quinta, 04 de junho, 2026
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Ascensão do Senhor – Ide pelo mundo e pregai o Evangelho – Com a festa da Ascensão queremos celebrar o Final da Missão terrena de Cristo; queremos celebrar o Inicio da missão salvadora da Igreja; As Leituras lembram o Fato embora narrados com pormenores diferentes e até contraditórios. Na Primeira Leitura, Lucas, após uma introdução dos Atos dos Apóstolos, descreve a Despedida de Jesus, em Jerusalém. Sublinha a Vinda do Espírito Santo, e o Testemunho que os discípulos deverão dar “até os confins da terra” (At 1, 1-11) Na Segunda Leitura, Paulo vê naa Ascensão a glorificação de Cristo e o anúncio e o retorno da humanidade para Deus (Ef 1,17-23) O Evangelho narra a Aparição Pascal de Jesus na Galiléia. Refere a Apresentação de Jesus: “Todo Poder me foi dado”: A Missão: “Ide fazei discípulos meus todos os povos; A Promessa: “Estarei convosco até o fim dos tempos” ... (Mt 28,16-20). A Igreja de Cristo é, essencialmente, uma Comunidade Missionária, cuja missão é testemunhar no mundo a proposta de salvação e de libertação que Jesus veio trazer ao ser humano e deixou nas mãos e no coração dos discípulos. Essa Missão tem duas características: É Universal: destinada a “todas as nações”. A iniciação cristã tem duas fases: O “Ensino” e o “Batismo”. Começava-se pela Catequese: as palavras e os gestos de Jesus. Depois vinha o Batismo, que selava a vinculação do discípulo com o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Jesus garante estar com os discípulos “até o fim dos tempos”. Os detalhes da narrativa: são mais simbólicos: Os quarenta dias expressam o “tempo de aprendizagem” necessário para um discípulo aprender e repetir as lições do mestre; A elevação ao céu: expressa a exaltação total de Jesus; A Nuvem é um sinal que esconde e manifesta a a presença de Deus; Os homens vestidos de branco: o testemunho vem de Deus; Os discípulos olhando para o céu: lembra a expectativa da comunidade que esperava a segunda vinda de Cristo. Contradições: quando? Logo ou quarenta dias depois? Onde? Em Jerusalém ou na Galiléia? A Ressurreição, Ascensão, Pentecostes? três momentos distintos? Ou momentos catequéticos de um único Mistério de fé: “A Páscoa do Senhor”: Na Ressurreição: A Liturgia destaca sua vitória sobre a morte; Na Ascensão: Sua exaltação como Senhor do Céu e da Terra, e a entrega de sua missão à comunidade eclesial, através dos apóstolos; No Pentecostes: A Ação do Espírito Santo na Igreja, que começa a sua atividade missionária de novo povo de Deus. A Ascensão não é uma narrativa histórica, mas uma encenação literária da exaltação de Jesus, com muitas semelhanças da subida de Elias ao Céu no carro de fogo. O Sentido da Festa: A Ascensão de Cristo reforça a Esperança de nossa Ascensão, um futuro inigualável nos aguarda. “Ele subiu para dar-nos a esperança de que um dia iremos ao seu encontro, onde ele nos precedeu (Prefácio). A Ascensão nos lembra que somo Enviados de Cristo para continuar e completar a sua obra. Não podemos ficar parados, olhando para o céu. Devemos ser discípulos e fazer discípulos para o Reino. E Cristo nos farante: “Estarei convosco todos os dias até ao fim dos tempos, do mundo”. Mas esse trabalho não dependerá só de nossas forças. Por isso, os envia a Jerusalém: “para aguardar o Espírito Santo, reunidos em oração, com Maria, mãe de Jesus”. Com Maria e os Apóstolos reunidos no cenáculo, devemos Rezar e invocar o Espírito Santo. Cristo já tinha afirmado: “Sem mim nada podeis fazer...” Por isso, a Igreja não começa com a Ação, mas com a Oração com Maria, Mãe de Jesus (e da Igreja). Cristo parte, mas permanece na comunidade. A Ascensão de Cristo ao céu não é o fim de sua presença entre os seres humanos, mas o começo de uma nova forma de estar no mundo. Sua presença acompanha com sinais a nossa Missão Evangelizadora. Deus está presente e nos envia como seus apóstolos. Na Mensagem do Papa Francisco para o 57º Dia Mundial das Comunicações Sociais “Falar com o Coração”, “testemunhando a verdade no amor” (Ef, 4,15) Falar com o coração: Foi com o coração que nos moveu para ir, ver e escutar, e é o coração que nos move para uma comunicação aberta e acolhedora. Comunicar cordialmente: Quem assim fala, ama o outro, pois preocupa-se com ele e salvaguarda a sua liberdade, sem o violar. A comunicação de coração a coração: “Basta amar bem para dizer bem”. Falar com o coração no processo sinodal: “Sonho uma comunicação eclesial que saiba deixar-se guiar pelo Espírito Santo, gentil e ao mesmo tempo profética”. Desarmar os ânimos promovendo uma linguagem de paz: “Do coração brotam as palavras certas para dissipar as sombras dum mundo fechado”. Que o Senhor Jesus, Palavra, pura que brota do coração do Pai, nos ajude a tornar a nossa comunicação livre, limpa e cordial. Que o Senhor, Palavra que se fez carne, nos ajude a colocar-nos à escuta do palpitar dos corações, para nos reconhecermos como irmãos e irmãs e desativarmos a hostilidade que divide. Que o Senhor Jesus, Palavra de verdade e caridade, nos ajude a dizer a verdade no amor, para nos sentirmos guardiões uns dos outros (Papa Francisco). Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa, CS – 21/05/2023.
