quinta, 04 de junho, 2026
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de diversos esmaltes em gel da marca Impala em todo o país. A medida foi divulgada por meio de publicação no Diário Oficial da União de hoje, segunda-feira (16), após a identificação de uma substância que passou a ser proibida em cosméticos no Brasil.
De acordo com a decisão, os produtos são fabricados pelo Laboratório Avamiller de Cosméticos Ltda, responsável por informar às autoridades sanitárias que algumas formulações da linha contêm o composto Trimethylbenzoyl Diphenylphosphine Oxide (TPO). A substância foi recentemente incluída na lista de ingredientes proibidos para uso em produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes.
A restrição ocorre após uma resolução da Anvisa publicada em 30 de outubro de 2025, que atualizou as regras sobre componentes químicos permitidos nesse tipo de produto. A nova norma determinou a retirada do TPO das formulações comercializadas no país, exigindo que empresas do setor façam adequações e, quando necessário, recolham lotes já distribuídos no mercado.
Entre os itens que devem ser retirados de circulação estão diferentes versões de esmaltes em gel da linha Impala, incluindo:
Plus Gel Esmalte Impala Gel (todos)
Esmalte Gel Impala Gel Plus (todos)
Gel Plus Impala Esmalte Gel (todos)
Esmalte Gel Plus Impala (todos)
Top Coat Gel Impala Gel Plus Clear (todos)
O recolhimento tem como objetivo evitar que produtos fora das normas sanitárias continuem sendo utilizados pelos consumidores. A Anvisa orienta que profissionais de beleza, estabelecimentos comerciais e consumidores que possuam esses itens interrompam o uso e procurem orientações sobre a devolução ou descarte adequado.
A agência também reforça que medidas desse tipo fazem parte do processo de monitoramento constante da segurança de cosméticos no Brasil, garantindo que produtos disponíveis no mercado estejam de acordo com as regras sanitárias vigentes.
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal...
3 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.
A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.
O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.
Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.
A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.
Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.
A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.
A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.
Documento
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como...
2 de junho de 2026
Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.
A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.
A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.
Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.
Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.
A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.