quinta, 04 de junho, 2026
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Seis ex-integrante do quadro de funcionários do Hospital do Câncer Alfredo Abrão em Campo Grande são alvos do Ministério Público que contra eles move uma ação civil de improbidade administrativa após investigação da operação “Sangue Frio”.
A ação revelou o esquema da Máfia do Câncer que beneficiava empresas privado com desmonte da rede pública. O objetivo é reaver R$ 102 milhões.
O processo tramita desde julho de 2013 com autoria do MPF (Ministério Público Federal) e do MPE (Ministério Público Estadual), na 1ª Vara da Justiça Federal. Os réus são Adalberto Abrão Siufi (ex-diretor geral do hospital), Betina Moraes Siufi Hilgert (filha de Siufi e ex-administradora do hospital), Issamir Farias Saffar (que era sócio de Adalberto na clínica Neorad), Blener Zan (ex-diretor-presidente do hospital), Luiz Terrazas Mendes (ex-presidente da Fundação Carmem Prudente, entidade que administra o hospital) e Adalberto Chimenes (ex-funcionário do hospital e um dos donos da empresa Refix).
Conforme a promotora Paula Volpe, o processo está sob sigilo judicial, mas é fundamentado na Lei 8.429, que dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional.
No mês passado, a Justiça Federal decretou o sequestro de veículos, imóveis e dinheiro de Adalberto, Betina, Issamir e Blener. O MPF requereu o bloqueio de R$ 102,7 milhões, sendo R$ 51,3 milhões de dano moral coletivo, R$ 35,7 milhões de multa civil e R$ 15,5 milhões de prejuízo aos cofres públicos, principalmente, do SUS (Sistema Único de Saúde).
No entanto, o magistrado que conduz o caso acatou parcialmente o pedido e determinou o bloqueio de metade do valor. O bloqueio de bens é uma medida que precede a ação de improbidade, pois os réus não podem se desfazer do patrimônio que, em caso de condenação, será utilizado no ressarcimento aos cofres públicos.
Desumano
Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo será lançado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande, durante semana nacional de mobilização.
27 de janeiro de 2026
Mato Grosso do Sul registrou 12 casos de trabalho escravo em 2025, com resgate de 92 trabalhadores, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira pela Comissão Pastoral da Terra (CPT). O governo estadual lança nesta quarta-feira 28) o Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo, em evento no Bioparque Pantanal, em Campo Grande, às 8h.
De acordo com o relatório, a pecuária concentrou a maior parte das ocorrências, com 59 registros. Outros setores também aparecem no levantamento, como lavouras, produção de carvão vegetal e lavouras temporárias, com 11 casos cada.
Desde 1995, o estado contabiliza 165 casos e 3.335 trabalhadores resgatados, conforme a CPT.
O lançamento do Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo ocorre às 8h desta quarta-feira, no Auditório do Bioparque Pantanal, em Campo Grande. A atividade é aberta ao público, mediante inscrição prévia por link disponibilizado pelos organizadores.
A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) no âmbito da Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MS). A CPT-MS, que integra a comissão estadual, também participa do lançamento.
O lançamento do plano integra a programação da Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, realizada em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, celebrado em 28 de janeiro.
Desde o dia 18, a CPT-MS promove oficinas, palestras, rodas de conversa e ações educativas em comunidades rurais e urbanas, assentamentos, acampamentos e retomadas indígenas no estado. Entre as atividades abertas ao público está uma panfletagem de sensibilização na Praça Ary Coelho, no Centro de Campo Grande, a partir das 14h desta quarta-feira.
Conforme dados da Campanha de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo e do Centro de Documentação da CPT, mais de 3 mil pessoas foram resgatadas dessa condição no Brasil em 2025. Nos últimos quatro anos, o número ultrapassa 11,5 mil trabalhadores, com cerca de 75% dos casos registrados no campo.
O levantamento também aponta que, desde 2017, aproximadamente 200 pessoas foram resgatadas do trabalho escravo doméstico.
Roubo
Uma motocicleta Yamaha FZ25 Fazer, de cor azul, ano 2023, foi furtada ontem (19), em uma residência localizada no bairro Senhor Divino, no município de Coxim. Segundo...
20 de janeiro de 2026
Uma motocicleta Yamaha FZ25 Fazer, de cor azul, ano 2023, foi furtada ontem (19), em uma residência localizada no bairro Senhor Divino, no município de Coxim.
Segundo relato do proprietário, Edson Vinicius Alves, o furto ocorreu por volta da meia-noite. Ele informou que saiu de casa para levar o filho ao hospital e, ao retornar, percebeu que a motocicleta não estava mais no local onde havia sido deixada, na área frontal da residência.
O veículo possui a placa RWG7C43 e, conforme o proprietário, encontra-se financiado, o que aumenta ainda mais o prejuízo causado pelo crime.
Imagens de câmeras de segurança da região foram registradas e serão encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil de Coxim, com o objetivo de auxiliar nas investigações e na identificação do autor ou autores do furto.
A Polícia pede a colaboração da população. Qualquer informação que possa contribuir para a localização da motocicleta pode ser repassada à Polícia Militar pelo telefone 190 ou diretamente ao proprietário, pelo número (67) 9 9886-5909.
Compartilhe essa matéria e vamos ajudar o Edson recuperar sua moto.