sábado, 25 de julho, 2026
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Os clientes de instituições financeiras em todo o país devem se programar para mudanças no funcionamento das agências durante o feriado da Sexta-feira Santa. Na data, não haverá atendimento presencial ao público, conforme orientação da Federação Brasileira de Bancos.
Apesar do fechamento das agências, os serviços bancários não ficam totalmente indisponíveis. Sistemas eletrônicos continuam funcionando normalmente, garantindo que parte das operações possa ser realizada sem a necessidade de ir até um banco.
Na quinta-feira que antecede o feriado, o atendimento nas agências ocorre normalmente. Já na Sexta-feira Santa, além do fechamento físico das unidades, também não haverá compensação bancária, o que impacta diretamente algumas transações.
Entre os serviços afetados está a TED, que não será processada durante o feriado. Em contrapartida, o sistema Pix segue disponível, permitindo transferências em tempo real, inclusive durante o período.
Contas de consumo e boletos com vencimento em dias sem compensação poderão ser quitados no próximo dia útil, sem cobrança de encargos adicionais. Já no caso de tributos e impostos, a recomendação é antecipar o pagamento para evitar a incidência de juros e multas.
Mesmo com as agências fechadas, os clientes podem recorrer aos canais digitais e de autoatendimento. Aplicativos, internet banking e caixas eletrônicos continuam operando para consultas, pagamentos e transferências.
Segundo a Federação Brasileira de Bancos, os canais digitais oferecem segurança e praticidade, permitindo que operações financeiras sejam realizadas a qualquer hora, inclusive em feriados.
Outro período já previsto com suspensão do atendimento presencial será o feriado de Tiradentes, celebrado em 21 de abril. Assim como ocorre agora, a véspera terá funcionamento normal, desde que não haja decretos locais que alterem o expediente.
Diante das mudanças, a principal orientação é simples: planejamento. Antecipar pagamentos e utilizar os meios digitais pode evitar transtornos durante os feriados.
Imposto de renda 2026
A Receita Federal liberou nesta sexta-feira (24) a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026. Ao todo, 2.743.200 contribuintes...
24 de julho de 2026
A Receita Federal liberou nesta sexta-feira (24) a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026. Ao todo, 2.743.200 contribuintes serão contemplados neste lote, que soma R$ 4,61 bilhões em restituições. O pagamento está programado para o próximo 31 de julho.
Os contribuintes já podem verificar se foram incluídos no lote por meio da página oficial da Receita Federal ou pelo aplicativo disponível para smartphones e tablets.
A consulta pode ser feita acessando o portal da Receita Federal, na área destinada ao Imposto de Renda. Basta informar o CPF, a data de nascimento e o ano da declaração para verificar se a restituição foi liberada.
Também é possível realizar a consulta pelo aplicativo oficial da Receita Federal, disponível para dispositivos Android e iOS.
O valor da restituição será depositado diretamente na conta bancária ou na chave Pix do tipo CPF informada pelo contribuinte durante o envio da declaração.
Caso o crédito não seja efetuado por problemas na conta indicada, o valor ficará disponível para resgate junto ao Banco do Brasil por até um ano.
A Receita Federal mantém uma ordem de prioridade para o pagamento das restituições. Recebem primeiro os contribuintes com prioridade legal, como idosos, pessoas com deficiência, portadores de doenças graves e professores cuja principal fonte de renda seja o magistério.
Na sequência, também têm preferência aqueles que utilizaram a declaração pré-preenchida e optaram por receber a restituição via Pix com chave CPF.
Os contribuintes que não aparecerem na consulta não precisam se preocupar imediatamente. Novos lotes de restituição serão liberados nos próximos meses, conforme o calendário da Receita Federal.
Entretanto, é importante acompanhar regularmente a situação da declaração para verificar se ela caiu na malha fina ou se existe alguma pendência que impeça o pagamento da restituição.
A recomendação é que os contribuintes consultem frequentemente o portal da Receita Federal para acompanhar a liberação dos próximos lotes e eventuais atualizações sobre a declaração do Imposto de Renda.
Mulher
As mulheres brasileiras maiores de 18 anos agora podem adquirir e portar spray de pimenta para defesa pessoal. A medida foi oficializada nesta sexta-feira (24), com a sanção da nova...
24 de julho de 2026
As mulheres brasileiras maiores de 18 anos agora podem adquirir e portar spray de pimenta para defesa pessoal. A medida foi oficializada nesta sexta-feira (24), com a sanção da nova lei pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), representando uma mudança na legislação sobre o acesso a aerossóis de extratos vegetais destinados à proteção individual.
A nova norma busca ampliar as alternativas de defesa para mulheres em situações de risco, estabelecendo regras claras para a utilização do equipamento. A publicação da lei no Diário Oficial da União marca o início da vigência da medida em todo o país.
De acordo com a legislação, o spray de pimenta poderá ser utilizado exclusivamente para afastar uma agressão considerada injusta, atual ou iminente. A norma determina que o uso seja proporcional à ameaça enfrentada e interrompido imediatamente após a neutralização do risco.
O objetivo é garantir que o equipamento seja empregado apenas como instrumento de defesa pessoal, evitando seu uso indevido em outras circunstâncias.
Embora o projeto aprovado pelo Congresso previsse que adolescentes a partir de 16 anos também pudessem adquirir o spray com autorização dos pais ou responsáveis, esse dispositivo foi vetado durante a sanção presidencial. Com isso, a autorização ficou restrita às mulheres com 18 anos ou mais.
Outro ponto retirado do texto foi a obrigação de comunicar às autoridades policiais casos de perda, furto ou roubo do spray de pimenta, exigência que também deixou de fazer parte da versão final da lei.
A sanção ocorre em um momento em que o enfrentamento à violência contra a mulher continua sendo tema de discussão em todo o Brasil. A possibilidade de acesso ao spray de pimenta é vista como mais um mecanismo de proteção individual, sem substituir a atuação das forças de segurança pública e as políticas de prevenção e combate à violência de gênero.
Especialistas reforçam que, apesar da liberação, o equipamento deve ser utilizado com responsabilidade, apenas em situações reais de perigo e dentro dos limites estabelecidos pela legislação.