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Novas regras para "cinquentinhas" entram em vigor e endurecem fiscalização inclusive em Coxim

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2 de janeiro de 2026

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Glenda Melo

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Passa a valer em todo o país as novas regras para a circulação de ciclomotores, conhecidos popularmente como cinquentinhas. Com a mudança, conduzir esses veículos sem registro, licenciamento ou habilitação passa a ser infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e retenção do veículo. 

As normas estão previstas na Resolução nº 996/2023 do Contran, que estabelece critérios claros para classificação, documentação e segurança. A partir de 1º de janeiro de 2026, além das penalidades, o ciclomotor irregular poderá ser recolhido ao pátio do Detran. 

São considerados ciclomotores os veículos de duas ou três rodas com motor de até 50 cilindradas ou motor elétrico de até 4 kW, com velocidade limitada a 50 km/h. Para circular, passam a ser obrigatórios: 

  • Registro e licenciamento (placa) 
  • Uso de capacete pelo condutor e passageiro 
  • CNH categoria A ou Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC). 

Veículos que excedem esses limites passam a seguir as regras aplicáveis às motocicletas. 

Entre as infrações previstas estão circular sem placa, sem capacete, em locais proibidos ou sem habilitação, todas com multas elevadas e perda de pontos na CNH. Em alguns estados, como Mato Grosso, também poderá haver cobrança de IPVA. 

A resolução não muda as regras para bicicletas elétricas, patinetes e skates, que continuam dispensados de registro e habilitação, desde que respeitem os limites técnicos estabelecidos, como velocidade máxima e funcionamento por pedal assistido. 

Segundo os órgãos de trânsito, a medida busca aumentar a segurança viária e organizar a circulação de ciclomotores, cujo número tem crescido rapidamente nas cidades. Em Coxim muitos acidentes foram registrados em 2025 por pessoas usando as chamadas cinquentinhas, com a fiscalização agora seguiremos acompanhando como isso fluirá em Coxim. 

Saúde

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3 de junho de 2026

Anvisa manda recolher lote de água mineral após identificação de bactéria

 

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.

A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.

O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.

Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.

A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.

Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.

A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.

A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.

 

Documento

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2 de junho de 2026

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Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.

A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.

A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.

Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.

Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.

A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.