quinta, 04 de junho, 2026
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Um rapaz de 20 anos foi preso após confessar ter incendiado uma escola estadual em Pariquera-Açu, em São Paulo. Ele é ex- aluno da unidade, confessou o crime por sofrer bullying, e também revelou ter queimado as roupas usadas no dia do ataque. Ele foi localizado em casa pela polícia.
O incêndio destruiu partes da Escola Estadual Professor José Vicente Bertoli, no bairro Angatuba. A unidade atende mais de 400 alunos. Uma das salas destruídas era usada por uma turma do 9º ano, livros, móveis, a forração do teto e parte do laboratório de informática também foram destruídos.
A motivação, segundo o delegado Fábio Maia, foi o bullying sofrido ele por moradores do bairro e estudantes da unidade. “Ele deixou a escola há alguns anos, mas afirmou que zombavam dele, principalmente quando jogava bola, e queria fazer algo que chamasse a atenção”, explicou.
Na quinta-feira (23), investigadores da Delegacia Sede da cidade cumpriram mandado de busca e apreensão na casa do jovem, que era investigado como um dos suspeitos. A polícia não divulgou o nome do rapaz, mas afirmou que ele mantinha um comportamento "fechado".
“Cumprimos mandado na casa dele e não encontramos nada ligado ao incêndio, mas, ele assumiu o crime e afirmou que queimou tudo que usou no dia que incendiou o local”, afirmou Maia ao G1. Ele foi levado à delegacia, onde em depoimento, explicou a dinâmica do crime.
IncêndioO criminoso saiu de casa por volta de meia noite do último dia 14, usando uma touca para cobrir o rosto. Ele também levava uma roupa para se trocar após o crime. Na escola, estourou a grade da cozinha, por onde entrou, pegou um isqueiro, e quebrou uma câmera de monitoramento.
“Ela não funcionava, mas ele não sabia. Depois que colocou fogo nas salas, ele queimou tudo que usou: a touca, o isqueiro, a roupa que vestia e a câmera que havia quebrado”, disse o delegado responsável pelo caso. A ação foi arquitetada por pelo menos dois dias até ser executada.
O jovem permaneceu detido na unidade, onde foi registrado boletim de ocorrência. A Polícia Civil solicitará a prisão preventiva do criminoso, que permanecerá recolhido na carceragem da unidade e à disposição da Justiça.
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal...
3 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.
A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.
O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.
Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.
A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.
Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.
A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.
A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.
Documento
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como...
2 de junho de 2026
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.
A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.
A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.
Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.
Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.
A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.