quinta, 04 de junho, 2026
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Dom Otair Nicoletti
19 de abril de 2024
O Bom Pastor - O bom pastor dá a vida por suas ovelhas. - Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João (Jo 10,11-18) Naquele tempo, disse Jesus: 11"Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas. 12O mercenário, que não é pastore não é dono das ovelhas, vê o lobo chegar, abandona as ovelhas e foge, e o lobo as ataca e dispersa. 13Pois ele é apenas um mercenárioe não se importa com as ovelhas. 14Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem, 15assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai. Eu dou minha vida pelas ovelhas. 16Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil: também a elas devo conduzir; escutarão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor. 17É por isso que o Pai me ama, porque dou a minha vida, para depois recebê-la novamente. 18Ninguém tira a minha vida, eu a dou por mim mesmo; tenho poder de entregá-la e tenho poder de recebê-la novamente; esta é a ordem que recebi do meu Pai". Palavra da Salvação, Glória a Vós Senhor! – MENSAGEM - O Quarto domingo de Páscoa é conhecido como o Domingo do BOM PASTOR, porque nele todos os anos, Jesus é apresentado como o "Bom Pastor". No Antigo Testamento, essa imagem aparece com frequência… Grandes personagens foram pastores (Abel… Moisés… Davi…) Num país árido, a presença do pastor era vital para a ovelha sobreviver... O pastor passava o dia todo com ela e estabelecia profunda identidade com ela. O próprio Deus se compara a um Pastor, que guia, defende e alimenta o seu povo (Sl 80). Quase todos os Reis de Israel foram "Maus pastores", que conduziram o Povo por caminhos de morte e desgraça. Por isso, o Senhor promete: "Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas". (Ez 34,15) A Primeira Leitura mostra o PRIMEIRO PASTOR da jovem Comunidade: Pedro responde ao Sinédrio, que curou o aleijado: "em nome de Jesus Cristo, crucificado por vós, mas ressuscitado por Deus". (At 4,8-12) Ele é o único Salvador, o "Pastor verdadeiro" que nos conduz à verdadeira vida. O Salmista agradece porque a pedra rejeitada pelos construtores tornou-se a pedra angula. (Sl 118) Na Segunda Leitura, João afirma que somos todos FILHOS DE DEUS. Mas essa filiação divina não é uma conquista nossa, mas um dom do Deus que habita em nós. (1Jo 3,1-2) No Evangelho, Jesus afirma: "Eu sou o BOM PASTOR". (Jo 10,11-18) É uma Catequese sobre a pessoa e a missão de Jesus: conduzir o homem às pastagens verdejantes e às fontes cristalinas, de onde brota a vida em plenitude. O BOM PASTOR é diferente dos outros, por duas razões: Porque está disposto a DAR A VIDA pelas ovelhas que ama. (5 x) O mercenário no perigo abandona as ovelhas e foge… Porque CONHECE suas ovelhas e é conhecido por elas… Ele as chama pelo nome… e elas o seguem… "Conhecer" é mais que um ato intelectual… é comunhão de vida... É fruto do convívio e do diálogo, e gera o amor. Quem são as ovelhas desse rebanho? São os que seguem a voz do Pastor. Mas não só os que participam da Igreja de modo organizado: "Tenho ainda outras ovelhas que não são desse rebanho, é preciso que eu as conduza. E elas ouvirão a minha voz. E haverá um só rebanho e um só pastor". Esse apelo de unidade de Cristo nos pede: um zelo apostólico para cativar outras ovelhas que ainda não descobriram o amor apaixonado do Bom Pastor... um espírito de unidade que vença as barreiras que nos separam... Ele não quer uma Igreja dividida em rebanhos separados... É um convite ao verdadeiro ecumenismo... Quem é o nosso Pastor? Para os cristãos, o Pastor por excelência é Cristo: Ele recebeu do Pai a missão de conduzir o rebanho de Deus… Pastores são também o Papa, os Bispos, os padres... São também as pessoas que prestam um serviço na família, na sociedade, no ambiente de trabalho... São também pessoas que receberam de Deus e da Igreja a missão de presidir e animar, em nossas comunidades cristãs. A única condição para pastorear o rebanho do Bom Pastor Jesus falou certa vez a Pedro: “Simão, tu me amas? Então apascenta as minhas ovelhas!”. Quem não é apaixonado por Jesus não pode ser pastor do seu rebanho! Não se trata de competência, de eficiência ou de vedetismo; trata-se de amor! Se tu amas, então apascenta! Como Cristo exerce a Missão de Pastor? Ele aponta caminhos, defende as suas ovelhas nos perigos, mantém uma relação pessoal com cada uma, conhece os seus sofrimentos, sonhos e esperanças. As Pastorais são serviços de Pastor nos diversos setores da Comunidade. Como atuamos nós? Por amor ou para levar alguma vantagem? Como reconhecer o "Bom Pastor"? Para distinguir a "voz" do "Bom Pastor" é preciso um permanente diálogo íntimo com Cristo, um confronto permanente com a sua Palavra e a participação ativa nos sacramentos. Voltemos o nosso olhar para Aquele que foi entregue por nós e por nós ressuscitou. Olhemos seu lado aberto, suas mãos chagadas. Escutemo-lo dizer: "Eu sou o bom Pastor! Eu conheço as minhas ovelhas! Eu dou a minha vida pelas ovelhas!" Num mundo de tantas vozes, sigamos a voz de Jesus! Num mundo de tantas pastagens venenosas, deixemos que o Senhor nos conduza às pastagens verdadeiras, que nos dão vida plena e sacia nosso coração! Num mundo que nos tenta seduzir com tantos amores, amemos de todo coração Aquele que nos amou e por nós se entregou ao Pai! Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 21.04.2024
Religioso
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como...