Religioso
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como...
22 de maio de 2026
“No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).
O Pentecostes é uma das solenidades mais importantes da Santa Igreja Católica. Nela, contemplamos mais uma vez a presença do Espírito Santo e o “nascimento da Igreja”, que, fortalecida por essa efusão, coloca-se em saída para proclamar a Boa Nova: Cristo vive, aleluia!
Tão preciosa foi a preparação durante a Quaresma, maior ainda é a alegria da Ressurreição de Cristo, que, após cinquenta dias, continua a agir em Espírito e em verdade no meio de nós.
O principal relato desse acontecimento encontra-se no livro dos Atos dos Apóstolos, quando os discípulos estavam reunidos e receberam o Espírito Santo sob a forma de línguas de fogo. A partir desse momento, deixaram o medo e passaram a anunciar com coragem a mensagem de Jesus Cristo a todos os povos:
“Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At 2,1-6).
Para a Igreja Católica, o Pentecostes revela a ação viva do Espírito Santo, que guia, fortalece e santifica a Igreja. É também o cumprimento da promessa de Jesus, que assegurou aos apóstolos que não os deixaria sozinhos, mas enviaria o Consolador.
Dons do Espírito Santo
Na tradição católica, o Espírito Santo concede dons que auxiliam na vida cristã: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e Temor de Deus.
Assim, somos chamados a expressar nossa fé viva e trina sobre a Terceira pessoa, da Santíssima Trindade e fortalecidos com os seus sete dons.
Religioso
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que,...
8 de maio de 2026
Todos nós, para chegarmos ao mundo, necessitamos de uma mãe. Com Jesus não foi diferente: Ele também precisou de uma. Deus, em Sua infinita bondade, assim quis que, através de uma jovem, obediente, justa e Imaculada, a Salvação viesse ao mundo.
Mesmo diante do medo, a obediência foi maior que a insegurança, e o “sim” de Maria tornou-se caminho de esperança para toda a humanidade.
A partir desse mistério, podemos contemplar a grandeza da maternidade. Ser mãe é participar do projeto de Deus, é colaborar com a vida, é acolher, cuidar e formar. A maternidade não se resume ao ato de gerar, mas se revela no amor diário, no zelo constante e na capacidade de se doar, mesmo quando há cansaço, dúvidas e desafios.
Assim como Maria, tantas mães vivem seu “sim” todos os dias. Um “sim” silencioso, muitas vezes escondido nas pequenas atitudes: no cuidado com os filhos, na orientação, na paciência diante das dificuldades e na força para seguir em frente. São mulheres que, mesmo sem todas as certezas, escolhem amar e permanecer.
Ser mãe é, também, ensinar pelo exemplo. É mostrar o caminho do bem, transmitir valores, incentivar a fé e sustentar com ternura aqueles que lhes foram confiados. E, ainda que enfrentem inseguranças, é na coragem de continuar que revelam sua verdadeira grandeza.
Que possamos reconhecer, valorizar e agradecer por cada mãe, seja ela presente, ausente, de sangue ou de coração. Que o exemplo de Maria inspire todas as mulheres a viverem sua missão com amor, fé e confiança em Deus.
E que nunca nos falte o olhar sensível para perceber que, em cada gesto de cuidado e dedicação, existe uma expressão concreta do amor Divino que se faz presente no mundo por meio das mães.
Que a Virgem Maria interceda, por todas as Mães um Feliz dia das Mães!