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Dom Otair Nicoletti

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Pentecostes

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26 de maio de 2023

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Pentecostes - Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio: Recebei o Espírito Santo!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João (Jo 20,19-23) 19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e pondo-se no meio deles, disse: "A paz esteja convosco". 20Depois destas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: "A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio". 22E depois de ter dito isto, soprou sobre eles e disse: "Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos". Palavra da Salvação, Glória a Vós Senhor! – MENSAGEM - Celebramos neste domingo Pentecostes, a festa conclusiva do tempo Pascal. Com o envio do Espírito Santo sobre os apóstolos, marca-se o início da Missão, o nascimento da Igreja. As Leituras Bíblicas nos falam do fato: Na Primeira Leitura Lucas descreve como um fato solene, acontecido em Jerusalém na festa judaica do Pentecostes, cinquenta dias depois da Páscoa (At 2,1-11) O Espírito presente no início da vida pública de Jesus, está presente no início da atividade missionária da Igreja. O Espírito Santo transforma profundamente os apóstolos e une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas. Inúmeros ouvintes pedem o Batismo. O Pentecostes era uma festa judaica muito antiga, celebrada cinquenta dias depois da Páscoa. Inicialmente era uma festa agrícola, que agradecia a colheita do trigo e oferecia as primícias. Depois passou a celebrar a chegada do Povo de Israel ao Sinai, onde recebe a Lei de Deus. Tornou-se a festa da Lei, da Aliança. Lucas queria afirmar que na festa da entrega da Lei de Moisés, recebemos a nova Lei de Cristo: O Espírito Santo. Dai apresentar os mesmos fenômenos do Sinai: trovões, vento forte, chamas de fogo... Várias línguas, quer ensinar que a Igreja é destinada a todos os povos, sem barreiras de língua, raça ou nação. Lembra a torre de Babel: Lá ninguém mais se entende, e se afastam uns dos outros. Aqui o Espírito inicia um movimento inverso. Todos falam uma língua que todos compreendem. Formam uma única família, onde todos se entendem e se amam. Não devemos tomar o texto ao é da letra, mas a mensagem: Apresenta a Igreja como uma comunidade de irmãos reunidos por causa de Cristo, animada pelo Espírito do ressuscitado, que testemunha na história o projeto libertador de Jesus. A Segunda Leitura, recorda a ação do Espírito Santo na Comunidade. A Igreja unida em Cristo, formando um só corpo na diversidade de dons e ministérios, que se manifestam para o bem comum. (1cor. 12,3b-7,12-13). No Evangelho, João situa a recepção do Espírito Santo na Galiléia, no anoitecer do dia de Páscoa (Jo 20,19-23). Jesus ressuscitado vai ao encontro dos apóstolos, oferece a Paz e os plenifica com os dons do Espírito Santo. O “anoitecer”, as “portas fechadas”, o “medo” revelam a situação de uma comunidade desorientada e insegura. Entretanto, Jesus aparece “no meio deles”. Jesus é o centro e a razão de ser da Comunidade. Jesus lhes deseja “a Paz” (Shalon). Significa serenidade, tranquilidade, confiança, para os discípulos superarem o medo e a insegurança. Em seguida, Jesus “mostra-lhes as mãos e o lado” São os sinais da entrega total e amorosa de Jesus na Cruz. Comunica o Espírito, com o gesto de soprar sobre os discípulos. Com o “sopro” de Deus na criação, o ser homem de barro adquiriu vida. Com este “sopro” nasce o Homem Novo. Finalmente, Jesus explicita a missão dos discípulos: “Como o Pai me enviou... eu também vos envio”.  REAÇÃO DA COMUNIDADE É A ALEGRIA, QUE NINGUÉM PODE TIRAR. Embora as perspectivas de João e de Lucas sejam diferentes, a finalidade é a mesma. Ambos mostram que o mesmo Espírito, que acompanhou a ação missionária de Jesus, continua assistindo a ação missionária de sua Igreja. O Pentecoste Continua – Diante desses fatos grandiosos, talvez invejamos a sorte dos apóstolos e esquecemos que o Pentecoste continua ainda hoje. Em nossa vida houve um Pentecostes Com a Crisma, recebemos os dons do Espírito Santo: Sabedoria, Conselho, Fortaleza, Entendimento, Ciência, Temor de Deus, Piedade. Animados pelo dom do Cristo Ressuscitado no Batismo e fortalecidos pelo Espírito Santo recebido na Crisma, somos enviados como mensageiros da paz e da reconciliação. Na Igreja o Espírito Santo é a alma da Igreja. Faz nascer a igreja e sempre a renova ao longo dos tempos, com seus dons e carismas. Na Missão: “Como o Pai me enviou, eu também vos envio”. O cristão é um enviado: Para viver e contagiar a Paz, às vezes tão ausente no mundo, para experimentar o perdão e a misericórdia (atitudes da Igreja no mundo). A ser construtores da Comunidade. Na mesma linguagem todos se entendem, todos falam a linguagem do amor. “O Espírito na autora da Igreja deu a todas as nações o conhecimento da divindade e reuniu a variedade das línguas na confissão da mesma fé (Prefácio). Ele ilumina nossos passos, nosso agir e nossas escolhas. Ele nos dá coragem e alegria para sermos verdadeiros discípulos e missionários de Cristo. Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa – CS 28/05/2023.
 

