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Campo Grande dispara como um dos mercados imobiliários mais promissores do Centro-Oeste

Campo Grande é um dos principais pontos do Centro-Oeste do Brasil e encontra ótimas opções de investimento

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7 de janeiro de 2025

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Da Redação

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O mercado imobiliário da região Centro-Oeste do Brasil é um dos mais promissores. Por conta disso, o interessado em adquirir uma propriedade, olha com muito carinho para as capitais e deseja comprar um apê em Campo Grande ou até mesmo outro ponto de grande interesse deste trecho do país.

Por falar na capital do Mato Grosso do Sul tem aproveitado o seu momento de alta do mercado imobiliário e o grande motivo é o investimento realizado pelo governo para atrair novos investidores.

A ideia é que o local se torne nos próximos anos o principal do Brasil e consiga bater de frente com grandes capitais do país, como, por exemplo, São Paulo e Rio de Janeiro, duas referências em solo nacional.

Um dos motivos que ajuda Campo Grande a despontar no cenário brasileiro é o investimento do agro, setor que é muito forte na região Centro-Oeste e consegue levar novos moradores e dinheiro para girar a economia do estado sul-mato-grossense.

Desenvolvimento

Um dos motivos que mais ajudam a cidade a ter espaço no mercado imobiliário é a parte do desenvolvimento da infraestrutura. O local é cercado de boas fontes de renda e, automaticamente, facilita o dia a dia da população com as comodidades disponíveis.

Por conta disso, as construtoras olham com mais carinho ao município e investem o seu dinheiro para melhorar a qualidade de vida e entregar apartamentos de luxo ou até mesmo condomínios de casas terrestres que atendam a demanda dos novos moradores.

Sendo assim, a expectativa é que Campo Grande nos próximos anos consiga atrair moradores não só da região Centro-Oeste do Brasil, mas de outras partes do país, o que certamente vai ajudar a deixar a economia aquecida.

Valor do metro quadrado

Para entendermos esse momento de alta de Campo Grande no setor imobiliário, uma mostra importante é o valor do metro quadrado. Mesmo sem marcar presença em uma região das mais ricas do país, a capital do Mato Grosso do Sul tem o valor na casa dos R$7.310,00, segundo a Loft.

O valor demonstra a força que Campo Grande pode alcançar nos próximos anos e até mesmo aumentar o preço para deixar o retorno das construtoras maior ao longo dos próximos anos.

O que fazer em Campo Grande?

Agora que já entendemos um pouco mais sobre como funciona a cidade e o mercado imobiliário, veja abaixo o que o município entrega nos pontos de lazer para curtir os principais pontos turísticos.

Parque das Nações Indígenas: Inaugurado em 1993, o local tem 119 hectares e o coloca como um dos maiores parques urbanos do Brasil. Aos finais de semana, os moradores encontram uma ótima opção para realizar práticas esportivas e até mesmo aproveitar o sol para levar os familiares a um momento de tranquilidade.

Marco: O Museu de Arte Contemporânea de Campo Grande apresenta ao visitante um acervo com mais de 1600 obras. Existem também exposições temporárias que levam muito público para aproveitar um pouco deste ponto de cultura que a cidade entrega.

Praça Ary Coelho: É a principal praça da capital do Mato Grosso do Sul. Por lá, o visitante e até mesmo morador, consegue acompanhar diversas atrações culturais e musicais, o que lhe coloca no olho dos visitantes para desenvolver um pouco mais o lado cultural. Além é claro de aproveitar o verde disponível no local para refrescar um pouco mais o forte calor na cidade.

Saúde

Chikungunya já soma quase 10 mil casos em MS

  O avanço da chikungunya em Mato Grosso do Sul mantém autoridades de saúde em estado de alerta. Dados atualizados da Secretaria de Estado de Saúde (SES)...

Chikungunya já soma quase 10 mil casos em MS

25 de julho de 2026

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O avanço da chikungunya em Mato Grosso do Sul mantém autoridades de saúde em estado de alerta. Dados atualizados da Secretaria de Estado de Saúde (SES) mostram que a doença já se aproxima da marca de 10 mil casos confirmados em 2026, além de dezenas de mortes registradas em diferentes municípios. Embora Coxim não esteja entre as cidades com maior número de ocorrências, o cenário reforça a necessidade de prevenção e atenção aos primeiros sintomas.

Além da chikungunya, a dengue continua circulando no Estado, com milhares de notificações registradas ao longo do ano. A combinação das duas arboviroses preocupa os serviços de saúde, já que ambas são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Conforme o boletim epidemiológico mais recente da SES, Mato Grosso do Sul contabiliza 12.803 casos prováveis de chikungunya em 2026. Desses, 9.686 já foram confirmados por exames laboratoriais ou critérios clínico-epidemiológicos.

A doença também já provocou 28 mortes no Estado, enquanto outro óbito ainda é investigado. As vítimas foram registradas em municípios como Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Ponta Porã e Nioaque.

