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Polícia Civil conclui que assassinato de caseiro foi encomendado por R$ 25 mil

Três pessoas são investigadas por homicídio qualificado e ocultação de cadáver; mandante foi preso nesta quinta-feira.

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17 de julho de 2026

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do Idest, com informações do CGNews

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A Polícia Civil concluiu que o assassinato do caseiro Antônio Pereira, de 72 anos, foi encomendado por R$ 25 mil. A informação foi divulgada na quinta-feira (16), data em que foi preso Acrísio Jabra Paraguassu, de 51 anos, apontado pela investigação como mandante do crime. Também são investigados José Viana da Silva e Ari Xavier Silva Araújo, conhecido como "Veinho", suspeitos de executar a vítima e ocultar o corpo em uma área de brejo no Assentamento Conquista, entre Campo Grande e Rochedo.

Investigação aponta pagamento e divisão de gado

Com o avanço das investigações, a Polícia Civil identificou a participação dos três suspeitos no homicídio. Eles são investigados pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Segundo a investigação, José Viana da Silva e Ari Xavier Silva Araújo executaram o caseiro e esconderam o corpo, enquanto Acrísio Jabra Paraguassu teria intermediado e encomendado a ação criminosa.

De acordo com a Polícia Civil, o crime foi encomendado mediante o pagamento de R$ 25 mil. Além do dinheiro, os investigados também teriam combinado a divisão do gado que era cuidado por Antônio Pereira.

A motivação do homicídio ainda é apurada.

Corpo foi encontrado quatro dias após o desaparecimento

Antônio Pereira estava desaparecido desde o dia 19 de junho, quando deixou de responder às mensagens do patrão.

O corpo foi encontrado em 24 de junho, em uma área de brejo no Assentamento Conquista, entre Campo Grande e Rochedo, por moradores que participavam das buscas pelo idoso.

Investigado confessou participação

José Viana da Silva foi preso e confessou o assassinato à Polícia Civil. Em depoimento, afirmou que contou com a ajuda de Ari Xavier Silva Araújo para matar o caseiro e ocultar o corpo.

Durante o interrogatório, Ari Xavier relatou que, cerca de duas semanas antes do crime, José Viana havia pedido ajuda para "dar um fim" no caseiro.

Já José Viana afirmou que matou a vítima com um golpe desferido com o cabo de uma ferramenta.

Suspeito tentou aparentar colaboração

Segundo a investigação, no dia em que os policiais estiveram na propriedade rural, Ari Xavier Silva Araújo chegou a recepcionar a equipe, conduziu os agentes pela chácara e os levou até o local onde o corpo estava escondido, tentando aparentar colaboração durante as buscas.

Com a prisão de Acrísio Jabra Paraguassu, a Polícia Civil considera esclarecida a dinâmica do crime, mas as investigações prosseguem para concluir a apuração sobre a motivação do homicídio.

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Padrasto que passou 15 anos foragido é condenado por estuprar enteada em MS

Sem direito de recorrer em liberdade, réu por estuprar a enteada, em 2007, foi condenado à pena de 15 anos e cinco meses em regime fechado. A condenação foi proferida na...

Padrasto que passou 15 anos foragido é condenado por estuprar enteada em MS

17 de julho de 2026

Padrasto que passou 15 anos foragido é condenado por estuprar enteada em MS

 

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Sem direito de recorrer em liberdade, réu por estuprar a enteada, em 2007, foi condenado à pena de 15 anos e cinco meses em regime fechado. A condenação foi proferida na quinta-feira (16) na comarca de Camapuã, a 135 quilômetros de Campo Grande.

O crime foi cometido em meados de abril de 2007, em uma área rural de Camapuã. O crime era praticado frequentemente, sob ameaças de morte direcionadas à vítima e à mãe da menina.

O homem fugiu logo após ser descoberto pela Justiça. Com isso, em 2009, o processo sobre o caso foi suspenso e o autor passou a ser considerado foragido.

Em outubro de 2025, 15 anos após o crime, o homem foi preso em flagrante em Campo Grande. Com a prisão, o processo voltou ao curso normal.

O julgamento aconteceu no dia 16 de julho, pela 2ª Promotoria de Justiça de Camapuã. Assim, o homem foi condenado por estupro com a agravante da vítima ser enteada e pelo fato do crime ter sido cometido diversas vezes, argumentos apresentados pela denúncia do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul).

Midiamax 

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Operação contra facção criminosa termina com dois suspeitos mortos e apreensão de armas

Segundo a polícia, dupla teria reagido ao cumprimento de mandado; ação foi conduzida pelo Garras com apoio da Defron e equipes locais.

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17 de julho de 2026

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Dois suspeitos morreram durante uma operação policial contra uma facção criminosa na manhã desta sexta-feira (17), em Bataguassu. Segundo a polícia, eles reagiram ao cumprimento de um mandado de prisão e foram baleados durante a ação. Ambos chegaram a ser socorridos, mas não resistiram aos ferimentos.

Operação reuniu equipes especializadas

A ação foi deflagrada pela Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras), com apoio de equipes de Bataguassu e da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron).

Os suspeitos, identificados como Kauan Felipe Isa Rodrigues, de 18 anos, e um adolescente, ambos oriundos de Mato Grosso, foram localizados em uma residência na Rua Francisco Luiz Campos, no bairro Jardim Campo Grande.

De acordo com as informações preliminares, durante o cumprimento do mandado de prisão, a dupla teria reagido à abordagem policial. Os agentes revidaram e os dois foram atingidos. Eles chegaram a ser socorridos, mas morreram em seguida.

Polícia investigava envolvimento em homicídios

Conforme as investigações, os suspeitos eram apontados como envolvidos em dois homicídios registrados recentemente em Nova Andradina e em uma tentativa de homicídio ocorrida na última semana, em Bataguassu.

A suspeita é de que eles estivessem no município para praticar um atentado contra integrantes de uma facção rival.

Durante a operação, os policiais apreenderam uma pistola calibre 9 milímetros, um revólver e uma motocicleta que, conforme a apuração policial, teria sido utilizada em um atentado em Bataguassu e em homicídios ocorridos em Nova Andradina.

Operação continua

A operação segue em andamento, e a Polícia Civil continua as diligências relacionadas à investigação e ao combate à atuação da organização criminosa na região.