quinta, 04 de junho, 2026
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O sonho de mudar de vida nunca esteve tão próximo. A Mega da Virada, que será sorteada logo mais à noite, 31 de dezembro, promete entrar para a história com um prêmio estimado em R$ 1 bilhão, valor capaz de redefinir o futuro de qualquer apostador que acertar as seis dezenas.
Mais do que o impacto imediato de se tornar bilionário, os números impressionam quando o assunto é rendimento. Se todo o valor fosse aplicado na poupança, o ganhador teria um retorno mensal em torno de R$ 6,7 milhões, sem precisar gastar um centavo do prêmio principal. Uma renda desse porte garante conforto, segurança e estabilidade financeira não apenas para o vencedor, mas para várias gerações da mesma família.
Em Coxim, o clima é de expectativa total. Desde as primeiras horas do dia, as lotéricas registram movimento intenso, com filas, apostas de última hora e muitos bolões sendo fechados entre amigos, familiares e colegas de trabalho. Nas rodas de conversa, o assunto é praticamente um só: “O que você faria com R$ 1 bilhão?”.
As possibilidades parecem infinitas. Comprar imóveis, investir em negócios, viajar o mundo, ajudar familiares, apoiar projetos sociais ou simplesmente viver com tranquilidade financeira. Para muitos coxinenses, a Mega da Virada representa mais do que dinheiro: é a chance de realizar sonhos que pareciam impossíveis.
Outro detalhe que aumenta ainda mais o apelo do sorteio é que a Mega da Virada não acumula. Se ninguém acertar as seis dezenas, o prêmio é dividido entre os acertadores da quina, garantindo que o valor bilionário seja distribuído.
Com o sorteio marcado para esta noite, a esperança segue viva em cada aposta registrada. Até o último minuto, a imaginação corre solta e a pergunta permanece no ar: e se o próximo bilionário estiver em Coxim?
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal...
3 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.
A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.
O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.
Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.
A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.
Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.
A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.
A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.
Documento
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como...
2 de junho de 2026
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.
A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.
A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.
Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.
Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.
A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.