quinta, 04 de junho, 2026
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O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta sexta-feira (25) os índices que medem a pobreza e vulnerabilidade em todos os Estados e o Distrito Federal do Brasil. Mato Grosso do Sul é o 8º menor em relação às pessoas que têm algum grau de pobreza com valor em 17,5% da população.
Dentro da população de MS, em 2017-2018, 17,5% das pessoas estavam em algum grau de pobreza. Comparado a 2008-2009, o Estado tinha um percentual de 39,6%. A queda foi de quase dois terços, chegando a 65,8%. Esse valor corresponde ao IPM-NM (Índice de Pobreza Multidimensional Não Monetário).
A unidade federativa com menor índice foi Santa Catarina com 5,1%. Já o Estado com o maior índice de pobreza foi Maranhão com 58,1%. O cálculo é feito com base nos critérios de moradia, acesso aos serviços públicos, saúde, alimentação, educação, transporte e lazer.
Além de Santa Catarina, o Estado está atrás do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Distrito Federal.
Outro ponto destacado na pesquisa envolve o IVM-NM (Índice de Vulnerabilidade Multidimensional Não monetário). Esse dado destaca a porcentagem de pessoas no Estado que tem alguma vulnerabilidade dentro dos critérios listados acima.
Mato Grosso do Sul tem 69% da sua população em algum grau de vulnerabilidade. Este percentual coloca o Estado em 9º lugar entre os Estados com menos vulneráveis. Em 2008-2009, o número registrado era de 86,1%. Desta forma, há um decréscimo de 19,9%. - Esta foi a primeira vez que o instituto divulgou a evolução dos indicadores não monetários de pobreza e qualidade de vida do Brasil. Esse trabalho acompanha a evolução da pobreza e da vulnerabilidade no Brasil, a partir de uma abordagem multidimensional e não monetária, baseado nas duas últimas edições da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares) de 2008-2009 e 2017-2018.
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal...
3 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.
A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.
O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.
Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.
A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.
Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.
A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.
A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.
Documento
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como...
2 de junho de 2026
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.
A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.
A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.
Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.
Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.
A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.