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Projeto do Uso de spray de pimenta para defesa pessoal das mulheres é aprovado

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14 de março de 2026

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Glenda Melo

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Um projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados do Brasil pode trazer mudanças importantes para a segurança pessoal de mulheres em todo o país, incluindo moradoras de Coxim. A proposta autoriza a comercialização, compra e posse de aerossóis de extratos vegetais, como o spray de pimenta, para mulheres a partir de 16 anos.

O texto, apresentado pela deputada Gorete Pereira, foi aprovado pelos parlamentares e agora segue para análise no Senado Federal do Brasil, onde ainda precisará passar por nova votação antes de se tornar lei.

De acordo com o projeto, o spray poderá ser utilizado exclusivamente como instrumento de defesa pessoal, em situações de agressão considerada injusta, atual ou iminente. O uso deverá ser proporcional à ameaça e interrompido assim que o risco for neutralizado.

Caso o produto seja utilizado fora dessas circunstâncias, o responsável poderá sofrer penalidades previstas na proposta, que incluem desde advertência formal até multas que podem variar entre um e dez salários mínimos.

Regras para compra

O projeto estabelece ainda alguns critérios para a aquisição do spray. Mulheres entre 16 e 18 anos poderão comprar o produto apenas com autorização de um responsável legal.

Além disso, no momento da compra será necessário apresentar:

Documento oficial com foto

Comprovante de residência

Certidão de Antecedentes Criminais, comprovando que a pessoa não possui condenação por crime doloso cometido com violência ou grave ameaça

As características técnicas do aerossol, como limite de concentração e composição permitida, deverão ser regulamentadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Se aprovado também no Senado e sancionado pelo governo federal, o projeto poderá permitir que mulheres de cidades como Coxim tenham mais uma alternativa legal de proteção pessoal, especialmente em situações de risco.

Saúde

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3 de junho de 2026

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.

A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.

O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.

Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.

A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.

Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.

A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.

A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.

 

Documento

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2 de junho de 2026

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Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.

A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.

A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.

Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.

Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.

A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.