quinta, 04 de junho, 2026
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Um grupo de apicultores do Apiário Caminhos do Mel de Coxim estiveram ontem (30), na sede do jornal Diário do Estado para denunciar a mortandade de milhares de abelhas que estavam instaladas na área da Barranqueira na propriedade cedida por Gessy Alves de Souza, aos produtores de mel da região.
De acordo com o presidente da entidade, José Maria Alves dos Santos, popularmente conhecido como Zezão, na quarta-feira passada (25), dois oficiais de justiça acompanhados de uma viatura da ROTAI (Rondas Táticas do Interior) estiveram na propriedade informando que tinham em mãos uma decisão judicial para retirada do apiário, pois a terra em que estavam pertenciam a Wanderley Ben Hur da Silva, e que os produtores deveriam deixar o local.
Segundo o presidente do apiário, os oficiais de justiça não apresentaram nenhum documento que comprovasse legalmente que a propriedade da área seria de Ben Hur, fato que foi comprovado através dos documentos apresentado por Gessy Alves da Silva, dono da área. Outra alegação dos apicultores é que, a ordem judicial apresentada, era a mesma de outra área desocupada anteriormente, e já executada. Toda a discussão pela posse das terras foi acompanhada pelo repórter e radialista Sidney Assis e pela vereadora Lúcia da AAVC.
Ainda de acordo com os apicultores, um dos oficiais de justiça chegou a fazer ameaças que se não saíssem do local ‘colocaria fogo’ na área, fato que aconteceu justamente na sexta-feira (27), dois dias depois do impasse pela propriedade das terras. Segundo Nésio Valdir Ehrhardt, outro apicultor do grupo, parte das abelhas foram queimadas e outra parte foi envenenada, destruindo o apiário Caminhos do Mel.
Zezão contou ainda, que há pelo menos três anos, outra ação criminosa semelhante aconteceu em outro apiário que foi desocupado e até hoje os culpados não foram identificados ou sequer responsabilizados. O produtor Dércio Ferreira contou que oito família dependem da produção de mel dos apiários, e que as abelhas e o mel produzido, são rastreados e legalizados pelo governo. Ele lamentou mais outro ataque e revelou que o prejuízo está sendo contabilizado entre o grupo que gerencia os apiários.
Segundo os produtores, a insegurança tomou conta do grupo, pois há rumores que pessoas de fora estariam prontas para um novo ataque com o intuito de calar os apicultores para que o caso não seja levado à frente. O alvo desta vez, segundo a denúncia, seriam os próprios produtores. O caso está sendo investigado como crime ambiental contra a fauna silvestre, e os produtores de mel querem a punição dos culpados e o esclarecimento dos fatos.
Desumano
Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo será lançado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande, durante semana nacional de mobilização.
27 de janeiro de 2026
Mato Grosso do Sul registrou 12 casos de trabalho escravo em 2025, com resgate de 92 trabalhadores, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira pela Comissão Pastoral da Terra (CPT). O governo estadual lança nesta quarta-feira 28) o Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo, em evento no Bioparque Pantanal, em Campo Grande, às 8h.
De acordo com o relatório, a pecuária concentrou a maior parte das ocorrências, com 59 registros. Outros setores também aparecem no levantamento, como lavouras, produção de carvão vegetal e lavouras temporárias, com 11 casos cada.
Desde 1995, o estado contabiliza 165 casos e 3.335 trabalhadores resgatados, conforme a CPT.
O lançamento do Plano Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo ocorre às 8h desta quarta-feira, no Auditório do Bioparque Pantanal, em Campo Grande. A atividade é aberta ao público, mediante inscrição prévia por link disponibilizado pelos organizadores.
A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) no âmbito da Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MS). A CPT-MS, que integra a comissão estadual, também participa do lançamento.
O lançamento do plano integra a programação da Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, realizada em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, celebrado em 28 de janeiro.
Desde o dia 18, a CPT-MS promove oficinas, palestras, rodas de conversa e ações educativas em comunidades rurais e urbanas, assentamentos, acampamentos e retomadas indígenas no estado. Entre as atividades abertas ao público está uma panfletagem de sensibilização na Praça Ary Coelho, no Centro de Campo Grande, a partir das 14h desta quarta-feira.
Conforme dados da Campanha de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo e do Centro de Documentação da CPT, mais de 3 mil pessoas foram resgatadas dessa condição no Brasil em 2025. Nos últimos quatro anos, o número ultrapassa 11,5 mil trabalhadores, com cerca de 75% dos casos registrados no campo.
O levantamento também aponta que, desde 2017, aproximadamente 200 pessoas foram resgatadas do trabalho escravo doméstico.
Roubo
Uma motocicleta Yamaha FZ25 Fazer, de cor azul, ano 2023, foi furtada ontem (19), em uma residência localizada no bairro Senhor Divino, no município de Coxim. Segundo...
20 de janeiro de 2026
Uma motocicleta Yamaha FZ25 Fazer, de cor azul, ano 2023, foi furtada ontem (19), em uma residência localizada no bairro Senhor Divino, no município de Coxim.
Segundo relato do proprietário, Edson Vinicius Alves, o furto ocorreu por volta da meia-noite. Ele informou que saiu de casa para levar o filho ao hospital e, ao retornar, percebeu que a motocicleta não estava mais no local onde havia sido deixada, na área frontal da residência.
O veículo possui a placa RWG7C43 e, conforme o proprietário, encontra-se financiado, o que aumenta ainda mais o prejuízo causado pelo crime.
Imagens de câmeras de segurança da região foram registradas e serão encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil de Coxim, com o objetivo de auxiliar nas investigações e na identificação do autor ou autores do furto.
A Polícia pede a colaboração da população. Qualquer informação que possa contribuir para a localização da motocicleta pode ser repassada à Polícia Militar pelo telefone 190 ou diretamente ao proprietário, pelo número (67) 9 9886-5909.
Compartilhe essa matéria e vamos ajudar o Edson recuperar sua moto.