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Lula assina decreto que acelera regularização de terras quilombolas em MS e 13 estados

O documento visa fortalecer as políticas de Regularização Fundiária, em prol das comunidades quilombolas

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20 de novembro de 2025

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Idaicy Solano

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O presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), assinou 28 decretos de desapropriação de imóveis rurais em terras quilombolas de  e mais 13 estados brasileiros, nesta quinta-feira (20), data em que se celebra o Dia da Consciência Negra. O decreto terá efeito em terras pertencentes às famílias Araújo e Ribeiro, em Mato Grosso do Sul. O documento visa fortalecer as políticas de Regularização Fundiária em prol das comunidade quilombolas, e garantir a manutenção das comunidades e de suas gerações futuras.

Após a publicação dos decretos presidenciais, o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) estará autorizado a realizar vistorias e avaliações de preços para o pagamento prévio à desapropriação em dinheiro aos proprietários, dentro da disponibilidade orçamentária-financeira da União.

 

A ministra de Igualdade Racial, Anielle Franco, acompanhou a assinatura dos decretos, e destacou o documento é um passo importante para conquista da titulação das terras. Franco também frisa que os textos oficializam um trabalho que, além das titulações, busca garantir estrutura aos povos quilombolas.

“A gente hoje assinou 28 decretos, contemplando 31 comunidades e beneficiando cerca de 5.200 famílias. A gente sai daqui com esse avanço de territórios quilombolas, primeiro por conta das titulações, dos decretos, mas também porque a gente chega ali com estrutura, de acordo com o que cada localidade precisa, como a gente tem feito desde 2023″, detalha.

Em suas redes sociais, o presidente Lula destacou que o dia 20 de novembro lembra que democracia se constrói com direitos garantidos e oportunidades reais para todos. “O país vem ampliando políticas que chegam às escolas, aos territórios e às comunidades, fortalecendo a proteção de direitos e abrindo novos caminhos de inclusão. Quando a igualdade avança, a democracia se fortalece”.

Assinaturas em outros estados

Ao todo, serão desapropriados imóveis ruais em 14 estados (incluindo Mato Grosso do Sul). Confira abaixo:

  • Bahia: De Buri, Fazenda Porteira, Do Fôjo, Jiboia, Sacutiaba/Riacho da Sacutiaba e São Francisco do Paraguaçu
  • Paraná: Água Morna, De Invernada Paiol da Telha, Mamãs e Manoel Ciriaco dos Santos
  • Ceará: Boqueirão da Arara, Serra dos Chagas e Sítio Veiga
  • Sergipe: Pontal da Barra, Forte e Morro dos Negros
  • Goiás: Buracão e Cedro
  • : Picada das Vassouras/Quebra Canga e Sítio Novo Linha Fão
  • Maranhão: Cariongo
  • Paraíba: Engenho 
  • Piauí: Lagoas
  • Rio de Janeiro: Santa Rita do Bracuí
  • Santa Catarina: Campos dos Polí
  • São Paulo: De Mandira
  • Mato Grosso do Sul: Famílias Araújo e Ribeiro
  • Alagoas: Cajá dos Negros

Saúde

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.

A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.

O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.

Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.

A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.

Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.

A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.

A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.

 

Documento

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2 de junho de 2026

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Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.

A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.

A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.

Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.

Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.

A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.