quinta, 04 de junho, 2026
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O Semeador – A Liturgia nos convida a refletir sobre a importância da Palavra de Deus e nos exorta a ser uma “terra boa” que acolha a Palavra e produza frutos abundantes na vida de cada dia. Na Primeira Leitura, o profeta compara a Palavra de Deus à Chuva “não voltará, sem ter cumprido a sua missão”. (Is. 55.10-11). Ao povo no exílio, já cansado e desiludido de voltar à sua terra, o profeta anuncia que Deus é sempre fiel às suas promessas. Sua Palavra é como a chuva e a neve: caem do céu e não voltam sem terem produzido o efeito. Deus não esquece o seu povo, sua Palavra nunca falha. Na Segunda Leitura Paulo ensina que o tempo da semeadura sempre é difícil, sofre-se com a dor e a espera, mas não se trata de um grito de morte, e sim do início de uma nova vida que vem chegando. (Rm. 8.18-23) No Evangelho, com a Parábola da Semente e do Semeador, vemos que o fruto da Palavra de deus depende da qualidade da terra. (Mt. 13.1-23). Com essa parábola, Mateus inicia o terceiro Discurso de Cristo: as Sete parábolas do Reino. “O semeador saiu a semear, a semente. Parte caiu: no caminho e os pássaros viera e as comeram. No térreo pedregoso brotou mas logo secou. No meio dos espinhos – os espinhos cresceram e sufocaram as sementes. Na terra boa produziu trinta, sessenta e cem por um. Jesus estava encontrando dificuldade na aceitação de sua Palavra. Havia gente que não acreditava; Havia gente que embora simpatizasse com Jesus, logo desistia; Havia gente que via a mensagem de Jesus como uma ameaça – devia mudar de vida, afastar-se do poder, largar as riquezas... Por isso, hostilizava e tramava a morte do próprio Jesus. No fim estavam ficando com ele só alguns discípulos. Até ele tinham as suas dúvidas. Será que a Palavra de Jesus estava se tornando ineficaz? Jesus responde com a Parábola: Apesar dos obstáculos, a semente não perde a sua força. Deus lança a sua semente em todas as direções, não recusa: nem aos pecadores endurecidos; nem às pessoas superficiais; nem às pessoas imersas nas preocupações do mundo (prazeres, negócios). O ser humano pode fechar-se à Palavra de Deus, rejeitá-la, mas sempre haverá terreno ponde produzirá trinta, sessenta e cem por um. O acolhimento do evangelho não depende nem da Semente nem do Semeador, mas da qualidade da Terra. Diante da Palavra de Deus, há quatro tipos de ouvintes que existiam naquele tempo e que continuam existindo hoje: Há os que têm um coração materialista. São até “muito religiosos”, mas dão prioridade à riqueza e aos bens deste mundo. Essas preocupações são como espinheiros que sufocam a semente da Palavra. Há também os que têm um Coração aberto e disponível. Neles, a Palavra de Jesus é acolhida e dá muito fruto. A Parábola nos propõe Três Perguntas: 1) “Que terreno somos nós?” – Questionamos o Pregador (Semeador) da Palavra de Deus: “Foi comprido, foi repetitivo, foi pesado...” Que tal questionar também a nossa atitude de Ouvintes? 2) Que Semeadores somos nós? Cuidamos o nosso terreno, retiramos as pedras e espinhos? Aprimoramos a semente que usamos, ou já tem validade vencida, porque não estudamos, não nos informamos, não nos atualizamos? (Na catequese, na liturgia, com cantos, na escola, na família, em nosso local de trabalho). 3) – Vale a pena semear? A Parábola de Jesus é uma Parábola de Esperança: Jesus é o Semeador, e nós também o somos, junto com ele. O semeador semeia em todos os terrenos, mesmo nos inférteis. E algumas sementes acabam germinando... O importante é semear o grão da esperança. Semear o sorriso para que resplandeça ao redor de nós. Semear as nossas energias para enfrentar as batalhas da vida. Semear nossa coragem para reerguer a coragem do outro. Semear nosso entusiasmo, nossa fé, nosso amor... O Evangelho de hoje nos garante, que apesar do aparente fracasso, o sucesso do “Reino” está garantido; e o resultado final será algo de surpreendente e de maravilhoso. Deus no garante: “ A Palavra de Deus não voltará sem produzir o seu fruto”.
