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Dia da Avicultura destaca integração entre grãos e produção de aves em Mato Grosso do Sul

Estado se consolida como 7º maior exportador de carne de frango do Brasil, com soja e milho essenciais para a alimentação das aves

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28 de agosto de 2025

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do Idest, com informações da Aprosoja/MS

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Em 2024, Mato Grosso do Sul registrou o abate de aproximadamente 177,9 milhões de aves, consolidando-se como o 7º maior exportador brasileiro de carne de frango, segundo dados da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul). A produção de soja e milho no estado garante alimentação estratégica para a avicultura, fortalecendo toda a cadeia produtiva.

Exportações e mercados estratégicos

Segundo a Famasul, Mato Grosso do Sul exportou 181,1 mil toneladas de carne de frango em 2024, com destaque para China, Japão e Iraque. A China adquiriu 29,4 mil toneladas, equivalente a 17,5% da receita, o Japão importou 30,4 mil toneladas, correspondendo a 16,1%, e o Iraque comprou 14,9 mil toneladas, representando 8,9% da receita estadual com exportações de frango.

Soja e milho: base da alimentação das aves

A produção de soja e milho é essencial para a alimentação das aves. Na safra 2024/2025, Mato Grosso do Sul alcançou aproximadamente 14,060 milhões de toneladas de soja em 4,524 milhões de hectares e uma produção estimada de 10,2 milhões de toneladas de milho em 2,1 milhões de hectares. Soja e milho respondem por até 70% da composição da ração das aves, evidenciando a integração entre agricultura e avicultura.

Avicultura lidera consumo de milho para produção animal

Dados da Aprosoja/MS mostram que, em 2024, 1.849,49 mil toneladas de milho foram destinadas ao consumo animal, sendo a avicultura responsável por 51% desse total. Mais de 825 mil toneladas foram usadas na alimentação de aves de corte e 114 mil toneladas na produção de aves de postura, reforçando a importância da cadeia avícola para a demanda interna de milho.

Integração gera dinamismo econômico

Segundo o analista de Economia da Aprosoja/MS, Mateus Fernandes, “Mais da metade do milho consumido para a produção animal foi direcionado à avicultura, mostrando como o setor é estratégico para transformar o grão em proteína, agregando valor dentro do estado. Esse vínculo garante dinamismo econômico, amplia oportunidades de emprego e fortalece a competitividade do agronegócio sul-mato-grossense.”

Reconhecimento da cadeia avícola

A Aprosoja/MS parabeniza, neste Dia da Avicultura, todos os profissionais e produtores do setor, ressaltando a relevância da integração entre grãos e avicultura para colocar proteína de qualidade na mesa das famílias do Brasil e do mundo.

Saúde

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3 de junho de 2026

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.

A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.

O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.

Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.

A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.

Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.

A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.

A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.

 

Documento

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Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.

A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.

A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.

Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.

Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.

A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.