quinta, 04 de junho, 2026
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O Tribunal de Contas da União (TCU) já concluiu a minuta que vai definir as regras do novo contrato entre o governo federal e a CCR MSVia, mas ainda não incluiu o documento na pauta de votação do plenário da corte. A Corte está com a proposta do novo contrato há, pelo menos, sete meses, mas ainda não deu resposta e sequer tem uma previsão.
A proposta é que a concessionária continue a administrar a BR-163, seguindo parâmetros diferentes do contrato assinado em 2014, que acabou sendo descumprido. O investimento previsto é de R$ 12 bilhões em 35 anos.
Embora o conteúdo seja sigiloso, o processo foi turbinado esta semana, com nove movimentações entre departamentos do TCU e os envolvidos.
Na última terça-feira (11), um dia após a “Minuta de Termo de Autocomposição” (termo técnico do documento que estabelece regras e condições do acordo que será assinado, dando fim à controvérsia) ser juntado ao processo pela Secretaria de Controle Externo de Solução Consensual e Prevenção de Conflitos (SecexConsenso), o seu teor foi disponibilizado para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para o Ministério dos Transportes e a MSVia.
A SecexConsenso, segundo o órgão, tem função de “identificar soluções consensuais para problemas relevantes e mitigar litígios que, muitas vezes, tramitam demoradamente no TCU e nem sempre chegam a termo de forma a maximizar o interesse público.”
Com o comunicado feito aos três envolvidos externos, o TCU já pode colocar o processo em votação, depois de nove meses buscando uma solução consensual para o futuro da BR-163, uma vez que a MSVia pretendia devolver a rodovia para a União após alegar que a concessão ficou inviável por descumprimento de acordo por parte do Governo federal e a crise econômica que reduziu o fluxo de veículos e as expectativas de receitas com o pedágio.
Por esse motivo foi assinado um termo de relicitação em 2021, que manteria a MSVia gerenciando a rodovia por até dois anos. Só que depois foram assinados mais dois termos que mantém a concessionária à frente da gestão da BR-163 até 2025.
No ano passado, o Governo federal tomou a decisão de refazer o contrato com a maioria das atuais concessionárias do país (incluindo a MSVia) com o argumento de que esta seria a melhor forma de manter os serviços aos usuários.
Esta decisão foi tomada mesmo com estudos avançados do Ministério dos Transportes para que houvesse nova licitação.
A BR-163 foi dividida em dois lotes: Rota Pantanal (379 quilômetros , entre Campo Grande e divisa com o Mato Grosso) e a Rota Tuiuiu (714 quilômetros, entre Campo Grande e divisa com o Paraná e trecho da BR-267, entre Bataguassu e divisa com São Paulo).
Os estudos dessas novas concessões preveem investimentos de R$ 19 bilhões nas rodovias, no prazo de 30 anos.
Só que nos dias 5 e 6 de setembro, o ministro dos Transportes, Renan Filho, e o diretor-geral da ANTT, Rafael Vitale, apresentaram ao governador Eduardo Riedel (PSDB) uma prévia do plano de investimentos para a BR-163. Ela foi elaborada de forma consensual, de acordo com Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística.
Os recursos serão aplicados em toda a rodovia até o final da concessão, que deve ser estendida até 2049, sendo R$ 2,3 bilhões já para os três primeiros anos (2024, 2025 e 2026).
À época, o governador Eduardo Riedel exigiu o congelamento do valor do pedágio e investimentos em duplicação, construção de faixas adicionais, marginais e contornos.
Desumano
Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo será lançado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande, durante semana nacional de mobilização.
27 de janeiro de 2026
Mato Grosso do Sul registrou 12 casos de trabalho escravo em 2025, com resgate de 92 trabalhadores, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira pela Comissão Pastoral da Terra (CPT). O governo estadual lança nesta quarta-feira 28) o Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo, em evento no Bioparque Pantanal, em Campo Grande, às 8h.
De acordo com o relatório, a pecuária concentrou a maior parte das ocorrências, com 59 registros. Outros setores também aparecem no levantamento, como lavouras, produção de carvão vegetal e lavouras temporárias, com 11 casos cada.
Desde 1995, o estado contabiliza 165 casos e 3.335 trabalhadores resgatados, conforme a CPT.
O lançamento do Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo ocorre às 8h desta quarta-feira, no Auditório do Bioparque Pantanal, em Campo Grande. A atividade é aberta ao público, mediante inscrição prévia por link disponibilizado pelos organizadores.
A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) no âmbito da Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MS). A CPT-MS, que integra a comissão estadual, também participa do lançamento.
O lançamento do plano integra a programação da Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, realizada em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, celebrado em 28 de janeiro.
Desde o dia 18, a CPT-MS promove oficinas, palestras, rodas de conversa e ações educativas em comunidades rurais e urbanas, assentamentos, acampamentos e retomadas indígenas no estado. Entre as atividades abertas ao público está uma panfletagem de sensibilização na Praça Ary Coelho, no Centro de Campo Grande, a partir das 14h desta quarta-feira.
Conforme dados da Campanha de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo e do Centro de Documentação da CPT, mais de 3 mil pessoas foram resgatadas dessa condição no Brasil em 2025. Nos últimos quatro anos, o número ultrapassa 11,5 mil trabalhadores, com cerca de 75% dos casos registrados no campo.
O levantamento também aponta que, desde 2017, aproximadamente 200 pessoas foram resgatadas do trabalho escravo doméstico.
Roubo
Uma motocicleta Yamaha FZ25 Fazer, de cor azul, ano 2023, foi furtada ontem (19), em uma residência localizada no bairro Senhor Divino, no município de Coxim. Segundo...
20 de janeiro de 2026
Uma motocicleta Yamaha FZ25 Fazer, de cor azul, ano 2023, foi furtada ontem (19), em uma residência localizada no bairro Senhor Divino, no município de Coxim.
Segundo relato do proprietário, Edson Vinicius Alves, o furto ocorreu por volta da meia-noite. Ele informou que saiu de casa para levar o filho ao hospital e, ao retornar, percebeu que a motocicleta não estava mais no local onde havia sido deixada, na área frontal da residência.
O veículo possui a placa RWG7C43 e, conforme o proprietário, encontra-se financiado, o que aumenta ainda mais o prejuízo causado pelo crime.
Imagens de câmeras de segurança da região foram registradas e serão encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil de Coxim, com o objetivo de auxiliar nas investigações e na identificação do autor ou autores do furto.
A Polícia pede a colaboração da população. Qualquer informação que possa contribuir para a localização da motocicleta pode ser repassada à Polícia Militar pelo telefone 190 ou diretamente ao proprietário, pelo número (67) 9 9886-5909.
Compartilhe essa matéria e vamos ajudar o Edson recuperar sua moto.