quinta, 04 de junho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

Brasil

A+ A-

Crise obriga imóveis a ficarem “estocados” no país; em SP, aluguel cai em 30%

hora de pechinchar

Icone Calendário

1 de abril de 2016

Icone Autor

Redação

Continue Lendo...

A crise econômica que acomete o Brasil, tem forçado os imóveis comerciais a ficar mais tempo fechados entre um inquilino e outro, em todo o país.

Em São Paulo, por exemplo, maior cidade brasileira, portas fechadas e placas de “Aluga-se” dominam a paisagem movimentada das ruas de comércio no centro da cidade.

“No último trimestre de 2015, o volume de imóveis vagos aumentou e a procura caiu. Muitos comerciantes tiveram que fechar por conta da crise”, disse, ao R7, Fábio Khurbi, vice-presidente da AABIC (Associação dos Administradores de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo).

Na capital paulista, desde o início do mês, a procura aumentou um pouco por conta da redução de 30%, em média, no valor dos aluguéis comerciais.

“O aluguel de um bom ponto que era de R$ 50 mil caiu e chega a R$ 35 mil. Mesmo assim, faltam interessados. Como o momento é de crise, não tem muita gente querendo arriscar abrindo um negócio”, contou Khurbi ao R7.

O fechamento de imóveis em São Paulo, que antes abrigavam lojas, também refletiu no mercado de trabalho para os comerciários na capital paulista. O presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah, avaliou a situação.

“O comerciário não consegue uma recolocação rápida no mercado de trabalho. Até 2014, o cenário era dinâmico. O trabalhador saia de uma loja e em pouquíssimo tempo arranjava emprego em outra. Agora, a loja fecha e não há opção de trabalho a curto prazo”, disse o presidente da UGT ao site da Record.

Para Patah, o fechamento das lojas tem relação com a falta de segurança nas regiões tradicionais de comércio de rua e a concorrência com as lojas virtuais.

Saúde

Anvisa manda recolher lote de água mineral após identificação de bactéria

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal...

Anvisa manda recolher lote de água mineral após identificação de bactéria

3 de junho de 2026

Anvisa manda recolher lote de água mineral após identificação de bactéria

 

Continue Lendo...

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.

A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.

O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.

Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.

A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.

Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.

A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.

A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.

 

Documento

Nova identidade nacional passa a valer para viagens em países sul-americanos

Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como...

Nova identidade nacional passa a valer para viagens em países sul-americanos

2 de junho de 2026

Nova identidade nacional passa a valer para viagens em países sul-americanos

 

Continue Lendo...

Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.

A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.

A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.

Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.

Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.

A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.