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Anvisa mantém proibição de produtos Ypê

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17 de maio de 2026

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Glenda Melo

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu manter a suspensão da fabricação, venda e distribuição de diversos produtos da marca Ypê identificados com lotes terminados em número 1.

A medida foi confirmada na última sexta-feira (15), após reunião extraordinária da  Diretoria Colegiada do órgão.

A decisão reacende o alerta para consumidores em todo o país e amplia a atenção sobre possíveis falhas no processo de fabricação dos produtos de limpeza da empresa. Segundo a Anvisa, foram identificados problemas considerados graves em etapas essenciais de produção, incluindo falhas nos sistemas de controle de qualidade e garantia sanitária.

A suspensão havia sido anunciada no início de maio, mas ficou temporariamente sem efeito após a empresa apresentar recurso administrativo. Mesmo com a possibilidade de retomada das vendas durante esse período, a Anvisa informou que os produtos não voltaram a ser comercializados.

Com a nova deliberação, os itens afetados seguem proibidos de serem fabricados, distribuídos, vendidos e utilizados até nova avaliação da agência reguladora.

A preocupação da Anvisa ganhou força após a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa em análises relacionadas aos produtos. O microrganismo é conhecido pela alta resistência a antibióticos e pode causar infecções respiratórias, urinárias e outras complicações, principalmente em pessoas com baixa imunidade ou pacientes em tratamento hospitalar.

Embora os riscos variem conforme o contato e a exposição, a presença da bactéria em produtos de uso doméstico levou o órgão a adotar medidas preventivas imediatas.

Apesar de manter a suspensão dos lotes, a Anvisa decidiu suspender temporariamente o recolhimento obrigatório dos produtos. A agência informou que ainda irá analisar uma proposta apresentada pela fabricante antes de definir se os itens precisarão ser retirados oficialmente do mercado.

O mérito do recurso apresentado pela empresa também continua em análise técnica.

Entre os produtos atingidos pela decisão estão detergentes, lava-roupas líquidos e desinfetantes bastante populares no mercado brasileiro. A restrição vale para os lotes com numeração final 1.

Confira itens incluídos na resolução:

Lava Louças Ypê

Lava Louças Ypê Clear

Lava Louças Ypê Green

Lava Louças Ypê Toque Suave

Tixan Ypê Antibac

Tixan Ypê Combate Mau Odor

Tixan Ypê Coco e Baunilha

Lava Roupas Líquido Ypê Premium

Lava Roupas Líquido Ypê Express

Desinfetante Bak Ypê

Desinfetante Pinho Ypê

Desinfetantes da linha Atol

Consumidores que possuam produtos dos lotes afetados devem acompanhar as orientações oficiais da Anvisa e da fabricante para eventuais atualizações sobre troca, devolução ou descarte adequado.

Saúde

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3 de junho de 2026

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.

A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.

O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.

Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.

A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.

Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.

A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.

A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.

 

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2 de junho de 2026

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Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.

A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.

A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.

Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.

Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.

A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.