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Enem dos concursos: o que faz um auditor-fiscal do trabalho, cargo com o maior salário inicial, R$ 2

Qualquer pessoa que tenha certificado de conclusão ou diploma de ensino superior reconhecido pelo Ministério da Educação pode se candidatar. São 900 vagas, e as inscrições abrem nesta sexta-feira (19).

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18 de janeiro de 2024

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Rafaela Zem, G1

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As inscrições para concorrer às mais de 6,4 mil vagas ofertadas no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), ou "Enem dos concursos", começam nesta sexta-feira (19). Abaixo, você confere o cronograma.

Entre as milhares de oportunidades, o cargo para auditor-fiscal do trabalho (AFT) é um dos mais cobiçados. Afinal, além das 900 vagas em aberto, a remuneração inicial é de R$ 22.921,70 — a maior de todo o concurso.

Outro fator que chama a atenção é a aceitação de candidatos graduados em qualquer área de conhecimento.

Ou seja, todo profissional que tenha certificado de conclusão ou diploma devidamente registrado por uma instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) pode se candidatar à vaga.

 

O que faz um auditor-fiscal do trabalho?

Conforme a descrição do edital, o auditor deve fiscalizar se as normas trabalhistas estão sendo cumpridas, inclusive no âmbito da segurança e saúde, através de inspeções nos ambientes do trabalho.

O profissional ainda deve criar ações para promover ambientes profissionais com boas condições de saúde e segurança, combater o trabalho em condições análogas à escravidão e infantil.

Esses tipos de crimes ainda são comuns no Brasil. Somente em 2023, ao menos 3.190 trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão. O número é o maior dos últimos 14 anos, aponta o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Além de fiscalizações, os auditores-fiscais também são responsáveis por fazer embargos e interdições de serviços ou estabelecimentos em situações de risco à saúde e segurança do trabalhador.

Desde a última segunda-feira (15), profissionais da área paralisaram os serviços de fiscalização em 20 estados brasileiros. O motivo da mobilização é a falta de estrutura e de cumprimento de acordos sindicais entre a categoria e o governo federal.

A categoria pede um bônus por eficiência, que já foi adotado para auditores da Receita Federal — carreira que tem equiparação com a dos auditores do Ministério do Trabalho.

Além de fiscalizações, os auditores-fiscais também são responsáveis por fazer embargos e interdições de serviços ou estabelecimentos em situações de risco à saúde e segurança do trabalhador.

Desde a última segunda-feira (15), profissionais da área paralisaram os serviços de fiscalização em 20 estados brasileiros. O motivo da mobilização é a falta de estrutura e de cumprimento de acordos sindicais entre a categoria e o governo federal.

A categoria pede um bônus por eficiência, que já foi adotado para auditores da Receita Federal — carreira que tem equiparação com a dos auditores do Ministério do Trabalho.

  Local de exercício

A distribuição de vagas nas unidades de lotação do Ministério do Trabalho ainda não foi divulgada.

A previsão, segundo o edital, é de que as localidades sejam informadas em conjunto com o ato de nomeação e de convocação dos candidatos aprovados para a escolha de vagas e posse no cargo.

 

O que estudar?

Como parte do 4º bloco temático (área de trabalho e saúde do servidor) do concurso, a avaliação para auditor-fiscal do trabalho será composta por 20 questões objetivas de conhecimentos gerais, 50 questões objetivas de conhecimentos específicos e uma questão discursiva.

Concurso MS

Governo de MS anuncia novo concurso com 2 mil vagas para professores da rede estadual

Em mais um passo voltado ao fortalecimento da educação pública, o governo de Mato Grosso do Sul confirmou a abertura de um novo concurso público para a...

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4 de maio de 2026

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Em mais um passo voltado ao fortalecimento da educação pública, o governo de Mato Grosso do Sul confirmou a abertura de um novo concurso público para a contratação de 2 mil professores que irão atuar na Rede Estadual de Ensino. A medida foi oficializada na manhã de hoje (4) pelo governador Eduardo Riedel, após diálogo com representantes da categoria.

A decisão foi construída em conjunto com a Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul, durante reunião realizada na Governadoria. Também participaram do encontro os secretários estaduais Hélio Daher e Roberto Gurgel.

De acordo com o governador, a iniciativa reforça a valorização dos profissionais da educação e busca melhorar ainda mais os indicadores educacionais do Estado. Ele destacou que o diálogo constante com os educadores foi essencial para a construção da proposta.

A presidente da Fetems, Deumeires Batista de Souza, avaliou a autorização como uma conquista importante para a categoria. Segundo ela, o número de vagas atende à demanda atual da rede e representa avanço nas reivindicações dos professores, especialmente para a educação básica e o ensino médio.

Outro ponto destacado foi o histórico recente de contratações. No último concurso, embora tenham sido abertas pouco mais de 700 vagas, o governo acabou convocando mais de 1.300 aprovados. Ainda existe, segundo a entidade, a expectativa de novas chamadas de candidatos que permanecem na lista de espera.

O novo certame também trará mudanças no formato. Conforme explicou o secretário de Educação, a seleção terá abrangência estadual, permitindo que os candidatos concorram a vagas em diferentes municípios, conforme suas preferências. A proposta busca dar mais flexibilidade aos professores e atender melhor às necessidades da rede.

Com a autorização formalizada, o próximo passo será a elaboração do cronograma por parte da Secretaria de Administração, que ficará responsável por organizar as etapas do concurso, incluindo a publicação do edital e definição das datas

 

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Assembleia de MS ajusta edital de concurso e redefine critérios de convocação

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4 de mar�o de 2026

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul anunciou mudanças no edital do seu segundo concurso público voltado ao preenchimento de cargos efetivos e formação de cadastro reserva. As atualizações foram oficializadas por meio de publicação no Diário Oficial do Parlamento.

As modificações tratam principalmente da redistribuição de vagas e do detalhamento das regras de convocação dos candidatos aprovados pelas modalidades de cotas, garantindo o cumprimento da legislação vigente.

No cargo de Técnico Legislativo, na função de Polícia Legislativa, permanecem previstas seis vagas imediatas, além da formação de cadastro reserva. Do total, quatro são destinadas à ampla concorrência, uma para pessoa com deficiência e uma para candidato negro.

Com a retificação, candidatos indígenas passam a compor inicialmente o cadastro reserva, podendo ser convocados conforme surgirem novas vagas dentro do prazo de validade do certame.

O novo texto esclarece a ordem de chamamento para assegurar a proporcionalidade prevista em lei. Para candidatos com deficiência, a primeira convocação ocorrerá na quinta vaga aberta, seguindo posteriormente em outras posições pré-definidas ao longo do preenchimento.

No caso dos candidatos negros, o primeiro chamamento está previsto para a terceira vaga aberta, com novas convocações em intervalos estabelecidos no edital.

Já para candidatos indígenas, a possibilidade de convocação começa a partir da décima vaga aberta, com previsões adicionais em posições posteriores, conforme a abertura de novas oportunidades.

O documento também reforça que, caso o candidato aprovado por cota alcance classificação suficiente na lista geral, a nomeação ocorrerá pela ampla concorrência, prevalecendo sempre a melhor posição obtida.

Segundo a publicação, as alterações passam a integrar oficialmente o edital, enquanto os demais itens seguem inalterados. A medida busca garantir maior clareza nas regras e segurança jurídica aos candidatos que participam do processo seletivo.

O concurso segue como uma das oportunidades mais aguardadas no Estado, atraindo candidatos interessados em integrar o quadro efetivo do Legislativo sul-mato-grossense.