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Brasil
Após um fim de semana de competições, chegou ao fim a 11ª edição das Paralimpíadas Escolares de Mato Grosso do Sul.
27 de junho de 2022
Clara Rockel e Lucas Castro – Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte)
Após um fim de semana de competições, chegou ao fim a 11ª edição das Paralimpíadas Escolares de Mato Grosso do Sul. O evento foi sediado em Campo Grande, dos dias 24 a 26 de junho, com disputas de bocha e atletismo, garantindo vagas na competição regional das categorias, e atletismo, valendo a classificação para a etapa nacional. As Paralimpíadas são uma realização do Governo do Estado, por meio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte).
O evento reuniu cerca de 112 estudantes-paratletas (35 no feminino e 77 no masculino), com deficiências física, intelectual e visual, na faixa etária de 11 a 18 anos (divididas em sub-14, sub-16 e sub-18). Eles representaram sete municípios: Campo Grande, Chapadão do Sul, Dourados, Nova Andradina, Rio Brilhante, Sidrolândia e Três Lagoas.
Em 2021, o evento reuniu 69 estudantes-paratletas de seis municípios, 43 a menos do que a atual edição. “Ficamos muito felizes ao observar o crescimento dos esportes paralímpicos em nosso estado”, declara o diretor-presidente da Fundesporte, Silvio Lobo Filho. “O aumento de atletas e municípios participantes nos mostra os resultados de nossos investimentos, e não poderíamos ficar mais satisfeitos. Estes estudantes representarão Mato Grosso do Sul diante de todo o Brasil e, posteriormente, diante de todo o mundo”, conclui.
No paratletismo e na bocha paralímpica, os participantes buscaram classificação à fase regional 3 das Paralimpíadas Escolares, que acontecerá em São Paulo (SP), de 5 a 10 de setembro. Já os melhores do tênis de mesa asseguraram vaga direta à etapa nacional, também na capital paulista, de 21 a 26 de novembro.
Confira abaixo os resultados da competição:
Resultados - Atletismo masculino
Resultados - Atletismo feminino
Resultados - Tênis de Mesa
Resultados - Bocha
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal...
3 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.
A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.
O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.
Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.
A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.
Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.
A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.
A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.
Documento
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como...
2 de junho de 2026
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.
A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.
A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.
Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.
Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.
A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.