Pe. Antonio Geraldo Dalala Costa CS – 16/07/2023
Põe a semente na terra não será em vão. Não te preocupe a colheita, plantas para o irmão...(canto) –
Toda semente é um anseio de frutificar. E todo fruto é uma forma da gente se dar.
Põe a semente na terra não será em vão, não te preocupe a colheita, plantas para o irmão. Toda palavra é um anseio de comunicar. E toda fala é uma forma da gente se dar.
Põe a semente na terra não será em vão, não te preocupe a colheita, plantas para o irmão
Todo tijolo é um anseio de edificar. E toda obra é uma forma da gente se dar.
Põe a semente na terra não será em vão, não te preocupe a colheita, plantas para o irmão.
Religioso
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como...
22 de maio de 2026
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).
O Pentecostes é uma das solenidades mais importantes da Santa Igreja Católica. Nela, contemplamos mais uma vez a presença do Espírito Santo e o “nascimento da Igreja”, que, fortalecida por essa efusão, coloca-se em saída para proclamar a Boa Nova: Cristo vive, aleluia!
Tão preciosa foi a preparação durante a Quaresma, maior ainda é a alegria da Ressurreição de Cristo, que, após cinquenta dias, continua a agir em Espírito e em verdade no meio de nós.
O principal relato desse acontecimento encontra-se no livro dos Atos dos Apóstolos, quando os discípulos estavam reunidos e receberam o Espírito Santo sob a forma de línguas de fogo. A partir desse momento, deixaram o medo e passaram a anunciar com coragem a mensagem de Jesus Cristo a todos os povos:
“Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At 2,1-6).
Para a Igreja Católica, o Pentecostes revela a ação viva do Espírito Santo, que guia, fortalece e santifica a Igreja. É também o cumprimento da promessa de Jesus, que assegurou aos apóstolos que não os deixaria sozinhos, mas enviaria o Consolador.
Dons do Espírito Santo
Na tradição católica, o Espírito Santo concede dons que auxiliam na vida cristã: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e Temor de Deus.
Assim, somos chamados a expressar nossa fé viva e trina sobre a Terceira pessoa, da Santíssima Trindade e fortalecidos com os seus sete dons.
Religioso
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que,...
8 de maio de 2026
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que, através de uma jovem, obediente, justa e Imaculada, a Salvação viesse ao mundo.
Mesmo diante do medo, a obediência foi maior que a insegurança, e o “sim” de Maria tornou-se caminho de esperança para toda a humanidade.
A partir desse mistério, podemos contemplar a grandeza da maternidade. Ser mãe é participar do projeto de Deus, é colaborar com a vida, é acolher, cuidar e formar. A maternidade não se resume ao ato de gerar, mas se revela no amor diário, no zelo constante e na capacidade de se doar, mesmo quando há cansaço, dúvidas e desafios.
Assim como Maria, tantas mães vivem seu “sim” todos os dias. Um “sim” silencioso, muitas vezes escondido nas pequenas atitudes: no cuidado com os filhos, na orientação, na paciência diante das dificuldades e na força para seguir em frente. São mulheres que, mesmo sem todas as certezas, escolhem amar e permanecer.
Ser mãe é, também, ensinar pelo exemplo. É mostrar o caminho do bem, transmitir valores, incentivar a fé e sustentar com ternura aqueles que lhes foram confiados. E, ainda que enfrentem inseguranças, é na coragem de continuar que revelam sua verdadeira grandeza.
Que possamos reconhecer, valorizar e agradecer por cada mãe, seja ela presente, ausente, de sangue ou de coração. Que o exemplo de Maria inspire todas as mulheres a viverem sua missão com amor, fé e confiança em Deus.
E que nunca nos falte o olhar sensível para perceber que, em cada gesto de cuidado e dedicação, existe uma expressão concreta do amor Divino que se faz presente no mundo por meio das mães.
Que a Virgem Maria interceda, por todas as Mães um Feliz dia das Mães!