quinta, 04 de junho, 2026
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Dom Otair Nicoletti
13 de outubro de 2023
O Banquete e os convidados – Convidai para a festa todos os que encontrardes. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 22,1-14) Naquele tempo, Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, dizendo: 2"O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho. 3E mandou os seus empregados para chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram vir. 4O rei mandou outros empregados, dizendo: 'Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais cevados já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde para a festa!' 5Mas os convidados não deram a menor atenção: um foi para o seu campo, outro para os seus negócios, 6outros agarraram os empregados, bateram neles e os mataram. 7O rei ficou indignado e mandou suas tropas para matar aqueles assassinos e incendiar a cidade deles. 8Em seguida, o rei disse aos empregados: 'A festa de casamento está pronta, mas os convidados não foram dignos dela. 9Portanto, ide até às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes'. 10Então os empregados saíram pelos caminhos e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados. 11Quando o rei entrou para ver os convidados, observou aí um homem que não estava usando traje de festa 12e perguntou-lhe: 'Amigo, como entraste aqui sem o traje de festa?' Mas o homem nada respondeu. 13Então o rei disse aos que serviam: 'Amarrai os pés e as mãos desse homem e jogai-o fora, na escuridão! Aí haverá choro e ranger de dentes'. 14Por que muitos são chamados, e poucos são escolhidos". Palavra da Salvação, Glória a Vós Senhor! MENSAGEM - Nos últimos domingos, refletimos sobre a realidade da IGREJA: como uma "Vinha" e nós éramos convidados a trabalhar nessa vinha. Hoje: As leituras nos falam de um BANQUETE solene ao qual somos todos convidados a participar... Na Primeira Leitura, temos uma visão profética de Isaías, em que nos fala de um banquete preparado por Deus para todos os povos. (Is 25, 6-10a) Para o Povo da Bíblia, o banquete sempre foi sinal de amizade, partilha, momento em que se trocam presentes. Mas esse banquete seria especial, pois será promovido pelo próprio Deus. Como presentes, Deus irá acabar com as lágrimas, o luto e a tristeza e sobretudo oferecerá a vitória sobre a morte. Esse Banquete expressa a esperança humana num futuro de alegria e de Salvação para todos. Na Segunda Leitura mostra que a força de Cristo ressuscitado sustenta Paulo em meio às dificuldades: "Tudo posso naquele que me dá força". (Fl 4.12-14.19-20) No Evangelho, Jesus retoma essa imagem do Banquete. (Mt 22, 1-14) O Reino de Deus é comparado ao Banquete para uma festa de casamento. O Rei é Deus que organiza a festa de núpcias de seu Filho (Jesus). A Esposa é a humanidade inteira... a própria Igreja.... O Banquete representa a felicidade dos tempos messiânicos. Quem acolhe o convite experimenta profunda alegria... Os Servos representam os profetas... Os Apóstolos, e todos nós... Os Convidados ao longo do caminho... são os homens do mundo inteiro..., os pecadores e os desclassificados o acolheram de braços abertos. Os Primeiros convidados não entram na festa: representam os líderes de Israel, preferem seus interesses, estão satisfeitos com sua estrutura religiosa... O Convidado sem o traje nupcial foi retirado da sala. Aceitou o convite, mas não vestiu o traje apropriado... Alguns convidados recusam... Se a festa é tão boa, por que alguns recusam? A parábola fala de dois tipos de recusa: Indiferentes, que preferem cuidar de seus negócios particulares e não são motivados para a busca da alegria coletiva... Violentos: Os que eliminam os que se empenham na construção do Reino. Os que não querem mesmo que a festa aconteça... Todos são convidados: Deus não desiste. Continua chamando: "Ide pelas encruzilhadas... e convidai todos os que encontrardes..." E esses aceitam o convite e participam do banquete. E a sala do festim ficou cheia de convivas... "bons e maus..."Não basta ser convidado e entrar na sala do banquete: Um até foi expulso... não tanto porque não tinha a roupa do banquete, mas porque não tinha a disposição correta para participar da festa. E conclui: "Muitos são os chamados... poucos os escolhidos..." Não quer dizer que poucos se salvam..., mas sim que o número é inferior ao dos chamados... por não corresponder ao chamado divino. E Deus continua convidando..."Ide pelas encruzilhadas, pelas periferias das cidades e convidai a todos os que encontrardes..." Cristo nos convida também para o Banquete da Eucaristia... "Felizes os convidados para o banquete de núpcias do Cordeiro!" (Ap 9, 19) - Aceitamos, com alegria, esse