quinta, 04 de junho, 2026
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Dom Otair Nicoletti
24 de novembro de 2023
Nosso Senhor Jesus Cristo – Rei do Universo - Assentar-se-á em seu trono glorioso e separará uns dos outros. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 25,31-46) Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 31"Quando o Filho do Homem vier em sua glória, acompanhado de todos os anjos, então se assentará em seu trono glorioso. 32Todos os povos da terra serão reunidos diante dele, e ele separará uns dos outros, assim como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. 33E colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. 34Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: 'Vinde, benditos de meu Pai! Recebei como herança o Reino que meu Pai vos preparou desde a criação do mundo! 35 Pois eu estava com fome e me destes de comer; eu estava com sede e me destes de beber; eu era estrangeiro e me recebestes em casa; 36eu estava nu e me vestistes;
eu estava doente e cuidastes de mim; eu estava na prisão e fostes me visitar'. 37Então os justos lhe perguntarão: 'Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? com sede e te demos de beber? 38Quando foi que te vimos como estrangeiro e te recebemos em casa, e sem roupa e te vestimos? 39Quando foi que te vimos doente ou preso, e fomos te visitar?' 40Então o Rei lhes responderá:
'Em verdade eu vos digo, que todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos,
foi a mim que o fizestes!' 41Depois o Rei dirá aos que estiverem à sua esquerda: 'Afastai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno, preparado para o diabo e para os seus anjos. 42Pois eu estava com fome e não me destes de comer; eu estava com sede e não me destes de beber; 43eu era estrangeiro e não me recebestes em casa; eu estava nu e não me vestistes; eu estava doente e na prisão e não fostes me visitar'. 44E responderão também eles: 'Senhor, quando foi que te vimos com fome, ou com sede,
como estrangeiro, ou nu, doente ou preso, e não te servimos?' 45Então o Rei lhes responderá: 'Em verdade eu vos digo, todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes!' 46Portanto, estes irão para o castigo eterno, enquanto os justos irão para a vida eterna".
Palavra da Salvação, Glória a Vós Senhor!
MENSAGEM - Vinde, benditos de meu pai, possui por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Com a solenidade de Cristo, Rei do Universo, encerramos hoje o Ano Litúrgico no qual celebramos os principais mistérios da nossa fé. As leituras falam, desse Rei e do seu Reino. O Reino de Deus é uma realidade que Jesus semeou, que os discípulos são chamados na história e que terá o seu tempo definitivo no mundo que há de vir. Apresentam Três Aspectos da realeza de Cristo. Na Primeira Leitura, Deus se revela como um Rei Pastor, totalmente dedicado ao bem de suas ovelhas (Ex 34,11-12,15-17). O profeta Ezequiel depois de denunciar os “maus pastores” que exploraram e abusaram do povo e o conduziram por caminhos de morte e de desgraça, até a catástrofe final de Jerusalém e ao Exílio, consola o povo com uma mensagem de esperança. Deus será o Bom Pastor que libertará e reconduzirá as ovelhas dispersas para a terra prometida. Essa profecia se cumpre em Jesus, o Bom Pastor. A Segunda Leitura apresenta um Rei Soberano, vencedor da morte e do pecado, estabelecendo uma realeza universal. Paulo explica o Senhorio universal, a Sabedoria e a Realeza de Cristo Ressuscitado, que é a primícia de todos os que morreram. (1Cor. 20-26,28). O Evangelho mostra um Rei Juiz (Mt 25,31-46). Costumamos crer que o julgamento final só acontecerá no fim dos tempos. A Parábola apresenta o “Filho do Homem” sentado no seu trono, separando as pessoas como o Pastor separa as ovelhas dos cabritos. Ele sabe discernir os justos e os injustos. Ele não julga nem condena. É a pessoa que se julga e se condena pelas obras de Misericórdia que realizou ou não. “Vinde benditos de meu Pai... Recebei o Reino que meu Pai vos preparou”. “Afastai-vos de mim, malditos, ide para o fogo eterno.” Essa cena não é uma descrição fotográfica do juízo final. É uma catequese que nos revela que o amor aos irmãos é uma condição essencial para fazer parte do Reino. Cristo protege os necessitados e se identifica com eles. Quem são as ovelhas e os cabritos? Às vezes somos ovelhas e às vezes somos cabritos. Que o Senhor misericordioso nos transforme em suas ovelhas. Jesus não aceitou esse título nos momentos de glória: Na Sinagoga, onde falava com tanto brilho. No Jordão, onde a Trindade se revelou. No Tabor, quando apareceu com tanta glória. Nos milagres grandiosos, como na multiplicação dos