sábado, 25 de julho, 2026
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O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul deu início à semana cumprindo com o seu papel social, incentivando os servidores no cadastramento para doação de medula óssea. A ação, realizada na manhã da última segunda-feira (17), faz parte da campanha “Fevereiro Laranja”, dedicada à conscientização sobre o diagnóstico precoce da leucemia e à importância da doação de medula. A iniciativa, fruto da parceria entre o TCE-MS e a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), tem o apoio da Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida do TCE-MS.
Para facilitar o cadastramento, a equipe do Hemosul esteve no local, garantindo que mais pessoas pudessem se tornar potenciais doadoras. A assistente social do Hemosul, Raquel Nunes, destacou a importância da parceria com o Tribunal e explicou os critérios para se tornar um doador.
“Essa parceria com o Tribunal de Contas já dura cerca de três anos e tem sido fundamental. Quando não conseguimos atingir um determinado público diretamente, buscamos parcerias como essa, que nos permitem ir até empresas e órgãos para cadastrar novos doadores, tanto de medula óssea quanto de sangue. Para se cadastrar, é necessário ter entre 18 e 35 anos, estar em boas condições de saúde e não ter doenças como câncer ou enfermidades degenerativas. Basta comparecer ao Hemosul ou aproveitar ações como essa aqui no TCE-MS, trazendo um documento oficial com foto”, explicou Raquel.
A baixa compatibilidade entre doadores e pacientes que necessitam de transplante de medula óssea torna ainda mais urgente a busca por novos voluntários. A chefe da Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida do TCE-MS, Tatiana Bazan, explica que a campanha reforça o compromisso do Tribunal com a causa. “Firmamos essa parceria para fortalecer a conscientização do ‘Fevereiro Laranja’ e incentivar novos cadastros. A chance de encontrar um doador compatível para um paciente em tratamento é de aproximadamente uma em 100 mil pessoas, o que torna essencial a ampliação do banco de doadores. Nosso papel na Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida é trazer campanhas como essa, beneficiando não só os servidores do Tribunal, mas toda a sociedade”.
Para os servidores, a iniciativa facilitou o acesso ao cadastro e reforçou o senso de solidariedade. Fernanda Santos Moura Velho, servidora do TCE-MS, aproveitou a oportunidade para se cadastrar e destacou a importância de ações como essa. “Saber que eu posso ajudar alguém já me motiva, mas a realização dessa ação dentro do Tribunal tornou tudo mais fácil. Muitas pessoas acabam não se cadastrando por medo ou por falta de informação. Aqui tivemos toda a orientação necessária, e isso fez a diferença para que eu tomasse essa decisão”, afirmou.
Quem NÃO pode se cadastrar?
Pessoas com idade acima de 35 anos. Portadores de HIV/AIDS; para todos os tipos de câncer NÃO serão permitidos o cadastro e nem a doação, EXCETO para o de pele – Carcinoma Basocelular e o de Colo de Útero, caso tenham sido tratados somente com cirurgia. Artrite Reumatóide; Lupus; Fibromialgia; Esclerose Múltipla; Síndrome de Guillain-Barré; Púrpura; Síndrome Antifosfolipídica; Sindrome de Sjogren; Doença de Crohn; Espondilite Anquilosante.
Medidas
O fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres voltou ao centro das discussões entre os órgãos de controle do país....
17 de julho de 2026
O fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres voltou ao centro das discussões entre os órgãos de controle do país. Na última terça-feira (14), representantes do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) participaram de uma reunião técnica promovida pela Rede Nacional de Controle Externo pela Proteção das Mulheres, iniciativa coordenada pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon).
O encontro virtual reuniu integrantes de Tribunais de Contas de diferentes estados com o objetivo de ampliar a cooperação institucional e discutir estratégias para aprimorar a fiscalização das ações governamentais destinadas ao enfrentamento da violência de gênero.
Representaram o TCE-MS a conselheira substituta Patrícia Sarmento dos Santos, a auditora de controle externo Flávia Ribeiro e a assessora de gabinete Luciana Almeida.
Durante a reunião, foram apresentados dados atualizados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2025, que revelam o crescimento dos registros de feminicídio, violência doméstica, violência sexual e do descumprimento de medidas protetivas. Os números serviram como base para o debate sobre a necessidade de fortalecer a prevenção, ampliar a rede de acolhimento e tornar mais eficientes as políticas públicas voltadas às mulheres.
Na oportunidade, Patrícia Sarmento apresentou experiências desenvolvidas pelo Tribunal de Contas sul-mato-grossense na avaliação das políticas públicas destinadas à proteção feminina. Segundo ela, o acompanhamento sistemático dessas ações pelos órgãos de controle contribui para identificar falhas, orientar gestores e promover melhorias nos serviços oferecidos à população.
A conselheira substituta também defendeu a realização de auditorias coordenadas entre os Tribunais de Contas de todo o país, em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e as iniciativas previstas no Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios. Para ela, a integração entre instituições fortalece o monitoramento das políticas públicas e amplia a efetividade das ações de enfrentamento à violência.
Outro ponto destacado durante o encontro foi a importância de inserir o debate sobre igualdade de gênero, respeito e prevenção da violência no ambiente escolar. A avaliação dos participantes é de que a educação desempenha papel essencial na construção de uma cultura de respeito e na redução dos índices de violência contra as mulheres.
Ao término da reunião, os integrantes da Rede reafirmaram o compromisso de manter uma atuação conjunta entre os órgãos de controle, o sistema de Justiça e demais instituições públicas. A proposta é acompanhar de forma permanente a execução das políticas públicas, estimular boas práticas de gestão e contribuir para que os investimentos destinados à proteção das mulheres resultem em atendimento mais eficiente e garantia de direitos em todo o país.
IPTU 2026
Os moradores de Coxim já podem emitir ou retirar o carnê do IPTU 2026. A liberação foi feita pela Prefeitura Municipal, que disponibilizou o documento tanto...
1 de maio de 2026
Os moradores de Coxim já podem emitir ou retirar o carnê do IPTU 2026. A liberação foi feita pela Prefeitura Municipal, que disponibilizou o documento tanto no formato digital, por meio do site oficial, quanto presencialmente na Gerência de Receitas e Tributos.
Com o imposto já acessível desde o início do ano, os contribuintes têm tempo para se organizar e decidir a melhor forma de pagamento. A quitação pode ser feita em cota única ou parcelada em até seis vezes, conforme o cronograma estabelecido.
As datas de vencimento seguem definidas: as demais parcelas vencem em sequência mensal: 15 de maio, 15 de junho, 15 de julho, 15 de agosto e 15 de setembro de 2026.
A administração municipal destaca a importância de manter o pagamento em dia, já que os recursos arrecadados são utilizados na manutenção de serviços públicos essenciais, como saúde, educação e infraestrutura. Além disso, o atraso pode acarretar cobrança de juros, multas e até a inclusão do débito em dívida ativa.
Para quem ainda não acessou o documento ou precisa de orientações, o atendimento segue disponível diretamente na Prefeitura, por meio do setor responsável pela arrecadação tributária.