quinta, 04 de junho, 2026
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Um caso inusitado de um bezerro com duas cabeças assustou os moradores de Óbidos no oeste do Pará, na manhã de quarta-feira (13). Em um matadouro da cidade, uma vaca foi abatida e para surpresa dos trabalhadores do local, ela estava prenha de um bezerro com mutação gemelar incompleta. O caso ganhou rápida repercussão no município e intrigou os moradores, segundo o site G1.
Segundo o proprietário da vaca, morador da comunidade Paru, região ribeirinha de Óbidos, Aluísio Câncio, no período de enchente dos rios é natural fazer a transferência de animais para áreas de terra firme na região. Com a intenção de conseguir recursos para viabilizar o transporte dos animais, Câncio selecionou 20 bovinos e vendeu para abate em um frigorífico. Entre os animais, estava a vaca, que foi escolhida por estar muito velha.
Câncio contou que nunca presenciou algo parecido. Ele acredita que o fato é inédito no município. “Trabalho no ramo há mais de 40 anos e eu nunca tinha visto uma coisa parecida aqui na região. Deve ser um fato inédito esse bezerro com duas cabeças (...). Meu irmão levou os animais até o frigorífico e quando chegou aqui me deu essa notícia. Eu fiquei surpreso com esse fato, me deu medo, mas eu entendo que isso seja obra da natureza. É estranho, mas é a natureza. Era uma vaca velha que eu pensava que não daria mais filhos”, ressaltou.
O proprietário do frigorifico contou que o bezerro pesa 5 kg e tem aproximadamente 7 meses de gestação.
Mutação gemelar
A médica veterinária doutora em reprodução das Faculdades Integradas do Tapajos (FIT/Unama), Simone Vieira Castro, explicou ao G1 que em bovinos não é comum ocorrer parto gemelar (dois bezerros). “Nesse caso, como o animal era velho, o embrião não conseguiu se dividir corretamente, e os dois fetos que eram para se formarem separados começam o desenvolvimento com alguns órgãos separados, mas a maior parte do corpo é um só”.
Ainda de acordo com Simone, outro fator que pode ter contribuído para a malformação do animal é o uso do mesmo reprodutor na propriedade, o que limita a variabilidade genética do rebanho. “Geralmente, esses animais com mutações genéticas não são compatíveis com a vida. Dependendo do grau de mutação, ou eles nascem mortos, ou vivem poucas horas após o parto”, explicou.
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal...
3 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.
A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.
O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.
Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.
A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.
Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.
A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.
A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.
Documento
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como...
2 de junho de 2026
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.
A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.
A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.
Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.
Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.
A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.