pães, quando até queriam proclamá-lo Rei. Jesus aceitou diante de Pilatos “Sim sou Rei, e para isso vim ao mundo, mas o meu Reino não é daqui”, na Cruz, num trono bem diferente, diante de um povo hostil que o desafia: “ Se és Rei salva-te a ti mesmo, e desce da cruz” Ao Bom ladrão que recorrer a sua realeza e suplica pela salvação: “Lembra-te de mim quando estiveres em teu Reino”, Jesus lhe garante “ainda hoje estarás comigo”. O Prefácio também nos fala em que consiste esse Reino: Reino da Verdade e da Vida; Reino da Santidade e da Graça; Reino da Justiça e do Amor e da Paz. Esse é o verdadeiro Reino de Cristo. O Reino de Deus é uma semente que Jesus semeou, que os discípulos são chamados a edificar na história através do amor e que terá o seu tempo definitivo, no mundo que há de vir. No entanto, esse Reino0 já está no meio de nós. E Jesus nos convida a fazer parte dele e a trabalhar para eu esse Reino chegue ao coração de todo ser humano. É o que nos ensina o Pai Nosso: “VENHA A NÓS O VOSSO Reino”. A Igreja recorda hoje o “Dia Nacional do Leigo” É vocação de todo cristão viver o Batismo no meio do mundo, tralhando para a transformação de uma sociedade mais justa e fraterna, anúncio do Reino definitivo. Estamos conscientes de sermos cidadãos desse Reino? Ele reina de fato, em nosso coração? Trabalhamos para que ele chegue ao coração de todos. Pe Antônio Geraldo Dalla Costa CS, 26/11/2023
Religioso
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como...
22 de maio de 2026
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).
O Pentecostes é uma das solenidades mais importantes da Santa Igreja Católica. Nela, contemplamos mais uma vez a presença do Espírito Santo e o “nascimento da Igreja”, que, fortalecida por essa efusão, coloca-se em saída para proclamar a Boa Nova: Cristo vive, aleluia!
Tão preciosa foi a preparação durante a Quaresma, maior ainda é a alegria da Ressurreição de Cristo, que, após cinquenta dias, continua a agir em Espírito e em verdade no meio de nós.
O principal relato desse acontecimento encontra-se no livro dos Atos dos Apóstolos, quando os discípulos estavam reunidos e receberam o Espírito Santo sob a forma de línguas de fogo. A partir desse momento, deixaram o medo e passaram a anunciar com coragem a mensagem de Jesus Cristo a todos os povos:
“Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At 2,1-6).
Para a Igreja Católica, o Pentecostes revela a ação viva do Espírito Santo, que guia, fortalece e santifica a Igreja. É também o cumprimento da promessa de Jesus, que assegurou aos apóstolos que não os deixaria sozinhos, mas enviaria o Consolador.
Dons do Espírito Santo
Na tradição católica, o Espírito Santo concede dons que auxiliam na vida cristã: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e Temor de Deus.
Assim, somos chamados a expressar nossa fé viva e trina sobre a Terceira pessoa, da Santíssima Trindade e fortalecidos com os seus sete dons.
Religioso
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que,...
8 de maio de 2026
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que, através de uma jovem, obediente, justa e Imaculada, a Salvação viesse ao mundo.
Mesmo diante do medo, a obediência foi maior que a insegurança, e o “sim” de Maria tornou-se caminho de esperança para toda a humanidade.
A partir desse mistério, podemos contemplar a grandeza da maternidade. Ser mãe é participar do projeto de Deus, é colaborar com a vida, é acolher, cuidar e formar. A maternidade não se resume ao ato de gerar, mas se revela no amor diário, no zelo constante e na capacidade de se doar, mesmo quando há cansaço, dúvidas e desafios.
Assim como Maria, tantas mães vivem seu “sim” todos os dias. Um “sim” silencioso, muitas vezes escondido nas pequenas atitudes: no cuidado com os filhos, na orientação, na paciência diante das dificuldades e na força para seguir em frente. São mulheres que, mesmo sem todas as certezas, escolhem amar e permanecer.
Ser mãe é, também, ensinar pelo exemplo. É mostrar o caminho do bem, transmitir valores, incentivar a fé e sustentar com ternura aqueles que lhes foram confiados. E, ainda que enfrentem inseguranças, é na coragem de continuar que revelam sua verdadeira grandeza.
Que possamos reconhecer, valorizar e agradecer por cada mãe, seja ela presente, ausente, de sangue ou de coração. Que o exemplo de Maria inspire todas as mulheres a viverem sua missão com amor, fé e confiança em Deus.
E que nunca nos falte o olhar sensível para perceber que, em cada gesto de cuidado e dedicação, existe uma expressão concreta do amor Divino que se faz presente no mundo por meio das mães.
Que a Virgem Maria interceda, por todas as Mães um Feliz dia das Mães!