sábado, 25 de julho, 2026
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A poucos dias do sorteio mais esperado do ano, a Mega da Virada 2025, o clima de expectativa já tomou conta de Coxim. Com o prêmio estimado em R$ 1 bilhão, coxinenses estão lotando as casas lotéricas da cidade, formando filas, fazendo bolões e alimentando o sonho de começar o novo ano com a vida completamente transformada.
Nas lotéricas, o movimento é intenso desde cedo. Apostadores chegam sozinhos, em família ou com amigos, muitos já com os números anotados no papel ou no celular. Outros preferem confiar na sorte e deixar a escolha por conta do sistema. “Todo ano eu jogo. Vai que dessa vez a sorte resolve passar por Coxim”, brinca o servidor público José Almeida, de 47 anos.
Os bolões também são uma das principais apostas dos moradores. Grupos de colegas de trabalho, amigos de bar e até familiares estão se organizando para aumentar as chances. “Aqui no serviço a gente fez um bolão com dez pessoas. Se ganhar, já combinamos que a primeira comemoração vai ser em Coxim mesmo”, conta a comerciária Patrícia Nunes, de 29 anos.
O assunto domina as conversas pela cidade. Em filas de banco, mesas de lanchonete e rodas de tereré, não se fala em outra coisa além dos números da sorte e dos planos para o futuro. “Se eu ganhar, a primeira coisa é quitar tudo o que devo. Depois, ajudar a família e investir”, diz o autônomo Carlos Eduardo, de 38 anos.
Mesmo quem joga com o pé no chão admite que o prêmio chama atenção. “A gente sabe que é difícil, mas com um valor desse, não custa tentar. É um sonho coletivo”, afirma a aposentada Maria das Graças, de 62 anos.
Enquanto o resultado não sai, Coxim segue vivendo dias de expectativa, esperança e muitas apostas, na torcida para que a sorte resolva, enfim, escolher a cidade como destino. E você, já fez sua aposta? Se a resposta é não corra e evite deixar para a última hora pois as filas serão imensas e cansativas.
Imposto de renda 2026
A Receita Federal liberou nesta sexta-feira (24) a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026. Ao todo, 2.743.200 contribuintes...
24 de julho de 2026
A Receita Federal liberou nesta sexta-feira (24) a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026. Ao todo, 2.743.200 contribuintes serão contemplados neste lote, que soma R$ 4,61 bilhões em restituições. O pagamento está programado para o próximo 31 de julho.
Os contribuintes já podem verificar se foram incluídos no lote por meio da página oficial da Receita Federal ou pelo aplicativo disponível para smartphones e tablets.
A consulta pode ser feita acessando o portal da Receita Federal, na área destinada ao Imposto de Renda. Basta informar o CPF, a data de nascimento e o ano da declaração para verificar se a restituição foi liberada.
Também é possível realizar a consulta pelo aplicativo oficial da Receita Federal, disponível para dispositivos Android e iOS.
O valor da restituição será depositado diretamente na conta bancária ou na chave Pix do tipo CPF informada pelo contribuinte durante o envio da declaração.
Caso o crédito não seja efetuado por problemas na conta indicada, o valor ficará disponível para resgate junto ao Banco do Brasil por até um ano.
A Receita Federal mantém uma ordem de prioridade para o pagamento das restituições. Recebem primeiro os contribuintes com prioridade legal, como idosos, pessoas com deficiência, portadores de doenças graves e professores cuja principal fonte de renda seja o magistério.
Na sequência, também têm preferência aqueles que utilizaram a declaração pré-preenchida e optaram por receber a restituição via Pix com chave CPF.
Os contribuintes que não aparecerem na consulta não precisam se preocupar imediatamente. Novos lotes de restituição serão liberados nos próximos meses, conforme o calendário da Receita Federal.
Entretanto, é importante acompanhar regularmente a situação da declaração para verificar se ela caiu na malha fina ou se existe alguma pendência que impeça o pagamento da restituição.
A recomendação é que os contribuintes consultem frequentemente o portal da Receita Federal para acompanhar a liberação dos próximos lotes e eventuais atualizações sobre a declaração do Imposto de Renda.
Mulher
As mulheres brasileiras maiores de 18 anos agora podem adquirir e portar spray de pimenta para defesa pessoal. A medida foi oficializada nesta sexta-feira (24), com a sanção da nova...
24 de julho de 2026
As mulheres brasileiras maiores de 18 anos agora podem adquirir e portar spray de pimenta para defesa pessoal. A medida foi oficializada nesta sexta-feira (24), com a sanção da nova lei pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), representando uma mudança na legislação sobre o acesso a aerossóis de extratos vegetais destinados à proteção individual.
A nova norma busca ampliar as alternativas de defesa para mulheres em situações de risco, estabelecendo regras claras para a utilização do equipamento. A publicação da lei no Diário Oficial da União marca o início da vigência da medida em todo o país.
De acordo com a legislação, o spray de pimenta poderá ser utilizado exclusivamente para afastar uma agressão considerada injusta, atual ou iminente. A norma determina que o uso seja proporcional à ameaça enfrentada e interrompido imediatamente após a neutralização do risco.
O objetivo é garantir que o equipamento seja empregado apenas como instrumento de defesa pessoal, evitando seu uso indevido em outras circunstâncias.
Embora o projeto aprovado pelo Congresso previsse que adolescentes a partir de 16 anos também pudessem adquirir o spray com autorização dos pais ou responsáveis, esse dispositivo foi vetado durante a sanção presidencial. Com isso, a autorização ficou restrita às mulheres com 18 anos ou mais.
Outro ponto retirado do texto foi a obrigação de comunicar às autoridades policiais casos de perda, furto ou roubo do spray de pimenta, exigência que também deixou de fazer parte da versão final da lei.
A sanção ocorre em um momento em que o enfrentamento à violência contra a mulher continua sendo tema de discussão em todo o Brasil. A possibilidade de acesso ao spray de pimenta é vista como mais um mecanismo de proteção individual, sem substituir a atuação das forças de segurança pública e as políticas de prevenção e combate à violência de gênero.
Especialistas reforçam que, apesar da liberação, o equipamento deve ser utilizado com responsabilidade, apenas em situações reais de perigo e dentro dos limites estabelecidos pela legislação.