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Quinta-feira será de tempo firme em Coxim, mas calor volta a ganhar força nos próximos dias

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23 de julho de 2026

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Glenda Melo

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Depois de um início de semana com temperaturas mais amenas durante as manhãs, os moradores de Coxim terão uma quinta-feira (23) marcada pelo predomínio de sol e tempo seco. A previsão indica um dia sem chuva, com manhã agradável e aquecimento gradual ao longo das horas, cenário típico do inverno na região norte de Mato Grosso do Sul.

Os termômetros devem registrar mínima de 19°C nas primeiras horas do dia, proporcionando um clima mais fresco para quem sai cedo de casa. À tarde, a máxima pode chegar aos 32°C, mantendo o calor em níveis moderados, mas com sensação de tempo seco devido à baixa umidade do ar.

A ausência de chuva continua sendo um fator de preocupação. Além de aumentar o desconforto causado pelo ar seco, o período prolongado de estiagem favorece o aumento do risco de queimadas em áreas rurais e de vegetação, situação que exige atenção redobrada da população e das autoridades ambientais.

Outro ponto de alerta é a umidade relativa do ar, que deve atingir índices abaixo do recomendado durante a tarde. Especialistas orientam que a população mantenha uma boa hidratação, evite atividades físicas nos horários mais quentes do dia e proteja crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias, que costumam ser os mais afetados pelas condições climáticas.

A tendência para os próximos dias é de elevação nas temperaturas. A partir de sexta-feira, o calor deve se intensificar gradualmente, com máximas acima dos 35°C e possibilidade de o município se aproximar dos 40°C no início da próxima semana, mantendo o tempo firme e sem previsão de chuva significativa.

Para quem pretende aproveitar o dia ao ar livre, a recomendação é utilizar protetor solar, bonés ou chapéus e ingerir bastante água. Mesmo durante o inverno, a incidência dos raios solares permanece elevada em Mato Grosso do Sul, tornando os cuidados indispensáveis para preservar a saúde.

 

Alerta em Coxim

Brincadeira ou perigo? crianças pulando da ponte sobre o Rio Taquari acende alerta em Coxim

Um vídeo que circula nas redes sociais mostrando crianças pulando da ponte sobre o Rio Taquari, em Coxim, reacendeu um alerta importante sobre os riscos desse tipo de prática....

Brincadeira ou perigo? crianças pulando da ponte sobre o Rio Taquari acende alerta em Coxim

22 de julho de 2026

Brincadeira ou perigo? crianças pulando da ponte sobre o Rio Taquari acende alerta em Coxim

 

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Um vídeo que circula nas redes sociais mostrando crianças pulando da ponte sobre o Rio Taquari, em Coxim, reacendeu um alerta importante sobre os riscos desse tipo de prática. O que para muitos pode parecer uma simples diversão durante as férias escolares pode, em poucos segundos, terminar em tragédia.

A ponte é um dos pontos mais conhecidos da cidade e, frequentemente, atrai crianças e adolescentes que se reúnem para saltar nas águas do rio. No entanto, especialistas em segurança aquática alertam que esse tipo de comportamento envolve diversos perigos, muitos deles invisíveis para quem está na superfície.

A profundidade do rio pode variar conforme o período do ano, assim como a força da correnteza. Além disso, troncos, galhos, pedras e outros objetos submersos podem provocar ferimentos graves no momento do mergulho. Outro fator preocupante é que a água pode esconder redemoinhos e mudanças bruscas de profundidade, dificultando o retorno à margem.

Em Coxim, o Rio Taquari já foi cenário de diversos casos de afogamento ao longo dos anos. Em muitas dessas ocorrências, as vítimas acreditavam conhecer o local ou confiavam na própria habilidade para nadar. No entanto, basta um imprevisto para que a situação saia do controle.

Outro ponto de atenção é o chamado "efeito manada". Ao ver outras pessoas pulando da ponte sem sofrer acidentes, muitas crianças acabam acreditando que a prática é segura e repetem o comportamento sem avaliar os riscos envolvidos.