22 de maio de 2026
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).
O Pentecostes é uma das solenidades mais importantes da Santa Igreja Católica. Nela, contemplamos mais uma vez a presença do Espírito Santo e o “nascimento da Igreja”, que, fortalecida por essa efusão, coloca-se em saída para proclamar a Boa Nova: Cristo vive, aleluia!
Tão preciosa foi a preparação durante a Quaresma, maior ainda é a alegria da Ressurreição de Cristo, que, após cinquenta dias, continua a agir em Espírito e em verdade no meio de nós.
O principal relato desse acontecimento encontra-se no livro dos Atos dos Apóstolos, quando os discípulos estavam reunidos e receberam o Espírito Santo sob a forma de línguas de fogo. A partir desse momento, deixaram o medo e passaram a anunciar com coragem a mensagem de Jesus Cristo a todos os povos:
“Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At 2,1-6).
Para a Igreja Católica, o Pentecostes revela a ação viva do Espírito Santo, que guia, fortalece e santifica a Igreja. É também o cumprimento da promessa de Jesus, que assegurou aos apóstolos que não os deixaria sozinhos, mas enviaria o Consolador.
Dons do Espírito Santo
Na tradição católica, o Espírito Santo concede dons que auxiliam na vida cristã: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e Temor de Deus.
Assim, somos chamados a expressar nossa fé viva e trina sobre a Terceira pessoa, da Santíssima Trindade e fortalecidos com os seus sete dons.
Religioso
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que,...
8 de maio de 2026
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que, através de uma jovem, obediente, justa e Imaculada, a Salvação viesse ao mundo.
Mesmo diante do medo, a obediência foi maior que a insegurança, e o “sim” de Maria tornou-se caminho de esperança para toda a humanidade.
A partir desse mistério, podemos contemplar a grandeza da maternidade. Ser mãe é participar do projeto de Deus, é colaborar com a vida, é acolher, cuidar e formar. A maternidade não se resume ao ato de gerar, mas se revela no amor diário, no zelo constante e na capacidade de se doar, mesmo quando há cansaço, dúvidas e desafios.
Assim como Maria, tantas mães vivem seu “sim” todos os dias. Um “sim” silencioso, muitas vezes escondido nas pequenas atitudes: no cuidado com os filhos, na orientação, na paciência diante das dificuldades e na força para seguir em frente. São mulheres que, mesmo sem todas as certezas, escolhem amar e permanecer.
Ser mãe é, também, ensinar pelo exemplo. É mostrar o caminho do bem, transmitir valores, incentivar a fé e sustentar com ternura aqueles que lhes foram confiados. E, ainda que enfrentem inseguranças, é na coragem de continuar que revelam sua verdadeira grandeza.
Que possamos reconhecer, valorizar e agradecer por cada mãe, seja ela presente, ausente, de sangue ou de coração. Que o exemplo de Maria inspire todas as mulheres a viverem sua missão com amor, fé e confiança em Deus.
E que nunca nos falte o olhar sensível para perceber que, em cada gesto de cuidado e dedicação, existe uma expressão concreta do amor Divino que se faz presente no mundo por meio das mães.
Que a Virgem Maria interceda, por todas as Mães um Feliz dia das Mães!