quinta, 04 de junho, 2026
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Os contribuintes têm até às 23h59 desta sexta-feira (29) para enviar a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 à Receita Federal. Quem perder o prazo estará sujeito ao pagamento de multa, que começa em R$ 165,75 e pode chegar a 20% do valor do imposto devido.
Segundo dados divulgados pela Receita Federal, mais de 38 milhões de declarações já haviam sido entregues até a tarde desta quinta-feira (28). No entanto, a expectativa do órgão é receber cerca de 44 milhões de formulários neste ano, o que significa que milhões de brasileiros ainda precisam acertar as contas com o Fisco nas próximas horas.
Enquanto parte dos contribuintes corre para evitar atrasos, outra já aguarda o pagamento da restituição. O primeiro lote será liberado nesta sexta-feira e deve contemplar aproximadamente 8,75 milhões de pessoas, com previsão de R$ 16 bilhões em pagamentos.
A consulta para saber se o contribuinte foi incluído no lote pode ser feita pelo sistema “Meu Imposto de Renda”, disponível no site e no aplicativo oficial da Receita Federal. Para acessar o serviço, é necessário possuir conta gov.br nos níveis prata ou ouro.
A Receita informou ainda que quase 5 milhões de restituições serão destinadas a contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida e escolheram receber o valor via Pix, modalidade que acelera o processamento.
Entre as declarações já entregues, a maioria utilizou o sistema pré-preenchido. Os dados também mostram que mais da metade dos contribuintes terá direito à restituição, enquanto outra parcela precisará pagar imposto complementar. Há ainda aqueles que não terão valores a receber nem a pagar.
A idade média dos brasileiros que já entregaram a declaração neste ano é de 47 anos, conforme levantamento do Fisco.
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal...
3 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.
A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.
O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.
Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.
A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.
Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.
A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.
A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.
Documento
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como...
2 de junho de 2026
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.
A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.
A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.
Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.
Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.
A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.