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Passageira tem perna amputada após ser atropelada por ônibus na Capital

Família se divide entre a preocupação com a recuperação, custos do tratamento e a incerteza de apoio do Consórcio Guaicurus

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2 de outubro de 2019

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Campo Grande News

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Para uma dona de casa, de 71 anos, o retorno para casa que levaria minutos, se transformou em uma espera que já dura 27 dias e trouxe com ela, uma sequela que vai durar para o resto da vida. No último dia 4 de setembro a passageira Maria da Assunção Oliveira foi atropelada por um ônibus do transporte coletivo da Capital e por conta do acidente, teve a perna esquerda amputada.

Enquanto a dona de casa segue internada na Santa Casa de Campo Grande a família se divide entre a preocupação com a recuperação, custos com o tratamento e a incerteza de um apoio da empresa que administra o transporte coletivo da Capital. Câmeras de segurança de uma loja em frente ao ponto onde a passageira esperava o ônibus, na Avenida Calógeras, gravaram o acidente.

O registro mostra quando às 10h23 daquela manhã o coletivo que faz o trajeto até o Bairro Rita Vieira parou, duas passageiras entraram, mas a idosa não conseguiu chegar a tempo de encontrar as portas abertas. Ao bater na porta para tentar chamar a atenção do motorista a idosa se desequilibrou no meio fio e caiu entre as rodas traseiras do coletivo.

“Por sorte uma passageira viu a queda e pediu para o motorista parar”, comentou a professora Katia Maria de oliveira Freitas, de 39 anos, filha da vítima que comentou que mãe estava retornando para casa, depois de ir até o Centro com a neta. 

A dona de casa foi atendida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levada consciente para a Santa Casa. “Mas devido a gravidade do ferimento e pela própria idade dela o médico adiantou que ela poderia não aguentar uma cirurgia de reconstrução, então a amputação foi o mais indicado”, completa.

Após a cirurgia Maria ficou 9 dias em coma induzido na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) da unidade até recobrar a consciência. Há uma semana ela deixou o setor e agora está na unidade do trauma do hospital, mas seu quadro clínico ainda inspira cuidados.

“Foi um sacrifício muito grande até para ela conseguir se sentar, depois de tanto tempo deitada e agora ela está lutando para combater uma bactéria”, diz Katia. Além do processo de recuperação doloroso a família ainda se queixa da falta de apoio do Consórcio Guaicurus, concessionária que administra o transporte urbano de passageiros.

Segundo a professora, logo após o acidente o consórcio foi procurado, mas ela foi informada que nada poderia ser feito por enquanto. “Depois de 20 dias um advogado da empresa também nos procurou e ressaltou que eles estão amparados juridicamente, ou seja, qualquer cobrança da nossa parte tem que ser feita por meio da justiça, não há nenhum tipo de conduta do ponto de vista humano”, lamentou.

Diante do empasse a professora ressalta que a sua preocupação principal é quanto a recuperação da mãe. Isso porque em casos de amputação o período de adaptação é longo, exige investimento tanto em medicações quanto em fisioterapias, sem mencionar o valor de uma prótese.

“Já avisei minha mãe que ela vai ter que reaprender a andar de novo e isso também depende de muita fisioterapia. Se algum profissional da área pudesse nos ajudar com algumas sessões ou até mesmo uma segunda avaliação, para indicar um melhor tratamento, seria o ideal”, completa.

A professora disponibilizou o número (67)9 9252-2863 para quem estiver interessado em dar qualquer tipo de apoio ou então pelo canal Direto das Ruas (67) 99955-2040.

O consórcio

Via assessoria de imprensa o Consórcio Guaicurus informou que a seguradora da empresa acompanha o caso, mas que depende da conclusão de um inquérito policial para se manifestar sobre qual tipo de suporte vai dar ao tratamento da passageira.

Acidente

Adolescente some com Hilux do pai e é encontrado dormindo em posto após dirigir 9 km

Um adolescente de 13 anos foi encontrado dormindo em uma caminhonete nesta quarta-feira (3), em um posto de combustível, após sumir com a caminhonete Hilux do pai, que chegou a ir...

