sexta, 12 de junho, 2026
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Os moradores de Coxim devem ficar atentos às mudanças temporárias no serviço de coleta de lixo comum. A Prefeitura informou que um dos caminhões utilizados na operação está passando por manutenção preventiva, o que exigiu a reorganização dos dias e horários de atendimento em diversos bairros da cidade.
De acordo com a administração municipal, a medida tem caráter temporário e busca garantir a continuidade do serviço, evitando a interrupção da coleta durante o período de manutenção da frota.
A orientação é para que os moradores observem o novo cronograma e coloquem os resíduos para coleta nos horários estabelecidos, contribuindo para manter a cidade limpa e evitar o acúmulo de lixo nas vias públicas.
Confira como ficam as rotas
Coleta às segundas, quartas e sextas-feiras (das 16h à meia-noite)
No período da manhã, a coleta atenderá os bairros Rua Federal, Flávio Garcia, Águas Claras, Jardim Aeroporto, João Leite Shimidt (Vista Alegre), BNH, Vila dos Sargentos, 47º BI, Lagoa Dourada, Jardim São Paulo, Vila dos Tubias e parte da Nova Coxim, seguindo pela BR-163 até o Posto Fortaleza.
Às quartas-feiras, o serviço também será realizado ao longo da BR-163, no trecho até a Polícia Rodoviária Federal.
Coleta às terças, quintas e sábados (das 16h à meia-noite)
No período da manhã, serão atendidos os bairros Silviolândia, Vila Mariana, Contorno da Vila, São Judas Tadeu, Vila Santana, Vila Antonina, Centro, Vila Florisvaldo, Montanheira, Vila São Salvador e parte da Avenida Márcio Lima Nantes.
Nas terças e quintas-feiras, a coleta também contemplará a região do Vale Taquari, na Vila Mariana.
Colaboração da população
A Prefeitura reforça que a colaboração da população é essencial para o bom funcionamento do serviço. A recomendação é que o lixo seja colocado para coleta apenas nos dias e horários previstos para cada região, contribuindo para a organização da cidade e para a eficiência do trabalho das equipes responsáveis pela limpeza urbana.
Segundo o município, a expectativa é que, após a conclusão da manutenção do caminhão, o cronograma normal da coleta seja restabelecido.
Copa do mundo 2026
A contagem regressiva para a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo já tomou conta de Coxim. Em clima de festa e esperança, a Praça Zacarias Mourão...
12 de junho de 2026
A contagem regressiva para a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo já tomou conta de Coxim. Em clima de festa e esperança, a Praça Zacarias Mourão foi decorada com as cores verde e amarela, demonstrando que a cidade está unida na torcida para que o Brasil conquiste o tão sonhado hexacampeonato.
Bandeiras, tecidos e enfeites espalhados pelo espaço público transformaram a praça em um verdadeiro cenário de Copa do Mundo. A decoração chama a atenção de moradores e visitantes, que já aproveitam para registrar fotos e entrar no clima da competição mais importante do futebol mundial.
A iniciativa reforça o sentimento de patriotismo e a paixão do brasileiro pelo futebol, tradição que se renova a cada quatro anos. Em Coxim, a expectativa é de que a praça também se torne um ponto de encontro para torcedores acompanharem a caminhada da Seleção ao longo do torneio.
Com o verde e amarelo predominando na paisagem, a Praça Zacarias Mourão simboliza a confiança dos coxinenses de que a equipe comandada pelo Brasil fará uma grande campanha e trará para casa o tão esperado sexto título mundial.
Agora, resta ao torcedor vestir a camisa, reunir a família e os amigos e enviar energias positivas para a Seleção. Em Coxim, a torcida já fez sua parte: a Praça Zacarias Mourão já está pronta para vibrar a cada gol rumo ao hexa.
Turismo
Em uma cidade cercada por rios, marcada pela força do Pantanal e pela coragem de seu povo, existe um lugar onde o tempo parece caminhar mais devagar. Um lugar onde o passado...
12 de junho de 2026
Em uma cidade cercada por rios, marcada pela força do Pantanal e pela coragem de seu povo, existe um lugar onde o tempo parece caminhar mais devagar.
Um lugar onde o passado não foi esquecido.
Onde as vozes dos ancestrais continuam ecoando.
Onde cada objeto guarda uma história e cada história ajuda a explicar quem somos.
Esse lugar é o Museu Arqueológico e Histórico de Coxim (MAHC).
Mais do que um espaço cultural, o MAHC é um verdadeiro templo da memória coxinense. É o lugar onde moradores e visitantes têm a oportunidade de percorrer séculos de história, conhecer as raízes da região e compreender a riqueza cultural que ajudou a moldar uma das cidades mais tradicionais de Mato Grosso do Sul.
Em tempos em que a velocidade da vida moderna muitas vezes nos afasta de nossas origens, o museu surge como um convite para olhar para trás, reconhecer o caminho percorrido e fortalecer o orgulho de pertencer a esta terra.

