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Pastor acusado de estupro tentou pagar para ter relação sexual com adolescente

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5 de março de 2026

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TopMídia News

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Uma jovem de 19 anos procurou a reportagem para denunciar que, aos 17 anos, foi levada a um motel sob o pretexto de uma oferta de emprego e que teria recebido dinheiro para manter silêncio sobre a situação envolvendo um pastor, ligado à Assembleia de Deus Missões, em Campo Grande.

Este é o terceiro caso denunciado contra o religioso em menos de uma semana. A primeira acusação foi registrada por meio de boletim de ocorrência. A segunda veio a público após reportagem do TopMídiaNews. Agora, uma nova vítima relata episódio ocorrido em 2023, quando ela tinha apenas 17 anos.

Segundo a jovem, que pediu anonimato, tudo começou quando ela estava desempregada. O pastor teria enviado mensagens afirmando que um amigo tinha uma vaga de modelo em uma loja.

Durante a conversa, Mandu se ofereceu para buscá-la e levá-la até a suposta loja. Porém, ao chegar, encontraram o estabelecimento fechado. O homem teria dito que o amigo não estava no local e sugeriu que os dois dessem uma volta enquanto aguardavam retorno.

No trajeto, passaram em um mercado. A jovem permaneceu no carro enquanto ele entrou no estabelecimento. Ao retornar, ele teria comprado bebidas e levado uma sacola que, segundo a vítima, continha preservativos.

Andando sem rumo, a jovem relata que, sob a justificativa de tirar fotos para o suposto contratante, o pastor dirigiu até um motel. “Eu achei que íamos a um parque ou algo do tipo, mas ele entrou em um motel. Achei estranho, mas entrei”, disse.

Dentro do quarto, segundo o relato, ele teria feito elogios insistentes, passado a mão em seu cabelo e mencionado que o “amigo” queria fotos de seu corpo. Porém, a jovem recusou.

Em seguida, o homem teria perguntado quanto ela cobraria para “ficar com ele”. Diante da negativa, ele insistiu, mostrando um “bolo de dinheiro” e repetindo a proposta.

“Eu falei que não queria nada daquilo, só queria ir embora. Ele então me ofereceu dinheiro para eu ficar em silêncio. Não aceitei”, relatou.

Ainda de acordo com a jovem, o pastor pediu que ela não contasse a ninguém sobre o ocorrido. Ela afirma que, na época, compartilhou a situação apenas com alguns familiares mais próximos, mas que a situação não saiu disso.

A vítima destacou que o pastor frequentava a igreja como visitante. No entanto, tem medo de fazer uma denúncia formal e o caso ser exposto.

Outras denúncias

Ainda hoje (4), outro caso veio à tona. Uma adolescente de 16 anos denunciou que passou a receber mensagens consideradas inadequadas do pastor a partir de julho de 2025, quando tinha 15 anos.

Segundo a jovem, ele frequentava a igreja como visitante e, após criar proximidade, passou a enviar mensagens com perguntas pessoais e sugestões de encontros fora do ambiente religioso. Em uma das conversas, ele teria pedido sigilo: “Não conta para ninguém que a gente está conversando, porque podem levar no mal sentido”.

Ela afirma que mostrou as mensagens a integrantes da igreja, mas não formalizou denúncia por medo de represálias, alegando que o pastor integra o conselho de pastores de Campo Grande.

Há ainda um segundo caso registrado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). A denunciante, hoje com 21 anos, relatou que foi estuprada em 2019, quando era adolescente. O boletim de ocorrência aponta que o crime teria ocorrido na casa de um familiar. A denúncia foi formalizada em fevereiro de 2026.

A reportagem procurou o pastor para comentar o assunto, porém, não foi respondida até o momento. O espaço segue aberto para manifestação futuras.

TopMídia News

Polícia

Receita Federal aguarda novo parecer para liberar madeira apreendida em Corumbá

A apuração segue com pendências do Instituto Nacional de Criminalística; Polícia Federal já determinou inquérito.

Receita Federal aguarda novo parecer para liberar madeira apreendida em Corumbá

26 de julho de 2026

Receita Federal aguarda novo parecer para liberar madeira apreendida em Corumbá

 

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A Receita Federal informou que ainda aguarda um segundo parecer do Instituto Nacional de Criminalística (INC) para decidir sobre a liberação de toras de madeira apreendidas em Corumbá, em junho, no âmbito da Operação Timber Shield. Segundo o órgão, a investigação não foi concluída e a carga permanece retida, com veículos já liberados e sem prisões.

Retenção da carga segue até conclusão de perícias

De acordo com a Receita Federal em Mato Grosso do Sul, permanecem pendentes laudos periciais do INC. A Polícia Federal também determinou a instauração de inquérito policial para o prosseguimento das diligências e o esclarecimento dos fatos, com ciência ao Ministério Público Federal (MPF) e à Receita.

