quinta, 04 de junho, 2026
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Investir em melhorias que beneficiem a população de Rio Verde têm sido uma marca registrada na administração do prefeito Mário Alberto Kruger. Um exemplo disso é a construção da cozinha industrial que está localizada no antigo salão comunitário do bairro João de Barro está a todo vapor.
A cozinha industrial de Rio Verde irá oferecer treinamento e capacitação para mulheres urbanas e rurais, para promover a organização produtiva e para a venda de seus produtos atingindo um total de 230 mulheres, com 100% de capacitação.
SÓ VANTAGENS
A área de manipulação de alimentos exige que certas regras de higiene sejam seguidas. São as chamadas boas práticas, cuja aplicação pode reduzir o desperdício de alguns produtos e proporcionar um melhor ambiente de trabalho.
As boas práticas contribuem para o aumento da segurança no preparo de alimentos prontos para consumo, visando redução de surtos de infecções alimentares; desenvolve material técnico e de sensibilização para os segmentos de cozinhas industriais, escolares, comercial, bares e lanchonetes, lactários, nutrição enteral, bancos de leite, alimentação transportada, quiosque, ambulantes, padarias e panificadoras.
Os benefícios das boas práticas alimentares são: Aumento da segurança dos alimentos preparados, prontos para consumo com benefícios diretos para a população de modo geral, além de dar maior confiabilidade da alimentação para os setores de turismo, hospitalar, entre outros.
Agro
O Estado encerrou 2025 com US$ 10,7 bilhões em exportações, crescimento de 7,51% em relação ao ano anterior, com celulose, soja e carne bovina entre os principais produtos.
7 de janeiro de 2026
Mato Grosso do Sul registrou em 2025 o maior valor de exportações de sua história, atingindo US$ 10,7 bilhões em vendas externas, segundo a Carta de Conjuntura do Comércio Exterior, elaborada pela Assessoria Especial de Economia e Estatística da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), com dados do ComexStat do Governo Federal.
A celulose foi o principal destaque, representando 28,98% do total exportado pelo Estado em 2025, seguida pela soja, com cerca de 22%, e pela carne bovina, com aproximadamente 17%. O resultado supera o recorde anterior registrado em 2023, quando as exportações somaram US$ 10,6 bilhões, e representa um crescimento de 7,51% em relação a 2024.
Segundo o secretário Jaime Verruck, titular da Semadesc, o desempenho ocorreu mesmo em um cenário internacional considerado adverso, com restrições comerciais impostas pelos Estados Unidos, segundo principal mercado para a carne bovina do Estado, e impactos em setores como citricultura, ferroligas, café e laranja. Em resposta, o Estado realocou produtos para outros mercados, mantendo o fluxo de produção e ajustando a pauta exportadora, como no caso da celulose, que deixou de ser direcionada ao mercado norte-americano.
A China permaneceu como principal destino das exportações sul-mato-grossenses, absorvendo 48,57% do total. Os Estados Unidos aparecem em seguida. Entre os municípios, Três Lagoas liderou as exportações estaduais com 19,68% do total, impulsionada pela indústria de celulose, seguida por Ribas do Rio Pardo, com cerca de 11%.
O escoamento das exportações foi realizado principalmente pelo Porto de Santos (38%), utilizando transporte ferroviário da Malha Norte. Paranaguá concentrou 33% das exportações, sobretudo de soja via transporte rodoviário, enquanto São Francisco do Sul respondeu por 12%, voltado às proteínas animais. Corumbá participou com 5% do total exportado.

Melhorias no Rio Paraguai garantiram logística de exportação do minério sul-mato-grossense. (Foto: Bruno Rezende)
No setor mineral, a manutenção das condições do rio permitiu ampliar a produção e exportação de minério de ferro, que superou 8 milhões de toneladas em 2025.
As importações do Estado somaram US$ 2,8 bilhões em 2025, representando uma redução de 3,4% em relação ao ano anterior. O gás natural foi o principal item importado, seguido por máquinas para a indústria de papel e celulose, e cobre, refletindo a atividade da indústria de fios de cobre no Estado.
atualização
Mato Grosso do Sul alcançou, no fim de agosto, uma marca simbólica e significativa: mais de 500 mil Carteiras de Identidade Nacional (CIN) já foram emitidas no estado. O...
8 de setembro de 2025
Mato Grosso do Sul alcançou, no fim de agosto, uma marca simbólica e significativa: mais de 500 mil Carteiras de Identidade Nacional (CIN) já foram emitidas no estado. O número representa cerca de 17% da população sul-mato-grossense, conforme estimativas mais recentes do IBGE, que apontam um total de 2,9 milhões de habitantes em 2025.
A nova versão do documento, que unifica o número de identificação em todo o país por meio do CPF, tem se popularizado rapidamente em MS, com um avanço expressivo nos últimos dois anos. Somente em 2024, foram emitidas quase 289 mil novas identidades um salto de mais de 70% em relação a 2023. E o ritmo continua acelerado: até julho de 2025, já foram registradas mais de 183 mil emissões, o que equivale a um crescimento de quase 40% comparado ao mesmo período do ano passado.
Esse desempenho coloca o estado entre os mais ágeis na atualização do novo modelo de identidade, mesmo com o prazo nacional para a substituição total estendido até 2032.
Para dar conta da demanda crescente, a rede de atendimento à população também foi expandida. Atualmente, Mato Grosso do Sul conta com 91 postos de identificação em funcionamento, cobrindo os 79 municípios do estado e garantindo capilaridade no serviço.
A Carteira de Identidade Nacional traz benefícios como maior segurança contra fraudes, integração com bases de dados federais e facilidade na identificação do cidadão em diferentes instituições públicas e privadas. Além disso, o novo modelo atende padrões internacionais de segurança e facilita, por exemplo, o embarque em voos domésticos e a solicitação de serviços públicos digitais.
A expectativa do governo estadual é que o número de emissões continue crescendo de forma consistente nos próximos meses, acompanhando o aumento da procura da população pela regularização dos documentos.