Um patrimônio que guarda a alma de Coxim
Localizado na histórica casa de Zacarias Mourão, na Rua João Pessoa, no centro da cidade, o MAHC tornou-se um dos mais importantes espaços de preservação cultural do norte do Estado.
Ali estão reunidas mais de mil peças catalogadas, formando um acervo de valor incalculável para a história de Coxim e de toda a região.
São fósseis, artefatos arqueológicos, urnas funerárias, objetos indígenas, equipamentos utilizados nos antigos garimpos, documentos, fotografias, utensílios domésticos, relíquias dos pioneiros e inúmeros outros itens que ajudam a reconstruir a trajetória de um povo.
Cada peça representa um fragmento da história.
Cada objeto preservado é uma testemunha silenciosa dos acontecimentos que transformaram a região ao longo dos séculos.
E, juntas, essas mais de mil peças formam um dos mais importantes acervos históricos do interior de Mato Grosso do Sul.

Uma viagem que começa milhões de anos antes da fundação da cidade
Poucas pessoas imaginam que a história da região de Coxim começou muito antes da chegada dos primeiros colonizadores.
Muito antes da criação do município.
Muito antes das embarcações navegarem pelos rios Taquari e Coxim.
O acervo do MAHC permite ao visitante mergulhar em um passado remoto, revelado por fósseis com milhões de anos de existência.
Esses vestígios ajudam a contar a história geológica da região e despertam a curiosidade sobre um território que guarda segredos muito mais antigos do que se imagina.
Entre as atrações que mais despertam interesse estão os materiais ligados às teorias sobre o lendário Mar dos Xarayés, uma das narrativas históricas mais fascinantes relacionadas ao Pantanal e ao interior da América do Sul.
Ao observar essas peças, o visitante percebe que Coxim ocupa um lugar especial não apenas na história regional, mas também em importantes capítulos da história do continente.

O legado dos povos originários
Muito antes da chegada dos europeus, estas terras já eram habitadas por povos que desenvolveram conhecimentos, tradições e modos de vida profundamente conectados com a natureza.
O museu preserva importantes artefatos arqueológicos que ajudam a contar essa história.
Urnas funerárias, ferramentas de pedra, objetos de uso cotidiano e outros vestígios revelam aspectos da vida dos primeiros habitantes da região.
São peças que carregam significados profundos.
Representam culturas que ajudaram a construir a identidade local.
Representam homens e mulheres que viveram às margens dos rios, caçaram, pescaram, cultivaram a terra e transmitiram saberes que atravessaram gerações.
Conhecer esse legado é compreender que a história de Coxim começou muito antes dos registros oficiais.
É reconhecer que nossa identidade também foi construída pelos povos que aqui viveram antes de nós.

