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Anvisa determina retirada de produtos à base de cannabis e alerta para riscos à saúde

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12 de maio de 2026

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Glenda Melo

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou ontem, (11) uma medida que proíbe a venda, divulgação e distribuição de produtos derivados de cannabis ligados às marcas Biocase e Allandiol em todo o país. A decisão foi oficializada por meio do Diário Oficial da União após fiscalização identificar irregularidades sanitárias.

Entre os itens atingidos pela determinação estão produtos comercializados como Allandiol Forte Black 1:1 e Allandiol Full Spectrum 3000 mg. Segundo a agência reguladora, os produtos estavam sendo anunciados e vendidos sem o devido registro sanitário exigido pela legislação brasileira.

Durante a apuração, a Anvisa constatou que as propagandas eram divulgadas tanto em plataformas digitais quanto em redes sociais da marca, incluindo promessas terapêuticas sem autorização oficial. O órgão destacou que esse tipo de prática pode representar riscos à população, principalmente por envolver produtos sem comprovação regular de segurança, qualidade e eficácia.

Outro ponto apontado pela fiscalização é que a empresa responsável não possui Autorização de Funcionamento (AFE), documento obrigatório para fabricação e comercialização de produtos derivados de cannabis no Brasil.

A medida também se estende a qualquer pessoa, empresa ou meio de comunicação que continue promovendo, anunciando ou comercializando os produtos proibidos.

Além dessa ação, a Anvisa informou ainda a suspensão de lotes do medicamento Kefazol. Conforme divulgado pela agência, o recolhimento ocorreu de forma voluntária pela fabricante após a identificação de falhas no processo de embalagem do medicamento.

A Anvisa reforçou que as medidas têm caráter preventivo e visam proteger a saúde pública, evitando que consumidores tenham acesso a produtos sem regularização adequada.

Saúde

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3 de junho de 2026

Anvisa manda recolher lote de água mineral após identificação de bactéria

 

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.

A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.

O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.

Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.

A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.

Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.

A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.

A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.

 

Documento

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2 de junho de 2026

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Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.

A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.

A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.

Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.

Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.

A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.