O órgão afirmou que a retenção tem natureza cautelar e que a carga permanecerá sob guarda até a conclusão dos trabalhos. A Receita disse ainda que caminhões foram liberados e que não houve prisões.

Operação Timber Shield apreendeu madeira na fronteira

A apreensão ocorreu em 21 de junho, em Corumbá, durante a Operação Timber Shield, realizada pela Receita Federal em parceria com a Polícia Federal, o Exército Brasileiro e forças de segurança bolivianas e dos Estados Unidos. Foram registradas oito carretas, quatro em Corumbá e outras quatro em Cáceres, totalizando 260 toneladas de madeira.

Na divulgação feita à época, a Receita Federal estimou a possível existência de entre 20 toneladas e 50 toneladas de cocaína líquida impregnada na madeira.

PF conclui análise de fragmentos e não encontra cocaína

A Polícia Federal concluiu, na semana passada, a análise de fragmentos coletados em Corumbá e informou que não foi encontrada nenhuma substância relacionada a entorpecentes nas quatro carretas retidas. O laudo teria sido produzido nos laboratórios do Setor Técnico-Científico da Polícia Federal (PF) em Mato Grosso do Sul e finalizado em 17 de julho.

Próximos passos dependem de procedimentos ainda pendentes

A Receita Federal declarou que a liberação da mercadoria dependerá da conclusão das análises e de procedimentos que ainda estão pendentes, além da verificação de que não há outras irregularidades que impeçam o prosseguimento da operação aduaneira.

O órgão informou que Receita Federal, Polícia Federal e MPF realizarão reuniões para avaliar o andamento do caso e definir providências cabíveis, respeitadas as atribuições de cada instituição.

Defesa questiona armazenagem e busca liberação para entrega ao comprador

Representadas pelo advogado Leandro Lobo, as defesas de transportadoras e importadoras apontam o custo da armazenagem como responsabilidade das empresas. A Receita Federal afirmou que eventual pedido de ressarcimento poderia ser apresentado pelos meios administrativos próprios, sujeito à análise do caso concreto e à comprovação de valores e prejuízos, sem reconhecimento automático.

Segundo o advogado Leandro Lobo, que representa duas transportadoras e quatro importadoras de Mato Grosso do Sul, a intenção é que a carga seja liberada o mais rápido possível para ser entregue ao comprador.

Polícia

Helicóptero perseguido em MS leva 2 homens à prisão e apreensão de 345 kg de cocaína

Segundo a polícia, helicóptero foi visto em baixa altitude, sem plano de voo e com transponder desligado.

Helicóptero perseguido em MS leva 2 homens à prisão e apreensão de 345 kg de cocaína

26 de julho de 2026

Helicóptero perseguido em MS leva 2 homens à prisão e apreensão de 345 kg de cocaína

 

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Dois homens, de 36 e 63 anos, foram presos neste sábado (25) após uma perseguição aérea na zona rural de Anhanduí, distrito de Campo Grande. Com eles, foram apreendidos 345,8 quilos de cocaína que, segundo os suspeitos, seriam levados para São Paulo.

A ação foi realizada por policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), com apoio da Coordenadoria-Geral de Policiamento Aéreo (CGPA).

Conforme o Departamento de Operações de Fronteira (DOF), a operação começou durante um patrulhamento na zona rural de Maracaju. Os policiais avistaram um helicóptero voando em baixa altitude, vindo da região de fronteira.

A aeronave Harpia, do DOF, foi acionada e localizou o helicóptero. Durante a perseguição, os policiais usaram uma câmera de alta resolução para identificar o prefixo da aeronave. 

Em consulta aos órgãos de controle da aviação, os agentes constataram que o helicóptero estava com o transponder desligado e não tinha plano de voo registrado.

Ao perceber a aproximação da equipe policial, os ocupantes fizeram manobras para tentar escapar. No entanto, pousaram em uma fazenda em Anhanduí e foram presos.

Prefixo da aeronave estava adulterado

Durante a abordagem, os policiais descobriram que o prefixo do helicóptero havia sido adulterado com um adesivo para esconder a identificação verdadeira.

Na aeronave, foram apreendidos:

- 191,6 quilos de cloridrato de cocaína;

- 154,2 quilos de pasta-base de cocaína;

- sete celulares;

- um tablet;

- uma antena de internet via satélite Starlink;

- dinheiro em espécie.

De acordo com o DOF, a quantidade total de droga apreendida foi de 345,8 quilos.

Droga seria levada para São Paulo

Aos policiais, os dois pilotos disseram que foram contratados para transportar a carga de Bela Vista até o interior de São Paulo.

Segundo os pilotos, a aeronave foi carregada por homens armados em uma propriedade próxima à fronteira com o Paraguai.

Os suspeitos, o helicóptero e o material apreendido foram levados para a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron), em Dourados.

g1 MS