quinta, 04 de junho, 2026
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Dom Otair Nicoletti
8 de setembro de 2023
Sentinelas de Deus – Se ele te ouvir, tu ganharás o teu irmão. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 18,15-20) - Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: 15"Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. 16Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público. 18Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isso lhes será concedido por meu Pai que está nos céus. 20Pois, onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles". Palavra da Salvação, Glória a Vós Senhor! MENSAGEM - Uma situação concreta, que muitas vezes nos aflige: Diante de uma pessoa amiga que está n erro, que atitude devemos tomar: Falar ou calar? As leituras bíblicas de hoje nos dão uma resposta. Na Primeira Leitura o profeta Ezequiel aparece como uma “Sentinela”, que Deus colocou a vigiar a “Casa de Israel”. Atento aos projetos de Deus e à realidade do mundo, percebe o que está subvertendo os planos de Deus e impedindo a felicidade dos homens (Ez 33,7-9). Sentinela é o guarda atento, que perscruta (analisa) o horizonte para prevenir o Povo de possíveis perigos. Quando percebe um perigo, deve toar o alarme. Assim a comunidade prepara-se para enfrentar o inimigo. Se não o fizer, será responsável pela catástrofe. O Profeta é a Sentinela do Senhor no meio do povo para analisar atentamente a realidade e alertar os perigos que a ameaçam. Como profundo conhecedor de Deus e das realidades, o profeta não pode ficar indiferente diante de uma pessoa má e corrupta. Ezequiel é conhecido como “O Profeta da Esperança”. Aos exilados, que estão em terra estrangeira, privados do Templo do sacerdócio e do culto, e duvidam da bondade e do amor de Deus, alimenta a esperança de que Deus não os abandonou nem os esqueceu. Deus continua a amar o seu povo e a enviar seus profetas. Na Igreja, todos somos profetas (“sentinelas”), portanto Responsáveis também pelo destino dos nossos irmãos. Na Segunda Leitura, Paulo convida os cristãos a colocar n centro da existência cristã o Mandamento do Amor. O Amor é a plenitude da Lei e uma forma de amar é advertir os irmãos. (Rm 13,8-10). A verdadeira fraternidade consiste em ajudar o irmão a ser melhor. Correção Fraterna é um sinal importante na vida da Igreja. Ela é fácil quando animada pela caridade e difícil quando ela não existe. O Evangelho sugere coo proceder com o irmão que errou (Mt 18,15-20). Iniciamos o “Discurso Eclesial” (o quarto), em que Jesus apresenta uma catequese sobre Correção Fraterna na comunidade. A Igreja é um povo profético. Somos “Sentinelas” que devem dar o alerta, advertir o irmão, que não está no caminho certo. Como corrigir o irmão que errou e provocou conflito? O Evangelho propõe um caminho em Várias Etapas: Primeiro Passo: Um encontro pessoal a sós com esse irmão: Muitas vezes costumamos espalhar o erro aos quatro ventos. O Amor é mais importante do que a Verdade. A verdade nua e crua, muitas vezes destrói a convivência entre as pessoas, pode destruir uma pessoa, arruinar uma família e destruir um casamento. Convém dizer sempre toda a verdade? A verdade que não produz amor, mas provoca perturbações, gera discórdias, ódios e rancor, não deve ser dita. (Mãe que esconde atitude dos filhos ao esposo, para evitar conflitos... Esposo convertido deve contar o passado infiel?) Falando, “Vi ajudar?” Saber quando devemos calar, quando devemos falar e como falar! Segundo Passo: Se ele não ouvir, pedir ajuda de outras pessoas, que tenham sensibilidade e sabedoria. Terceiro Passo: Se essa tentativa também falhar levar o assunto à Comunidade, para recordar ao infrator as exigências do caminho cristão. A intervenção deve ser guiada pelo amor. Mas tudo deve ficar em casa. Falar mal da própria comunidade é negativo. Falar mal da família: Pode aumentar os ressentimentos. Você ouviu “pessoas” de outras denominações religiosas falarem mal de suas igrejas ou do seu pastor? Você já ouviu católico falar mal da sua paróquia ou do seu padre? De que Igreja então ele é? Finalmente: Se persistir no erro, será considerado um pagão. Não é a Igreja que exclui o infrator, ele é que recusa a proposta do Reino e se coloca à margem da Comunidade. Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome eu estou ali no meio deles. E o Evangelho acrescenta a Oração em comum: “Se dois estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isso lhe será concedido por meu Pai que está nos céus. Pois, onde dois u mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles”. Isso quer nos lembrar que, quando a correção não for possível por outros meios, ainda poderá ser possível pela Oração, feita em comum, em nome de Jesus. Deus pode contar com você como uma “Sentinela” fiel? Diante das diferenças, dos erros e das falhas dos irmãos: Você é “tolerante”, tenta ajuda-los, com misericórdia e com caridade? Você aceita com humildade as correções justas que os outros fazem? Ou acha que isso e intromissão? Pe Antônio Geraldo Dalla Costa, CS – 10/09/2023.
