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Prazo para regularização do título de eleitor termina em 6 de maio, informa TSE

O TSE alerta que o cadastro eleitoral será fechado em 6 de maio de 2026, sem possibilidade de prorrogação, para quem precisa regularizar documentos para as eleições gerais.

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13 de janeiro de 2026

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Idest

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informa que o prazo para regularização do título de eleitor termina em 6 de maio. Após essa data, o cadastro eleitoral será fechado, impossibilitando alterações, transferências ou novos registros até o término do segundo turno das Eleições Gerais.

Encerramento do cadastro eleitoral

A data-limite segue a legislação eleitoral, que prevê o fechamento do cadastro 150 dias antes do pleito. Em 2026, o primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, estabelecendo 6 de maio como prazo final para regularização de pendências.

Serviços disponíveis até 6 de maio

Até o encerramento do prazo, eleitores podem solicitar transferência de domicílio, alteração de endereço ou local de votação, emissão do primeiro título, revisão de dados cadastrais e cadastro biométrico. Após 6 de maio, os serviços só serão retomados após o segundo turno.

Consequências para quem não regularizar

Eleitores com pendências não poderão votar nas eleições de outubro. A regularização deve ser feita presencialmente nos Fóruns Eleitorais ou na Central de Atendimento ao Eleitor, em Campo Grande, localizada na Rua Delegado José Alfredo Hardman, 180, Jardim Veraneio, das 12h às 17h. O horário é o mesmo nos outros fóruns do estado.

Consulta e autoatendimento

A situação eleitoral pode ser consultada pelo autoatendimento disponível no site do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), mediante preenchimento dos dados pessoais.

Saúde

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3 de junho de 2026

Anvisa manda recolher lote de água mineral após identificação de bactéria

 

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.

A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.

O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.

Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.

A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.

Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.

A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.

A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.

 

Documento

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2 de junho de 2026

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Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.

A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.

A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.

Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.

Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.

A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.