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Um adolescente de 13 anos foi encontrado dormindo em uma caminhonete nesta quarta-feira (3), em um posto de combustível, após sumir com a caminhonete Hilux do pai, que chegou a ir à delegacia registrar o desaparecimento do filho.

O menino estava com o veículo estacionado em um posto de combustível no bairro Santo Antônio, em Campo Grande. O adolescente estava desaparecido desde as 12h30 de terça-feira (2).

De acordo com o boletim de ocorrência, o pai do adolescente procurou a delegacia para registrar o desaparecimento do menino. Além disso, relatou também um possível furto do veículo. Segundo o pai do adolescente, essa não foi a primeira vez que o adolescente desapareceu com o veículo.

Contudo, na ocasião, não foi feito registro policial, visto que o adolescente foi encontrado. O menino pegou o veículo que pertence ao pai no bairro Monte Castelo e conduziu o veículo até o bairro Santo Antônio.

De acordo com o registro policial, o adolescente foi encontrado por volta das 4h desta quarta-feira. O adolescente estava dormindo no veículo que estava estacionado em um posto de combustível em frente à Base Aérea de Campo Grande.

Ao ser questionado pela equipe policial, o adolescente afirmou que o veículo era do pai e que saiu para passear.

O pai do menino foi acionado e compareceu ao local. Em seguida, pai, filho e a caminhonete foram levados para a Depac-Cepol.

Midiamax

Acidente

Motorista é preso após acidente que matou casal na BR-163 em Coxim; polícia encontrou comprimidos

Condutor de 38 anos recebeu voz de prisão no hospital após colisão que deixou duas vítimas fatais no km 753 da rodovia.

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O motorista do caminhão envolvido no grave acidente que matou o casal Janir José Maggioni, de 60 anos, e Sonia Aparecida Andrade Silva Maggioni, de 59 anos, recebeu voz de prisão após atendimento médico no Hospital Regional de Coxim.

Conforme o boletim de ocorrência, Cristiano da Silva, de 38 anos, conduzia um caminhão trator Scania/R500 no sentido Sonora-Coxim quando colidiu na traseira da caminhonete Chevrolet S-10 ocupada pelo casal. O acidente aconteceu no trecho da BR-163 onde havia operação de trânsito controlado pelo sistema "pare e siga", em razão de obras de manutenção na pista.

Com a força do impacto, a caminhonete ficou prensada entre veículos de carga e os dois ocupantes morreram ainda no local.

Casal morto no engavetamento.

Casal morto no engavetamento. (Foto: Reprodução)

Comprimidos foram encontrados durante desencarceramento

Segundo o registro policial, durante o trabalho de desencarceramento realizado pelo Corpo de Bombeiros, foram encontradas com o motorista duas cartelas de Nobésio "Extra Forte", contendo 15 comprimidos cada. Conforme o boletim, cinco comprimidos já haviam sido consumidos, restando 25 unidades.

O medicamento é popularmente conhecido como "rebite", substância estimulante utilizada para inibir o sono e prolongar o tempo acordado.

Ainda de acordo com a ocorrência, diante das informações levantadas inicialmente, foram constatados, em tese, os crimes de homicídio culposo na direção de veículo automotor e porte de droga para consumo.

Voz de prisão após atendimento médico

O motorista ficou ferido no acidente e foi socorrido pela equipe de resgate da Motiva Pantanal, sendo encaminhado ao Hospital Regional Álvaro Fontoura Silva, em Coxim, onde posteriormente passou por procedimento cirúrgico.

Em razão da necessidade de atendimento médico de urgência, não foi possível realizar o teste de alcoolemia.

Após receber atendimento hospitalar, Cristiano da Silva recebeu voz de prisão por uma equipe da Polícia Civil.

Imagem da notícia

(Foto: Reprodução)

Acidente segue sob investigação

Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Civil, Polícia Científica, Corpo de Bombeiros e da concessionária responsável pela administração da rodovia atuaram na ocorrência.

As circunstâncias do acidente continuam sendo investigadas pelas autoridades competentes, que irão apurar as causas da colisão e a eventual responsabilidade dos envolvidos.