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Criança de 8 anos é encontrada desacordada em casa e morre em MS

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22 de julho de 2026

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Midiamax

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Um menino de 8 anos morreu na tarde de terça-feira (21) após ser encontrado desacordado dentro da residência onde morava, no bairro Fênix, em São Gabriel do Oeste.

Conforme o site Veja Folha, a criança estava em casa com a mãe durante a manhã. Em determinado momento, o menino pediu o celular da mulher e foi para o quarto. Já próximo ao horário do almoço, a mãe entrou no cômodo para chamá-lo, pois ele iria tomar banho antes de seguir para a casa da babá, enquanto ela trabalharia. Ao chegar ao quarto, a mulher encontrou o filho desacordado sobre a cama.

Com a ajuda de uma vizinha, a mãe levou a criança ao Hospital Municipal em uma motocicleta. No local, a equipe médica iniciou os procedimentos de reanimação, mas o menino já estava em parada cardiorrespiratória.

Apesar das tentativas de socorro, a criança não resistiu e o óbito foi confirmado pela equipe médica.

Ainda conforme o Veja Folha, a Perícia Criminal esteve na residência para realizar os levantamentos iniciais. As circunstâncias da morte serão apuradas pela Polícia Civil, e a causa só deverá ser confirmada após a conclusão dos exames periciais.

Midiamax

Cidades

Empresário natural de Camapuã é executado a tiros no quintal de casa em Campo Grande

Jovem de 23 anos aguardava um eletricista quando foi surpreendido por dupla em motocicleta; polícia investiga o caso.

Empresário natural de Camapuã é executado a tiros no quintal de casa em Campo Grande

22 de julho de 2026

Empresário natural de Camapuã é executado a tiros no quintal de casa em Campo Grande

 

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O empresário Matheus Luiz de Castro Vasconcelos, de 23 anos, natural e ex-morador de Camapuã, foi executado a tiros na manhã desta quarta-feira (22), no quintal da casa onde morava, na região do Bairro Novos Estados, em Campo Grande. Segundo as primeiras informações, ele aguardava a chegada de um eletricista quando foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta, que efetuaram diversos disparos. A vítima morreu no local antes da chegada do socorro.

Crime aconteceu durante reforma do imóvel

Conforme relato do irmão da vítima ao Campo Grande News, Matheus havia comprado o imóvel em janeiro deste ano e realizava reformas para se mudar com a família.

No momento do crime, ele estava no quintal da residência aguardando um eletricista quando os suspeitos passaram de motocicleta e já começaram a atirar.

Mesmo tentando correr para o interior da casa, o empresário foi atingido pelos disparos e morreu ainda no local.

Testemunha relata sequência de tiros

Um pedreiro que trabalhava na residência contou que o crime ocorreu por volta das 6h40. Segundo ele, Matheus estava sentado em uma cadeira no quintal quando os atiradores chegaram.

O trabalhador afirmou que buscou abrigo atrás de um muro ao ouvir os disparos. Conforme o relato, houve uma pausa de aproximadamente 30 segundos entre as rajadas, levantando a suspeita de que os criminosos tenham trocado o carregador da arma antes de continuar atirando.

Polícia investiga motivação

Equipes da Polícia Militar e do Batalhão de Choque estiveram no local para atender a ocorrência.

Até o momento, foram recolhidas ao menos 13 cápsulas de munição na Rua Itapuã, onde ocorreu o homicídio. A suspeita inicial é de que o crime tenha relação com agiotagem, hipótese que será investigada pelas autoridades.

Vizinhos informaram que ouviram diversos estampidos, mas acreditaram, inicialmente, que o barulho fosse de motocicletas. Somente depois souberam do homicídio por meio de mensagens em grupos do bairro.

Vítima era natural de Camapuã

Segundo pessoas próximas, Matheus era natural de Camapuã e estava se preparando para iniciar uma nova fase de vida em Campo Grande ao lado da família. A esposa da vítima está grávida de cinco meses.

De acordo com o relato de um conhecido, o jovem atuava no comércio de compra e venda de carros e motocicletas. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Cassems

Ayache perde para servidora na Justiça, que consegue suspender cobrança de R$ 450 da Cassems

O presidente da Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems), Ricardo Ayache, sofreu um revés na Justiça após uma servidora...

Ayache perde para servidora na Justiça, que consegue suspender cobrança de R$ 450 da Cassems

22 de julho de 2026

Ayache perde para servidora na Justiça, que consegue suspender cobrança de R$ 450 da Cassems

 

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O presidente da Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems), Ricardo Ayache, sofreu um revés na Justiça após uma servidora pública estadual obter uma decisão liminar que suspende a cobrança de R$ 450 para manter o marido como dependente no plano de saúde.

A medida representa a primeira vitória individual de uma beneficiária contra o reajuste que passou a ser alvo de questionamentos desde que a Cassems elevou a contribuição dos dependentes de R$ 35 para R$ 450 mensais, aumento que ultrapassa 1.100%.

Na decisão, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) entendeu que havia elementos suficientes para conceder a tutela de urgência, determinando que a cobrança majorada fique suspensa até uma nova análise do processo. Com isso, a servidora deixa de ser obrigada a pagar o novo valor enquanto a ação tramita.

Embora tenha efeito apenas para a autora da ação, a liminar pode incentivar outros servidores a buscarem o Judiciário para contestar o reajuste. Desde que a nova cobrança entrou em vigor, beneficiários da Cassems têm manifestado insatisfação, alegando que o aumento inviabiliza a permanência de muitos dependentes no plano.

A discussão envolve a legalidade da medida e a forma como o reajuste foi implementado, tema que deve continuar sendo debatido nos tribunais.

A decisão favorável à servidora difere do entendimento adotado em uma ação coletiva proposta pelo Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul (Sinpol-MS).

Naquele processo, o pedido para suspender imediatamente a cobrança foi rejeitado. O magistrado responsável pelo caso considerou que os estudos atuariais apresentados pela Cassems indicavam a necessidade do reajuste para preservar o equilíbrio financeiro do plano de saúde.

Apesar desse entendimento na esfera coletiva, a nova decisão demonstra que a análise individual pode levar a conclusões diferentes, dependendo das circunstâncias apresentadas por cada beneficiário.

O reajuste promovido pela Cassems continua provocando repercussão entre servidores estaduais e deve permanecer no centro das discussões judiciais. Enquanto a direção da entidade sustenta que a medida é necessária para garantir a sustentabilidade financeira do plano, beneficiários afirmam que o novo valor compromete o orçamento familiar e restringe o acesso de dependentes à assistência médica.

Com a liminar concedida à servidora, o embate jurídico ganha um novo capítulo e poderá influenciar o surgimento de novas ações individuais contra a cobrança, que cá entre nós é um absurdo que ultrapassa mais de 1.000% e que está juduando dos benefiários.