Religioso
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como...
22 de maio de 2026
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).
O Pentecostes é uma das solenidades mais importantes da Santa Igreja Católica. Nela, contemplamos mais uma vez a presença do Espírito Santo e o “nascimento da Igreja”, que, fortalecida por essa efusão, coloca-se em saída para proclamar a Boa Nova: Cristo vive, aleluia!
Tão preciosa foi a preparação durante a Quaresma, maior ainda é a alegria da Ressurreição de Cristo, que, após cinquenta dias, continua a agir em Espírito e em verdade no meio de nós.
O principal relato desse acontecimento encontra-se no livro dos Atos dos Apóstolos, quando os discípulos estavam reunidos e receberam o Espírito Santo sob a forma de línguas de fogo. A partir desse momento, deixaram o medo e passaram a anunciar com coragem a mensagem de Jesus Cristo a todos os povos:
“Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At 2,1-6).
Para a Igreja Católica, o Pentecostes revela a ação viva do Espírito Santo, que guia, fortalece e santifica a Igreja. É também o cumprimento da promessa de Jesus, que assegurou aos apóstolos que não os deixaria sozinhos, mas enviaria o Consolador.
Dons do Espírito Santo
Na tradição católica, o Espírito Santo concede dons que auxiliam na vida cristã: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e Temor de Deus.
Assim, somos chamados a expressar nossa fé viva e trina sobre a Terceira pessoa, da Santíssima Trindade e fortalecidos com os seus sete dons.
Religioso
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que,...
8 de maio de 2026
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que, através de uma jovem, obediente, justa e Imaculada, a Salvação viesse ao mundo.
Mesmo diante do medo, a obediência foi maior que a insegurança, e o “sim” de Maria tornou-se caminho de esperança para toda a humanidade.
A partir desse mistério, podemos contemplar a grandeza da maternidade. Ser mãe é participar do projeto de Deus, é colaborar com a vida, é acolher, cuidar e formar. A maternidade não se resume ao ato de gerar, mas se revela no amor diário, no zelo constante e na capacidade de se doar, mesmo quando há cansaço, dúvidas e desafios.
Assim como Maria, tantas mães vivem seu “sim” todos os dias. Um “sim” silencioso, muitas vezes escondido nas pequenas atitudes: no cuidado com os filhos, na orientação, na paciência diante das dificuldades e na força para seguir em frente. São mulheres que, mesmo sem todas as certezas, escolhem amar e permanecer.
Ser mãe é, também, ensinar pelo exemplo. É mostrar o caminho do bem, transmitir valores, incentivar a fé e sustentar com ternura aqueles que lhes foram confiados. E, ainda que enfrentem inseguranças, é na coragem de continuar que revelam sua verdadeira grandeza.
Que possamos reconhecer, valorizar e agradecer por cada mãe, seja ela presente, ausente, de sangue ou de coração. Que o exemplo de Maria inspire todas as mulheres a viverem sua missão com amor, fé e confiança em Deus.
E que nunca nos falte o olhar sensível para perceber que, em cada gesto de cuidado e dedicação, existe uma expressão concreta do amor Divino que se faz presente no mundo por meio das mães.
Que a Virgem Maria interceda, por todas as Mães um Feliz dia das Mães!