quinta, 04 de junho, 2026
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A Meta, empresa responsável pelas redes sociais Facebook e Instagram, anunciou que o WhatsApp deixará de funcionar em celulares antigos a partir de 1º de janeiro de 2026, por falta de requisitos técnicos mínimos. A empresa informou que a medida vale em todo o mundo. A mudança atinge aparelhos que não suportam Android 5.0 ou iOS 15.1, usados para garantir segurança e desempenho do aplicativo.
Segundo a empresa, as atualizações exigem sistemas mais recentes para receber novas funções e correções de segurança. A Meta afirmou que dispositivos sem suporte oficial dos fabricantes não conseguem manter o padrão mínimo do serviço. Usuários desses modelos perderão acesso ao aplicativo e às conversas com o avanço das atualizações.
Entre os iPhones afetados estão os modelos 5, 5c, 5s, 6 e 6 Plus, que não alcançam o iOS 15.1. No sistema Android, perdem suporte aparelhos como Samsung Galaxy S3, S4 Mini, S5, Galaxy Note 2 e Galaxy J2. Também entram na lista LG Optimus L3, L5 e L7, Motorola Moto G e Moto E de primeira geração, além de modelos antigos da Sony, Huawei e HTC.
A maioria dos celulares atingidos chegou ao mercado há mais de dez anos, segundo a Meta. A empresa informou que notificará os usuários diretamente no aplicativo antes do fim do suporte. Não há previsão de versão simplificada do WhatsApp para esses aparelhos.
A Meta recomenda que os usuários façam cópia de segurança das conversas e arquivos antes da data-limite. Quem puder deve tentar atualizar o sistema operacional do próprio aparelho.
Caso isso não seja possível, a orientação é migrar os dados para um celular compatível ou adquirir um novo dispositivo.
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal...
3 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.
A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.
O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.
Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.
A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.
Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.
A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.
A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.
Documento
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como...
2 de junho de 2026
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.
A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.
A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.
Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.
Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.
A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.