Outro dado que chama a atenção é o registro de 114 gestantes diagnosticadas com chikungunya, grupo que exige acompanhamento médico devido aos riscos associados à infecção.

Embora apresente números inferiores aos da chikungunya, a dengue continua exigindo vigilância. O Estado já notificou 4.718 casos prováveis da doença, sendo 1.815 confirmações neste ano.

Nos últimos dias, diversos municípios apresentaram baixa incidência da doença, indicando um cenário de controle em parte do Estado, sem afastar o risco de novos focos.

Em Coxim, as equipes de saúde reforçam constantemente a importância da participação da população no combate ao mosquito transmissor. Mesmo quando o número de casos permanece controlado, o período de temperaturas elevadas alternado com chuvas favorece o surgimento de criadouros do Aedes aegypti.

A recomendação é eliminar qualquer recipiente que possa acumular água, como pneus, garrafas, vasos de plantas, calhas e caixas d'água destampadas. A maior parte dos focos do mosquito continua sendo encontrada dentro dos quintais das residências.

Mato Grosso do Sul também mantém a campanha de vacinação contra a dengue para o público-alvo. O Estado já recebeu mais de 241 mil doses do imunizante e aplicou mais de 223 mil.

A vacina é destinada a crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos e é aplicada em duas doses, com intervalo de três meses entre elas. Especialistas destacam que a imunização reduz significativamente o risco de formas graves da doença, mas não substitui as medidas de prevenção contra o mosquito.

A orientação dos profissionais de saúde é que qualquer pessoa com febre, dores intensas nas articulações, dor no corpo, manchas avermelhadas na pele ou outros sintomas compatíveis com dengue ou chikungunya procure imediatamente uma unidade de saúde.

O diagnóstico precoce permite o acompanhamento adequado e reduz o risco de complicações, principalmente em idosos, gestantes, crianças e pessoas com doenças crônicas. Enquanto isso, a prevenção continua sendo a principal arma para impedir o avanço das arboviroses em Coxim e em todo Mato Grosso do Sul.

Dados

Violência contra a mulher avança em Mato Grosso do Sul e lesões em ambiente doméstico crescem 20%

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24 de julho de 2026

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A violência contra a mulher continua sendo um dos maiores desafios da segurança pública em Mato Grosso do Sul. Dados divulgados ontem, quinta-feira (23), pelo 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, revelam que o Estado registrou aumento em importantes indicadores relacionados à violência de gênero, reforçando o alerta sobre a necessidade de ampliar as ações de prevenção, proteção e enfrentamento aos agressores. 

Entre os dados que mais preocupam está o crescimento de 19,4% nos casos de lesão corporal dolosa praticada no contexto de violência doméstica, indicando que um número maior de mulheres foi vítima de agressões dentro do ambiente familiar em comparação com o ano anterior. 

O levantamento também aponta que Mato Grosso do Sul apresentou alta de 4,9% na variação geral dos principais indicadores de violência contra a mulher, demonstrando que, apesar dos esforços das forças de segurança e da rede de proteção, os casos continuam exigindo atenção das autoridades. 

Outro dado que chama a atenção no anuário é o elevado número de ocorrências relacionadas ao descumprimento de medidas protetivas de urgência. Segundo o levantamento, foram registrados cerca de 96 mil casos, evidenciando que muitas mulheres continuam enfrentando riscos mesmo após recorrerem à Justiça em busca de proteção. 

As medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha têm como objetivo impedir a aproximação do agressor e garantir a segurança da vítima. No entanto, o elevado número de descumprimentos demonstra que, em muitos casos, os autores continuam desrespeitando as determinações judiciais. 

Embora os números revelem avanço em parte dos registros, o anuário também mostra que alguns crimes relacionados à violência contra a mulher apresentaram queda em relação ao levantamento anterior. O estudo, porém, destaca que o aumento das ocorrências de agressão física e da violência doméstica mantém o cenário em estado de alerta. 

Especialistas apontam que a ampliação dos registros também pode refletir uma maior procura das vítimas pelos canais oficiais de denúncia, resultado das campanhas de conscientização e do fortalecimento da rede de atendimento. Ainda assim, os índices reforçam que a violência de gênero permanece como um problema estrutural que exige atuação permanente do poder público e da sociedade. 

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública é considerado um dos principais levantamentos nacionais sobre criminalidade e reúne dados enviados pelos órgãos oficiais de segurança dos estados brasileiros. 

Os números divulgados reforçam a importância da denúncia como ferramenta para interromper o ciclo da violência. Além do trabalho das polícias e do Poder Judiciário, especialistas defendem o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao acolhimento das vítimas, à prevenção e à responsabilização dos agressores. 

Em Mato Grosso do Sul, o crescimento dos registros evidencia que a violência contra a mulher continua sendo uma realidade que exige vigilância constante, ações integradas e o compromisso de toda a sociedade na proteção das vítimas e na construção de um ambiente mais seguro para as mulheres.