sábado, 25 de julho, 2026
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Um termo ainda pouco conhecido começou a ganhar espaço em debates sobre saúde mental e relações sociais: o “wollying”. A palavra vem da junção dos termos em inglês “woman” (mulher) e “bullying” (intimidação ou violência psicológica), sendo usada para descrever comportamentos tóxicos e ataques emocionais praticados entre mulheres. Bom para mim a palavra que se encaixa é inveja, mas se especialistas dão outro nome vamos entender com os especialistas não é mesmo?
Apesar de muitas vezes acontecer de forma silenciosa, especialistas alertam que esse tipo de violência pode causar impactos profundos na autoestima, na confiança e no bem-estar emocional das vítimas.
O wollying costuma ocorrer por meio de humilhações veladas, exclusão social, fofocas, comentários maldosos, ironias frequentes e tentativas de diminuir ou descredibilizar outra mulher em ambientes sociais, profissionais e até familiares.
Diferente de agressões físicas ou discussões abertas, esse comportamento geralmente acontece de maneira sutil e repetitiva, dificultando a identificação imediata por quem sofre esse tipo de ataque emocional.
O assunto passou a ganhar repercussão após discussões sobre rivalidade feminina e violência psicológica serem levadas para eventos internacionais ligados à saúde emocional e aos direitos das mulheres.
Especialistas afirmam que o fenômeno pode surgir em ambientes marcados por competição excessiva, necessidade de aprovação social e disputas por espaço ou reconhecimento.
Entre os sinais mais comuns associados ao wollying estão:
Exclusão proposital de grupos
Críticas constantes
Exposição vexatória
Manipulação emocional
Comentários depreciativos
Comparações humilhantes
Brincadeiras ofensivas disfarçadas de humor
Psicólogos reforçam que esse tipo de comportamento pode provocar ansiedade, insegurança, isolamento social e sofrimento emocional, principalmente quando acontece de forma contínua.
O debate sobre o tema também levanta reflexões sobre empatia, apoio mútuo e relações mais saudáveis entre mulheres, especialmente diante do aumento de discussões sobre saúde mental e convivência tóxica.
Imposto de renda 2026
A Receita Federal liberou nesta sexta-feira (24) a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026. Ao todo, 2.743.200 contribuintes...
24 de julho de 2026
A Receita Federal liberou nesta sexta-feira (24) a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026. Ao todo, 2.743.200 contribuintes serão contemplados neste lote, que soma R$ 4,61 bilhões em restituições. O pagamento está programado para o próximo 31 de julho.
Os contribuintes já podem verificar se foram incluídos no lote por meio da página oficial da Receita Federal ou pelo aplicativo disponível para smartphones e tablets.
A consulta pode ser feita acessando o portal da Receita Federal, na área destinada ao Imposto de Renda. Basta informar o CPF, a data de nascimento e o ano da declaração para verificar se a restituição foi liberada.
Também é possível realizar a consulta pelo aplicativo oficial da Receita Federal, disponível para dispositivos Android e iOS.
O valor da restituição será depositado diretamente na conta bancária ou na chave Pix do tipo CPF informada pelo contribuinte durante o envio da declaração.
Caso o crédito não seja efetuado por problemas na conta indicada, o valor ficará disponível para resgate junto ao Banco do Brasil por até um ano.
A Receita Federal mantém uma ordem de prioridade para o pagamento das restituições. Recebem primeiro os contribuintes com prioridade legal, como idosos, pessoas com deficiência, portadores de doenças graves e professores cuja principal fonte de renda seja o magistério.
Na sequência, também têm preferência aqueles que utilizaram a declaração pré-preenchida e optaram por receber a restituição via Pix com chave CPF.
Os contribuintes que não aparecerem na consulta não precisam se preocupar imediatamente. Novos lotes de restituição serão liberados nos próximos meses, conforme o calendário da Receita Federal.
Entretanto, é importante acompanhar regularmente a situação da declaração para verificar se ela caiu na malha fina ou se existe alguma pendência que impeça o pagamento da restituição.
A recomendação é que os contribuintes consultem frequentemente o portal da Receita Federal para acompanhar a liberação dos próximos lotes e eventuais atualizações sobre a declaração do Imposto de Renda.
Mulher
As mulheres brasileiras maiores de 18 anos agora podem adquirir e portar spray de pimenta para defesa pessoal. A medida foi oficializada nesta sexta-feira (24), com a sanção da nova...
24 de julho de 2026
As mulheres brasileiras maiores de 18 anos agora podem adquirir e portar spray de pimenta para defesa pessoal. A medida foi oficializada nesta sexta-feira (24), com a sanção da nova lei pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), representando uma mudança na legislação sobre o acesso a aerossóis de extratos vegetais destinados à proteção individual.
A nova norma busca ampliar as alternativas de defesa para mulheres em situações de risco, estabelecendo regras claras para a utilização do equipamento. A publicação da lei no Diário Oficial da União marca o início da vigência da medida em todo o país.
De acordo com a legislação, o spray de pimenta poderá ser utilizado exclusivamente para afastar uma agressão considerada injusta, atual ou iminente. A norma determina que o uso seja proporcional à ameaça enfrentada e interrompido imediatamente após a neutralização do risco.
O objetivo é garantir que o equipamento seja empregado apenas como instrumento de defesa pessoal, evitando seu uso indevido em outras circunstâncias.
Embora o projeto aprovado pelo Congresso previsse que adolescentes a partir de 16 anos também pudessem adquirir o spray com autorização dos pais ou responsáveis, esse dispositivo foi vetado durante a sanção presidencial. Com isso, a autorização ficou restrita às mulheres com 18 anos ou mais.
Outro ponto retirado do texto foi a obrigação de comunicar às autoridades policiais casos de perda, furto ou roubo do spray de pimenta, exigência que também deixou de fazer parte da versão final da lei.
A sanção ocorre em um momento em que o enfrentamento à violência contra a mulher continua sendo tema de discussão em todo o Brasil. A possibilidade de acesso ao spray de pimenta é vista como mais um mecanismo de proteção individual, sem substituir a atuação das forças de segurança pública e as políticas de prevenção e combate à violência de gênero.
Especialistas reforçam que, apesar da liberação, o equipamento deve ser utilizado com responsabilidade, apenas em situações reais de perigo e dentro dos limites estabelecidos pela legislação.