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Agricultora se surpreende ao colher abóbora gigante de 35 quilos

De acordo com a Ceasa, se vendido, o preço do jerimum gigante seria de, pelo menos, R$ 122

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23 de agosto de 2022

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Jd1 notícias - Brenda Leitte

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Uma agricultora, de 42 anos, colheu um jerimum gigante no último sábado (20), no Sítio Olho D’água, em Limoeiro, no Agreste de Pernambuco. Trabalhando na roça há mais de 25 anos, Vânia Barros ficou surpresa ao pesar o fruto e constatar que ele tinha 35,16 quilos.

"O normal de um jerimum é quatro, cinco, até 12 quilos. Aqui em Limoeiro, a gente não sabe de nenhum outro caso de um jerimum maior que esse", relatou a agricultora nesta segunda (22), ao g1.

O fruto, também chamado de abóbora, foi plantado em meio a uma safra de milho. Vânia disse que trabalha no plantio de milho no terreno do Sítio Olho D’água há 11 anos, mas essa seria a primeira vez que planta jerimum neste local.

"É o primeiro ano que a gente planta um roçado grande. Então, a gente pagou para uma senhora, também agricultora, plantar. E ela tinha essa semente de jerimum que ela mesma não sabia que era desse tamanho. Sábado a gente foi lá e se surpreendeu com o tamanho dele", relatou.

Vânia contou que já sabe o que fazer com as sementes do jerimum gigante. "Próximo ano, quando for a época de plantar o milho, plantaremos a semente desse que tiramos agora", disse, com esperança de conseguir mais exemplares de tamanho "avantajado".

No entanto, a agricultora disse que ainda não sabe se vai vender ou vai dividir o fruto com outras pessoas. "Se achar quem compre, a gente vai vender. Se não, a gente vai cortar e dividir aqui com a senhora que plantou e com alguns familiares", declarou.

No site do Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco (Ceasa), o quilo do jerimum é avaliado em aproximadamente R$ 3,50. De acordo com este valor, o preço do jerimum gigante seria de, pelo menos, R$ 122.

Para a curiosidade de muitos, não existe um tamanho "normal" de um jerimum, sendo que ela pode variar de acordo com o trato, como solo, adubação e chuva. Ainda assim, 35 quilos é um peso que não se costuma ver.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada do mercado de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal após a detecção de contaminação microbiológica durante análises realizadas por órgãos de vigilância sanitária.

A medida inclui a suspensão imediata da venda, distribuição e consumo dos produtos pertencentes ao lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126. A decisão foi adotada depois que exames laboratoriais confirmaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos à saúde, especialmente para pessoas com imunidade comprometida.

O lote foi produzido pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada em Luziânia, Goiás, e corresponde a mais de 374 mil garrafas de 500 mililitros fabricadas em janeiro deste ano. A validade dos produtos se estende até janeiro de 2027.

Segundo informações divulgadas pela fabricante, a maior parte das unidades foi distribuída para o Distrito Federal. O restante foi encaminhado para municípios de Goiás, São Paulo e Tocantins.

A contaminação foi descoberta durante uma fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. Após a confirmação do resultado, o lote foi interditado preventivamente e o caso comunicado à Anvisa, que acompanhou a adoção das medidas de recolhimento.

Até o momento, não foram registrados relatos de consumidores sobre problemas relacionados ao consumo da água pertencente ao lote afetado. Mesmo assim, as autoridades sanitárias orientam que qualquer pessoa que tenha adquirido o produto verifique atentamente as informações impressas no rótulo.

A recomendação é que as unidades identificadas com o lote recolhido não sejam consumidas. Os consumidores devem aguardar as orientações da fabricante para realizar a devolução do produto e solicitar eventual ressarcimento.

A Anvisa reforça que o monitoramento constante da qualidade dos alimentos e bebidas comercializados no país é fundamental para garantir a segurança dos consumidores e evitar riscos à saúde pública.

 

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Os brasileiros que possuem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passaram a contar com mais praticidade para viajar pela América do Sul. O documento já pode ser utilizado como identificação oficial para ingresso em diversos países da região, dispensando a apresentação de passaporte em viagens de turismo de curta duração.

A medida reforça os acordos de integração firmados entre os países do Mercosul e nações associadas, que permitem a circulação de cidadãos mediante a apresentação de um documento de identidade válido e reconhecido pelas autoridades migratórias.

A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e traz como principal inovação a utilização do CPF como número único de identificação em todo o território nacional. O documento também possui recursos modernos de segurança, incluindo versão digital e mecanismos que dificultam fraudes.

Com a adoção da nova carteira, os viajantes brasileiros podem utilizar o documento para entrar em países sul-americanos que aceitam a identificação civil em substituição ao passaporte, tornando os deslocamentos mais simples e acessíveis.

Especialistas orientam que os viajantes verifiquem previamente as exigências específicas do país de destino, além de conferir se o documento está em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade estabelecido para a faixa etária do titular.

A expectativa do governo federal é ampliar gradativamente a emissão da Carteira de Identidade Nacional, promovendo a unificação dos cadastros e facilitando o acesso dos cidadãos a serviços públicos e viagens internacionais dentro dos países que mantêm acordos com o Brasil.