quinta, 04 de junho, 2026
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O Corpo de Bombeiros resgatou na noite de terça-feira, 14, uma égua que ficou presa no 3º andar de um prédio em São Leopoldo, no Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul. Segundo as autoridades, o proprietário do imóvel foi quem acionou os militares para o salvamento e informou que ela estava lá havia 10 dias.
Ao Terra, a major dos bombeiros Josiane Teloeken explicou que, para a retirada do animal, foi necessário o uso de uma espécie de tirolesa para levantar a égua e levá-la em segurança até um barco. Essa técnica é chamada de “salvamento nas alturas”. Ainda não há informações sobre para onde ela foi encaminhada.
“Os meninos foram até o local junto com veterinários, que informaram que se ela não fosse retirada ela morreria, pois ela já estava bem frágil. Não havia outra possibilidade de fazer [antes o resgate], pois estava alagado”, pontuou a major.
No salvamento, atuaram duas equipes especializadas compostas por militares do Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e do Rio Grande do Sul.
Tentativa de resgate
Dirceu Matias, dono da égua, explicou que primeiro colocou o bicho no 2º andar do prédio, mas, como a água continuou subindo, transferiu para o 3º andar.
À CNN Brasil, ele afirmou que mora em uma chácara em frente ao prédio e que tem permissão do proprietário para abrigar seus animais lá. Dois bois também estavam no mesmo prédio, mas já tinham sido resgatados.
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O Rio Grande do Sul vem sofrendo com chuvas e enchentes intensas desde o fim do mês de abril. Segundo informações divulgadas pela Defesa Civil na noite desta terça-feira, já são 149 mortes confirmadas.
Já os desaparecimentos diminuíram de 124 para 112, informou a Defesa Civil, enquanto os feridos permaneceram em 806. As enchentes já afetaram 446 das 497 cidades gaúchas desde o início das chuvas.
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal...
3 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.
A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.
O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.
Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.
A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.
Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.
A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.
A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.
Documento
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como...
2 de junho de 2026
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.
A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.
A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.
Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.
Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.
A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.