quinta, 04 de junho, 2026
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Na última Sessão Ordinária os vereadores utilizaram a tribuna para comentar sobre a coleta do lixo em nosso Município, uma das razões que o tema ganhou espaço é devido à preocupação com o destino final dos resíduos sólidos produzidos pelos munícipes, outro motivo é a quantidade de casos de doenças associadas a proliferação do mosquito Aedes aegypti. O retorno da coleta seletiva foi um grande passo para a destinação correta do lixo, contudo o processo ainda deve ser melhorado, assim como a alteração do atual local de funcionamento do aterro sanitário, como conta o vereador Valdecir Malacarne.
“É necessário que a Prefeitura Municipal realize mais campanhas de divulgação da coleta seletiva, principalmente com panfletos e cartazes, utilizando também as escolas como método de divulgação”, afirmou Valdecir Malacarne.O vereador Leocir Montagna comenta que a população realmente deve ser informada de forma clara como é feita a coleta seletiva, mas também é importante que as pessoas sejam mais conscientes em relação ao descarte de resíduos no meio ambiente, ressaltando que a produção de lixo em menor quantidade é fundamental para evitar problemas futuros. “O lixo é problema em qualquer lugar do mundo, se nós adotarmos hábitos que reduzam a produção dos resíduos sólidos menores problemas teremos. Cada cidadão deve fazer sua parte para conservação do meio ambiente.”, comentou o vereador Leocir Montagna.
A educação e o bom senso da população em relação ao descarte inadequado de entulhos foram questionados, o vereador Guinter Maffissoni Guimarães esclareceu que o Executivo Municipal realiza mutirões de limpeza em diversos locais da cidade, mas infelizmente muitas pessoas voltam a jogam entulhos de forma irregular favorecendo a reprodução do mosquito transmissor da Dengue e a proliferação de outras doenças.
Cidades
Município utilizará resultado do chamado "Enem dos Professores" como critério em processos seletivos da rede municipal de ensino.
4 de junho de 2026
A Prefeitura de Bandeirantes, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), passará a utilizar a nota da Prova Nacional Docente (PND) de 2026 como critério nos processos seletivos para contratação de professores temporários da rede municipal em 2027. A medida acompanha a proposta do Ministério da Educação (MEC) de ampliar o uso da avaliação como ferramenta de seleção de profissionais da educação.
As inscrições para a Prova Nacional Docente 2026 estarão abertas entre os dias 22 de junho e 3 de julho e deverão ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do portal da avaliação.
Os candidatos que desejarem solicitar isenção da taxa de inscrição poderão fazer o pedido entre os dias 5 e 10 de junho.
O pagamento da taxa de inscrição deverá ser efetuado entre 22 de junho e 8 de julho.
A prova será aplicada no dia 20 de setembro em municípios previamente definidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Em Mato Grosso do Sul, os locais de aplicação serão os municípios de Chapadão do Sul, Campo Grande, Coxim, Dourados, Jardim, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã, Sidrolândia e Três Lagoas.
Os demais prazos, critérios e regras do processo podem ser consultados no edital da PND 2026.
Conhecida como “Enem dos Professores”, a Prova Nacional Docente é uma avaliação unificada promovida pelo Ministério da Educação e aplicada pelo Inep desde o ano passado.
O objetivo é auxiliar estados e municípios nos processos de seleção e contratação de professores para suas redes de ensino, oferecendo um instrumento padronizado para avaliação dos candidatos.
Com a adoção da nota da PND, Bandeirantes passa a integrar o grupo de municípios que utilizarão o resultado da prova como um dos critérios para seleção de profissionais da educação.
Queimadas
O Governo de Mato Grosso do Sul oficializou nesta quarta-feira (3) a decretação de situação de emergência ambiental em todo o Estado pelo período de 180...
3 de junho de 2026
O Governo de Mato Grosso do Sul oficializou nesta quarta-feira (3) a decretação de situação de emergência ambiental em todo o Estado pelo período de 180 dias. A medida foi publicada no Diário Oficial e tem como principal objetivo ampliar as ações de prevenção e enfrentamento aos incêndios florestais que podem ocorrer nos próximos meses.
A decisão foi tomada com base em estudos climáticos que apontam um cenário preocupante para o segundo semestre de 2026. A combinação entre estiagem prolongada, temperaturas acima da média, baixa umidade relativa do ar e ventos fortes pode favorecer o surgimento e a propagação de focos de incêndio, especialmente em áreas do Pantanal.
Segundo o governo estadual, a medida permitirá que os órgãos responsáveis atuem de forma mais ágil na execução de estratégias preventivas e no fortalecimento das equipes que atuam na proteção ambiental.
Dados analisados por especialistas do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec) indicam que as condições meteorológicas previstas para os próximos meses aumentam significativamente o risco de queimadas em diferentes regiões do Estado.
O cenário é agravado pela redução da umidade presente no solo e na vegetação, tornando a matéria orgânica mais vulnerável à combustão. A influência do fenômeno El Niño, que pode ganhar intensidade ao longo do ano, também contribui para o aumento das temperaturas e para a diminuição das chuvas.
Com isso, as autoridades ambientais avaliam que a temporada de incêndios deste ano poderá exigir uma estrutura operacional reforçada para evitar danos ambientais e prejuízos à fauna, à flora e às comunidades afetadas.
Com a publicação do decreto, o Estado poderá atualizar o planejamento estratégico de combate aos incêndios elaborado anteriormente para 2026. O plano operacional desenvolvido pelo Corpo de Bombeiros Militar deverá passar por reavaliações para adequação ao novo cenário climático projetado pelos órgãos de monitoramento.
A expectativa é que as ações preventivas sejam intensificadas antes do período mais crítico, reduzindo os impactos de possíveis focos de incêndio e melhorando a capacidade de resposta das equipes de emergência.
Entre as ações previstas estão a ampliação do trabalho conjunto entre órgãos estaduais, a manutenção e abertura de aceiros em áreas estratégicas próximas a rodovias, estradas e pontes, além do monitoramento constante das regiões consideradas mais vulneráveis.
O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) também deverá estabelecer critérios específicos para autorização e controle de queimas em áreas com grande acúmulo de material vegetal seco.
O decreto ainda possibilita a adoção de medidas emergenciais para aquisição de equipamentos, contratação de serviços especializados e reforço de pessoal, caso a situação exija uma resposta mais robusta.
Outro objetivo da medida é permitir que Mato Grosso do Sul tenha acesso mais rápido a recursos e mecanismos de apoio disponibilizados pelo Governo Federal para ações de prevenção e combate a desastres ambientais.
Além disso, em situações consideradas de risco iminente, a legislação autoriza a utilização temporária de áreas particulares para operações de combate ao fogo, bem como a realização de contratações emergenciais necessárias para proteger a população e o patrimônio ambiental.
Enquanto isso, o Centro Integrado de Coordenação Estadual (CICOE) continuará promovendo reuniões periódicas para acompanhar as condições climáticas e coordenar as ações entre instituições estaduais, federais e municipais.
Com validade de seis meses, o decreto busca garantir que Mato Grosso do Sul esteja preparado para enfrentar uma possível temporada de incêndios mais severa do que a inicialmente prevista para 2026.