Os pioneiros que ajudaram a construir a cidade
Ao percorrer as salas do museu, o visitante encontra também objetos que remetem aos primeiros moradores que ajudaram a erguer a cidade.
Ferramentas de trabalho, fotografias antigas, móveis, utensílios e documentos contam histórias de coragem, perseverança e esperança.
Histórias de famílias que enfrentaram dificuldades, venceram desafios e ajudaram a transformar uma pequena localidade em uma das cidades mais importantes do norte sul-mato-grossense.
São relatos que despertam emoção, especialmente para quem nasceu em Coxim ou possui raízes familiares ligadas à cidade.
Porque ao observar essas peças, muitos visitantes conseguem enxergar um pouco de seus próprios avós, bisavós e antepassados.

A memória dos garimpos e dos tempos de transformação
O acervo também preserva importantes registros do período dos garimpos de diamantes, atividade que marcou profundamente a economia e a cultura regional.
Entre os itens mais curiosos estão escafandros e equipamentos utilizados por mergulhadores que enfrentavam os rios em busca das preciosas pedras.
São objetos que ajudam a compreender um período de intensas transformações econômicas e sociais na região.
Mais do que relíquias, são testemunhos de uma época que permanece viva na memória de muitas famílias coxinenses.
Um museu que educa e inspira
O MAHC não é apenas um local de preservação.
É também um espaço de educação.
Diariamente, estudantes visitam o museu para aprender sobre a história da cidade, da região e dos povos que ajudaram a construir essa trajetória.
Para muitos jovens, o primeiro contato com a arqueologia, a história local e a preservação do patrimônio acontece dentro dessas salas.
E isso faz toda a diferença.
Porque ninguém valoriza aquilo que não conhece.
Ao aproximar as novas gerações de suas raízes, o museu ajuda a fortalecer a identidade cultural e o sentimento de pertencimento.

O orgulho de ser coxinense
Talvez a maior contribuição do Museu Arqueológico e Histórico de Coxim seja justamente essa.
Despertar orgulho.
Orgulho da nossa história.
Orgulho dos nossos ancestrais.
Orgulho das pessoas que ajudaram a construir esta terra.
Orgulho das tradições que atravessaram gerações.
Orgulho de pertencer a uma cidade que guarda um patrimônio cultural tão rico.
Em cada peça exposta existe uma mensagem silenciosa para os visitantes:
A história de Coxim merece ser conhecida.
Merece ser valorizada.
Merece ser preservada.
Porque uma cidade sem memória perde parte de sua identidade.
Mas uma cidade que cuida de sua história fortalece seu futuro.
Um tesouro que todo coxinense precisa conhecer
Quem visita o MAHC não encontra apenas objetos antigos.
Encontra histórias.
Encontra lembranças.
Encontra emoções.
Encontra as marcas deixadas por aqueles que vieram antes de nós.
Mais do que um museu, o MAHC é um encontro com nossas origens.
É um espaço onde a memória permanece viva.
Onde os ancestrais continuam sendo homenageados.
Onde o passado conversa com o presente.
E onde cada coxinense pode compreender, com ainda mais profundidade, a grandeza de sua própria história.
Porque conhecer o MAHC é conhecer Coxim.
E conhecer Coxim é descobrir que temos muitos motivos para sentir orgulho das nossas raízes, da nossa cultura e da herança deixada por aqueles que construíram esta cidade que aprendemos a chamar de lar.
Com um acervo composto por mais de 1.000 peças catalogadas, o Museu Arqueológico e Histórico de Coxim (MAHC) é um dos mais importantes espaços de preservação da memória e da cultura do norte de Mato Grosso do Sul. Localizado na histórica Casa de Zacarias Mourão, na Rua João Pessoa, nº 210, no centro de Coxim, ao lado da Praça Zacarias Mourão, o museu está aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. A visitação é gratuita e permite que moradores, estudantes, pesquisadores e turistas tenham acesso a um rico acervo que retrata desde a pré-história da região até os períodos mais recentes da formação da cidade. Para grupos escolares, universidades e instituições, o MAHC também disponibiliza agendamento prévio de visitas, fortalecendo sua missão de preservar, educar e aproximar a população de suas raízes históricas e culturais