 19,08 milhões de famílias neste mês, com gasto de R$ 12,9 bilhões.
Além do valor mínimo, o programa prevê três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses para garantir a alimentação da criança.
O Bolsonaro Família também paga acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes, R$ 50 por filho de 7 a 18 anos e R$ 150 por criança de até 6 anos.
No modelo tradicional, os pagamentos ocorrem nos últimos dez dias úteis de cada mês. As informações sobre data de pagamento, valor e composição das parcelas podem ser consultadas no aplicativo Caixa Tem.
Beneficiários de 217 cidades de nove estados receberam o pagamento na segunda-feira, independentemente do NIS. A medida incluiu 124 municípios do Rio Grande do Norte, afetados pela seca.
Também foram contempladas cidades do Amazonas, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe. Segundo o MDS, essas localidades foram atingidas por chuvas, estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade.
A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do ministério.
Cerca de 2,26 milhões de famílias estão em maio na regra de proteção, que permite a continuidade do recebimento de 50% do benefício por até dois anos quando há melhora da renda familiar, desde que cada integrante receba até R$ 706.
Em maio, 159.248 novas famílias passaram a integrar a regra após aumento da renda. Desde 2025, o tempo de permanência foi reduzido de dois para um ano, mas a mudança vale apenas para famílias que entraram na transição a partir de junho de 2025.
Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará recebendo metade do benefício por dois anos.