Diante dessas situações, a orientação é para que pais e responsáveis conversem com crianças e adolescentes sobre os perigos de mergulhos em rios, especialmente a partir de pontes ou estruturas elevadas. O diálogo e a supervisão continuam sendo as principais formas de prevenção.

Também cabe às autoridades intensificar ações educativas e avaliar medidas que desestimulem a prática em locais considerados de risco, principalmente durante períodos de férias, quando aumenta a presença de jovens às margens do Rio Taquari.

A preservação da vida deve estar acima de qualquer desafio ou brincadeira. Um salto que dura poucos segundos pode resultar em lesões permanentes, afogamento ou até mesmo em uma fatalidade, deixando consequências irreparáveis para famílias e toda a comunidade.

Violência contra mulher em Coxim

Jovem denuncia companheiro: violência dentro de casa termina com prisão em Coxim

O que deveria ser um ambiente de segurança transformou-se em cenário de medo para uma jovem de 21 anos em Coxim. Após denunciar ter sido agredida e ameaçada de morte...

Jovem denuncia companheiro: violência dentro de casa termina com prisão em Coxim

22 de julho de 2026

Jovem denuncia companheiro: violência dentro de casa termina com prisão em Coxim

 

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O que deveria ser um ambiente de segurança transformou-se em cenário de medo para uma jovem de 21 anos em Coxim. Após denunciar ter sido agredida e ameaçada de morte pelo companheiro, de 23 anos, a vítima recebeu atendimento da Polícia Militar, que prendeu o suspeito em flagrante.O caso agora é acompanhado pela Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM).

A ocorrência reforça uma realidade preocupante: a violência contra a mulher, muitas vezes, acontece dentro do próprio lar e costuma ser precedida por um histórico de agressões psicológicas, intimidações e controle da vítima.

Segundo informações registradas pela polícia, a mulher relatou que mantinha um relacionamento com o suspeito havia cerca de seis anos e que as discussões eram constantes.

Na terça-feira, ao retornar do trabalho, ela encontrou o portão da residência trancado com um cadeado diferente e permaneceu aguardando do lado de fora até a chegada do companheiro. Conforme seu relato, ao chegar, o homem afirmou que ela não poderia mais entrar na casa.

Horas depois, quando conseguiu retornar ao imóvel, a situação teria se agravado. A vítima contou que passou a ser ofendida com xingamentos, foi empurrada e caiu sobre a cama. Em seguida, segundo o boletim de ocorrência, o companheiro fez ameaças de morte.

Ainda de acordo com a denúncia, ao tentar pegar o telefone para pedir ajuda, a jovem voltou a ser intimidada. Ela afirmou que o autor disse que, se fosse preso, ela "estaria perdida".

Após o chamado ao 190, equipes da Polícia Militar localizaram o suspeito nas proximidades da residência e realizaram sua prisão.

Conforme o registro policial, a mulher apresentava escoriações no braço e no antebraço. O homem também possuía um ferimento superficial no antebraço, alegando que ambos haviam entrado em luta corporal.

Ele foi encaminhado à Delegacia de Atendimento à Mulher, onde permaneceu preso em flagrante pelos crimes de lesão corporal dolosa e ameaça no contexto da Lei Maria da Penha.

Na delegacia, a vítima formalizou o pedido de medida protetiva de urgência por temer novas agressões.

Ela informou que passaria a noite na casa da mãe, mas pretende retornar ao imóvel futuramente, já que participou da compra dos móveis e ajuda a pagar o aluguel da residência onde o casal vivia.

A chave da casa ficou sob responsabilidade de um familiar da vítima.

Casos como este evidenciam que a violência doméstica vai muito além das agressões físicas. Ameaças, humilhações, intimidação e tentativas de controlar a liberdade da mulher também são formas de violência previstas na Lei Maria da Penha.

A denúncia representa um passo importante para interromper um ciclo que, em muitos casos, se torna cada vez mais grave quando permanece em silêncio. A proteção da vítima e a responsabilização do agressor são medidas essenciais para garantir que mulheres possam viver com dignidade, segurança e liberdade, sem medo dentro da própria casa.