convite ou encontramos inúmeras desculpas para não comparecer? Nesse Banquete, "participamos" revestidos de uma roupagem de fé em plena COMUNHÃO com Deus e com os irmãos, procurando viver intensamente a presença de Cristo no meio de nós? Ou apenas "assistimos" a missa por motivos humanos? A nossa participação no banquete nos torna merecedores de sermos "convidados" e “escolhidos"? A Igreja continua convidando... A grande função da Igreja é chamar e os convidados somos todos nós. Não basta pertencer materialmente a Cristo e à Igreja, mas, no fundo do coração, não ser de Cristo, nem para Cristo... Ser convidado ao banquete deve nos levar a melhorar o mundo, trabalhando pela libertação evangélica dos irmãos em todos os lugares onde a vida está sendo ameaçada. Qual a nossa resposta? Estou no primeiro, ou no segundo grupo? dos primeiros que encontram motivos, desculpas, talvez até importantes, mas que impedem de participar do Banquete divino? Dos que estão tão imersos nos afazeres terrenos, que julgam tempo perdido pensar em Deus e na vida eterna..., ou do segundo grupo, dos humildes, encontrados nas encruzilhadas..., mas que acolhem com alegria o convite do Senhor e provam a alegria profunda da festa preparada pelo Senhor? A mesa do banquete está preparada. e o convidado é também você... A decisão é sua... São muitos os convidados, quase ninguém tem tempo... Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 15.10.2023
Religioso
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como...
22 de maio de 2026
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).
O Pentecostes é uma das solenidades mais importantes da Santa Igreja Católica. Nela, contemplamos mais uma vez a presença do Espírito Santo e o “nascimento da Igreja”, que, fortalecida por essa efusão, coloca-se em saída para proclamar a Boa Nova: Cristo vive, aleluia!
Tão preciosa foi a preparação durante a Quaresma, maior ainda é a alegria da Ressurreição de Cristo, que, após cinquenta dias, continua a agir em Espírito e em verdade no meio de nós.
O principal relato desse acontecimento encontra-se no livro dos Atos dos Apóstolos, quando os discípulos estavam reunidos e receberam o Espírito Santo sob a forma de línguas de fogo. A partir desse momento, deixaram o medo e passaram a anunciar com coragem a mensagem de Jesus Cristo a todos os povos:
“Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At 2,1-6).
Para a Igreja Católica, o Pentecostes revela a ação viva do Espírito Santo, que guia, fortalece e santifica a Igreja. É também o cumprimento da promessa de Jesus, que assegurou aos apóstolos que não os deixaria sozinhos, mas enviaria o Consolador.
Dons do Espírito Santo
Na tradição católica, o Espírito Santo concede dons que auxiliam na vida cristã: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e Temor de Deus.
Assim, somos chamados a expressar nossa fé viva e trina sobre a Terceira pessoa, da Santíssima Trindade e fortalecidos com os seus sete dons.
Religioso
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que,...
8 de maio de 2026
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que, através de uma jovem, obediente, justa e Imaculada, a Salvação viesse ao mundo.
Mesmo diante do medo, a obediência foi maior que a insegurança, e o “sim” de Maria tornou-se caminho de esperança para toda a humanidade.
A partir desse mistério, podemos contemplar a grandeza da maternidade. Ser mãe é participar do projeto de Deus, é colaborar com a vida, é acolher, cuidar e formar. A maternidade não se resume ao ato de gerar, mas se revela no amor diário, no zelo constante e na capacidade de se doar, mesmo quando há cansaço, dúvidas e desafios.
Assim como Maria, tantas mães vivem seu “sim” todos os dias. Um “sim” silencioso, muitas vezes escondido nas pequenas atitudes: no cuidado com os filhos, na orientação, na paciência diante das dificuldades e na força para seguir em frente. São mulheres que, mesmo sem todas as certezas, escolhem amar e permanecer.
Ser mãe é, também, ensinar pelo exemplo. É mostrar o caminho do bem, transmitir valores, incentivar a fé e sustentar com ternura aqueles que lhes foram confiados. E, ainda que enfrentem inseguranças, é na coragem de continuar que revelam sua verdadeira grandeza.
Que possamos reconhecer, valorizar e agradecer por cada mãe, seja ela presente, ausente, de sangue ou de coração. Que o exemplo de Maria inspire todas as mulheres a viverem sua missão com amor, fé e confiança em Deus.
E que nunca nos falte o olhar sensível para perceber que, em cada gesto de cuidado e dedicação, existe uma expressão concreta do amor Divino que se faz presente no mundo por meio das mães.
Que a Virgem Maria interceda, por todas as Mães um Feliz dia das Mães!