quinta, 09 de julho, 2026
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Uma violência que choca até investigadores com anos de experiência terminou da pior forma possível. O pequeno Oliver Golden Grayson, de apenas 3 anos, não resistiu aos graves ferimentos provocados por uma sessão de agressões dentro da própria casa e morreu na madrugada desta quinta-feira (9), no Rio Grande do Sul. O principal suspeito é o próprio pai da criança, um homem de 33 anos, que confessou o crime e permanece preso preventivamente.
De acordo com a Polícia Civil, o menino chegou a ser socorrido em estado gravíssimo, mas os ferimentos eram gravíssimos. As investigações apontam que a criança foi atingida com socos no tórax e no abdômen e ainda teve a cabeça lançada contra o chão durante as agressões.
O que mais causa indignação é a justificativa apresentada pelo suspeito. Em depoimento, ele afirmou que atacou o filho porque a criança não teria lhe dado "bom dia". A declaração revoltou investigadores e evidencia a extrema violência praticada contra uma vítima completamente indefesa.
O caso ganhou contornos ainda mais graves após surgirem denúncias de que outros filhos do casal também poderiam ser vítimas de agressões frequentes. As crianças foram retiradas do ambiente familiar e acolhidas pelo Conselho Tutelar, enquanto a Polícia Civil amplia as investigações para apurar um possível histórico de violência doméstica contra a mãe dos menores.
A morte de Oliver provoca comoção e reacende o alerta para casos de violência contra crianças, muitas vezes praticados dentro do próprio ambiente que deveria oferecer proteção. Agora, a polícia trabalha para reunir todas as provas que irão subsidiar o processo criminal, enquanto familiares e a comunidade tentam compreender como uma criança de apenas 3 anos teve a vida interrompida de forma tão cruel.
Polícia
Um homem foi preso em flagrante após agredir a própria mãe, de 41 anos, na noite de quarta-feira (8), em Dourados. De acordo com o registro de ocorrência, a vítima...
9 de julho de 2026
Um homem foi preso em flagrante após agredir a própria mãe, de 41 anos, na noite de quarta-feira (8), em Dourados. De acordo com o registro de ocorrência, a vítima foi atacada com tapas no rosto, chutes, golpes de tijolo na cabeça e ainda levou uma facada na altura da cintura, do lado esquerdo.
Segundo informações da Folha de Dourados, a Polícia Militar foi acionada e uma equipe da Força Tática prendeu o suspeito, que foi encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac). Na unidade policial, ele foi autuado em flagrante pelos crimes de lesão corporal e violência doméstica, permanecendo preso à disposição da Justiça.
A mulher foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada ao Hospital da Vida, onde recebeu atendimento médico. O estado de saúde dela não foi divulgado.
O caso foi registrado na Depac de Dourados e será investigado pela Polícia Civil.
Jd1 Notícias
Polícia
Jovem de 17 anos era apontado como integrante de grupo criminoso e foi localizado durante investigação sobre crimes ocorridos em Caarapó.
8 de julho de 2026
Um adolescente de 17 anos, investigado por envolvimento em cinco homicídios e duas tentativas de homicídio relacionados à disputa entre grupos criminosos rivais em Caarapó, morreu em confronto com policiais na terça-feira (7), em uma granja na zona rural do distrito de Itahum, entre os municípios de Dourados e Maracaju.
De acordo com a polícia, o adolescente passou a ser procurado após ser reconhecido por vítimas e testemunhas de um atentado ocorrido recentemente na região.
A identificação e a localização do jovem ocorreram no decorrer das investigações que apuram uma sequência de crimes violentos atribuídos à disputa entre grupos criminosos rivais em Caarapó.
Equipes das polícias Militar e Civil localizaram o suspeito escondido em uma granja na zona rural de Itahum. Segundo a versão apresentada pelas forças de segurança, durante o cerco ele reagiu à abordagem e houve confronto.
O adolescente foi atingido por disparos, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Segundo a Polícia Militar, o adolescente era considerado de "altíssimo perfil de periculosidade". Conforme a corporação, ele utilizava as redes sociais para publicar imagens com armas de fogo, fazer apologia a execuções e ameaçar policiais, afirmando que os mataria caso fosse abordado.
A operação contou com a participação de equipes da Força Tática da 2ª Companhia Independente da Polícia Militar (2ª CIPM), da Delegacia de Polícia Civil de Caarapó e da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron).