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Alvo da Operação Liberdade Duradoura é preso pela Polícia Militar na BR-163, em São Gabriel

Investigado foi localizado durante abordagem a ônibus interestadual após compartilhamento de informações entre unidades da corporação.

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14 de julho de 2026

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do Idest, JWC

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Um dos alvos da Operação Liberdade Duradoura foi preso pela Polícia Militar na tarde desta terça-feira (14), durante a abordagem a um ônibus interestadual na BR-163, em São Gabriel do Oeste. O cumprimento do mandado de prisão temporária foi realizado por equipes da 12ª Companhia Independente de Polícia Militar (12ª CIPM), após troca de informações com outras unidades da corporação.

Prisão ocorreu durante fiscalização

De acordo com a Polícia Militar, o investigado foi localizado durante a abordagem a um ônibus interestadual que seguia pela BR-163. As informações repassadas pelo 8º Batalhão de Polícia Militar, de Nova Andradina, pelo Batalhão de Choque e pela 12ª CIPM indicavam que o homem estaria em deslocamento com destino ao Estado de Mato Grosso.

Com a localização do suspeito, os policiais confirmaram a existência de um mandado de prisão temporária expedido pela Vara Criminal da Comarca de Nova Andradina, no âmbito da Operação Liberdade Duradoura.

Encaminhado à Polícia Judiciária

Após a confirmação da ordem judicial, o homem foi preso e encaminhado à Polícia Judiciária para as providências legais cabíveis, permanecendo à disposição da Justiça.

Atuação integrada

Segundo a Polícia Militar, a prisão evidencia a importância da integração entre as unidades da corporação e da rápida troca de informações para o cumprimento de ordens judiciais.

A corporação destacou que a atuação conjunta contribui para a efetividade das ações de enfrentamento à criminalidade organizada.

Cidades

Grávida denuncia irmão por abuso sexual em Campo Grande após crises convulsivas

Jovem relatou que era coagida desde os 15 anos; avô, apontado como ciente da situação, também foi encaminhado à delegacia.

Grávida denuncia irmão por abuso sexual em Campo Grande após crises convulsivas

14 de julho de 2026

Grávida denuncia irmão por abuso sexual em Campo Grande após crises convulsivas

 

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Uma jovem de 18 anos, grávida, denunciou o próprio irmão por abuso sexual em Campo Grande após sofrer duas crises convulsivas enquanto recebia atendimento no Centro Regional de Saúde (CRS) do bairro Aero Rancho, no início da noite de segunda-feira (13).

Relato foi feito durante atendimento médico

De acordo com a polícia, durante o atendimento no CRS, a gestante afirmou que era coagida desde os 15 anos e apontou o irmão como autor dos abusos, que teriam ocorrido por cerca de três anos.

A Polícia Militar (PM) foi acionada no posto de saúde, ouviu a jovem e, em seguida, foi até o endereço indicado por ela.

Suspeito foi localizado e levado à Deam

No local, os policiais encontraram o rapaz e, segundo a polícia, ele confirmou que mantinha relações com a irmã. Diante do relato, ele foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).

A gestante também afirmou que o avô tinha conhecimento do que ocorria na família. O idoso foi localizado e levado à delegacia.

Transferência para hospital e investigação

Enquanto os familiares eram encaminhados à unidade policial, a jovem permaneceu sob atendimento médico. As crises convulsivas levaram à transferência dela do CRS do Aero Rancho para o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul.

Não havia informações atualizadas sobre o estado de saúde da gestante. O caso segue sob apuração da Polícia Civil.

Cassems

Ayache sofre derrota: Ministério Público pede suspensão de reajuste de 1.185% na Cassems

O presidente da Cassems, Ricardo Ayache, sofreu um importante revés jurídico após o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) se manifestar favoravelmente...

Ayache sofre derrota: Ministério Público pede suspensão de reajuste de 1.185% na Cassems

14 de julho de 2026

Ayache sofre derrota: Ministério Público pede suspensão de reajuste de 1.185% na Cassems

 

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O presidente da Cassems, Ricardo Ayache, sofreu um importante revés jurídico após o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) se manifestar favoravelmente à suspensão do reajuste de 1.185% aplicado na contribuição dos cônjuges e conviventes dos beneficiários do plano de saúde dos servidores estaduais.

O parecer, apresentado pelo promotor de Justiça Gevair Ferreira Lima Júnior na ação movida pelo Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul (Sinpol-MS), representa um duro questionamento à forma como a Cassems conduziu a aprovação do aumento, que elevou a mensalidade de R$ 35 para R$ 450.

Na manifestação encaminhada à Justiça, o Ministério Público aponta que existem elementos capazes de colocar em xeque a legalidade da decisão administrativa adotada pela entidade. O principal argumento é que os estudos técnicos apresentados pela Cassems para justificar o reajuste teriam sido produzidos somente depois da reunião do Conselho de Administração que autorizou o aumento.

Na avaliação do MPMS, a sequência dos acontecimentos levanta dúvidas sobre a existência de embasamento técnico no momento em que a medida foi aprovada. Para o promotor, uma decisão com impacto financeiro tão expressivo sobre milhares de famílias deveria estar respaldada por análises previamente concluídas, garantindo transparência, segurança jurídica e respeito aos princípios da administração.

O parecer ressalta que os documentos técnicos anexados pela defesa da Cassems possuem datas posteriores à deliberação do Conselho de Administração. Enquanto o reajuste foi aprovado em 12 de maio de 2026, os laudos externos utilizados para fundamentar a decisão foram elaborados apenas em 1º e 16 de junho, circunstância que, segundo o Ministério Público, enfraquece a justificativa apresentada pela entidade.

Além da questão cronológica, o promotor demonstrou preocupação com os efeitos sociais da medida. O aumento de 1.185% é considerado de elevado impacto financeiro e pode resultar na exclusão de cônjuges e dependentes que não consigam arcar com o novo valor da contribuição, comprometendo o acesso dessas pessoas à assistência médica.

Diante desse cenário, o Ministério Público pediu que a Justiça conceda tutela de urgência para suspender imediatamente a cobrança do novo valor até que o mérito da ação seja analisado. Na prática, caso o pedido seja acolhido, a Cassems deverá manter a cobrança anterior enquanto o processo segue em tramitação.

A manifestação do MP fortalece a ação proposta pelo Sinpol-MS e representa um novo capítulo na disputa judicial envolvendo um dos reajustes mais polêmicos já anunciados pela Caixa de Assistência dos Servidores de Mato Grosso do Sul.

Agora, caberá ao Poder Judiciário decidir se acompanha o entendimento do Ministério Público e determina a suspensão do aumento ou se mantém a decisão administrativa da Cassems até o julgamento definitivo do processo. Enquanto isso, a posição do MPMS amplia a pressão sobre a gestão de Ricardo Ayache, cuja decisão passa a enfrentar um questionamento formal sobre a legalidade e a falta de estudos técnicos prévios para justificar um reajuste de impacto sem precedentes.