Religioso

Pentecostes: A Plenitude da Páscoa e o Nascimento da Igreja

“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como...

Pentecostes: A Plenitude da Páscoa e o Nascimento da Igreja

22 de maio de 2026

Pentecostes: A Plenitude da Páscoa e o Nascimento da Igreja

 

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“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).
O Pentecostes é uma das solenidades mais importantes da Santa Igreja Católica. Nela, contemplamos mais uma vez a presença do Espírito Santo e o “nascimento da Igreja”, que, fortalecida por essa efusão, coloca-se em saída para proclamar a Boa Nova: Cristo vive, aleluia!
Tão preciosa foi a preparação durante a Quaresma, maior ainda é a alegria da Ressurreição de Cristo, que, após cinquenta dias, continua a agir em Espírito e em verdade no meio de nós.
O principal relato desse acontecimento encontra-se no livro dos Atos dos Apóstolos, quando os discípulos estavam reunidos e receberam o Espírito Santo sob a forma de línguas de fogo. A partir desse momento, deixaram o medo e passaram a anunciar com coragem a mensagem de Jesus Cristo a todos os povos:
“Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At 2,1-6).
Para a Igreja Católica, o Pentecostes revela a ação viva do Espírito Santo, que guia, fortalece e santifica a Igreja. É também o cumprimento da promessa de Jesus, que assegurou aos apóstolos que não os deixaria sozinhos, mas enviaria o Consolador.
Dons do Espírito Santo
Na tradição católica, o Espírito Santo concede dons que auxiliam na vida cristã: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e Temor de Deus.

Assim, somos chamados a expressar nossa fé viva e trina sobre a Terceira pessoa, da Santíssima Trindade e fortalecidos com os seus sete dons.

Religioso

Feliz dia das Mães

Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que,...

Feliz dia das Mães

8 de maio de 2026

Feliz dia das Mães

 

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Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que, através de uma jovem, obediente, justa e Imaculada, a Salvação viesse ao mundo.
 Mesmo diante do medo, a obediência foi maior que a insegurança, e o “sim” de Maria tornou-se caminho de esperança para toda a humanidade.
A partir desse mistério, podemos contemplar a grandeza da maternidade. Ser mãe é participar do projeto de Deus, é colaborar com a vida, é acolher, cuidar e formar. A maternidade não se resume ao ato de gerar, mas se revela no amor diário, no zelo constante e na capacidade de se doar, mesmo quando há cansaço, dúvidas e desafios.
Assim como Maria, tantas mães vivem seu “sim” todos os dias. Um “sim” silencioso, muitas vezes escondido nas pequenas atitudes: no cuidado com os filhos, na orientação, na paciência diante das dificuldades e na força para seguir em frente. São mulheres que, mesmo sem todas as certezas, escolhem amar e permanecer.
Ser mãe é, também, ensinar pelo exemplo. É mostrar o caminho do bem, transmitir valores, incentivar a fé e sustentar com ternura aqueles que lhes foram confiados. E, ainda que enfrentem inseguranças, é na coragem de continuar que revelam sua verdadeira grandeza.
Que possamos reconhecer, valorizar e agradecer por cada mãe, seja ela presente, ausente, de sangue ou de coração. Que o exemplo de Maria inspire todas as mulheres a viverem sua missão com amor, fé e confiança em Deus.
E que nunca nos falte o olhar sensível para perceber que, em cada gesto de cuidado e dedicação, existe uma expressão concreta do amor Divino que se faz presente no mundo por meio das mães.

Que a Virgem Maria interceda, por todas as Mães um Feliz dia das Mães!